Produção de feijão na Bahia cresce 9,5% e chega a 318,5 mil toneladas
Produção de feijão na Bahia cresce 9,5% e chega a 318,5 mil toneladas
Produção estadual cresce 9,5% e representa cerca de 45% de todo o feijão produzido no Nordeste
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Conab estima que a Bahia produzirá 318,5 mil toneladas de feijão em 2027, um aumento de 9,5% em relação ao ciclo anterior, consolidando o estado como o quarto maior produtor nacional e líder regional no Nordeste, com cerca de 45% da produção da região. O crescimento vem da maior produtividade, técnicas aprimoradas e forte presença da agricultura familiar, mesmo com a tendência de redução de áreas cultivadas em outras partes do país.
- Apesar da alta colheita, o mercado nacional enfrenta preços elevados: o feijão‑carioca pode chegar a R$ 12/kg no varejo e as cotações já ultrapassam R$ 310 por saca. O aumento dos custos de frete e distribuição na Bahia, a queda dos estoques e as incertezas climáticas são fatores que pressionam os valores, tornando a próxima safra decisiva para a oferta e a trajetória dos preços.
Foto: Reprodução | Agência Brasil
A Bahia deve registrar uma produção de 318,5 mil toneladas de feijão, conforme estimativa da Conab, com crescimento de 9,5% sobre o ciclo anterior. O resultado coloca o estado como quarto maior produtor da cultura no Brasil e mantém a liderança regional no Nordeste. A participação baiana corresponde a cerca de 45% da produção nordestina. O desempenho positivo é atribuído principalmente aos ganhos de produtividade e à melhoria das técnicas utilizadas no campo, com forte presença da agricultura familiar. O aumento da produção ocorre mesmo diante de uma tendência de redução da área destinada ao cultivo em outras regiões do país. Enquanto a colheita baiana avança, o mercado nacional enfrenta um cenário de preços elevados. Estimativas do Ibrafe indicam que o feijão-carioca pode alcançar aproximadamente R$ 12 por quilo no varejo de algumas regiões brasileiras no início de 2027. No campo, as cotações já superam R$ 310 por saca, em um cenário influenciado pela redução dos estoques, pelas incertezas climáticas e pela concorrência com culturas de maior liquidez. Na Bahia, os custos de frete e distribuição também interferem no preço pago pelo consumidor e ajudam a explicar as diferenças entre os valores praticados nas diferentes regiões do estado. O comportamento das próximas safras será determinante para definir os níveis de oferta e a trajetória dos preços.
























