Novo critica Janja após fala sobre bloquear o Discord
Novo critica Janja após fala sobre bloquear o Discord
Declaração da primeira-dama ocorreu após morte de adolescente durante transmissão ao vivo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Partido Novo criticou a defesa de censura ao Judiciário feita pela primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja. Ela havia defendido a suspensão do Discord no Brasil após um caso de uma adolescente que morreu após se mutilar durante uma transmissão ao vivo na plataforma. A legenda afirmou que censura representa um regime ditatorial, enquanto a defesa de Janja argumentou que medidas rigorosas são necessárias para proteger crianças e adolescentes no ambiente digital.
- A Advocacia-Geral da União também pretende intervir, ingressando com uma ação civil pública e pleiteando a suspensão do Discord no Brasil, enquanto a AGU busca informações sobre crimes e riscos envolvendo crianças e adolescentes na plataforma.
Foto: Reprodução
O Partido Novo criticou a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, após ela defender uma atuação do Judiciário para retirar o Discord do ar no Brasil. Em publicação nas redes sociais, a legenda afirmou que a medida representa censura e é incompatível com um regime democrático. Na manifestação divulgada na quinta-feira (6), o partido declarou que é contrário ao bloqueio de redes sociais como forma de combater crimes praticados em ambientes digitais. "O Novo é contra a censura ou derrubada de redes sociais. Se há ilegalidades, quem infringe a lei deve ser investigado e punido. Ordenar a desativação de uma rede social é coisa de ditadura", afirmou a legenda. A declaração de Janja foi feita durante a cerimônia de sanção da Lei nº 15.487/2026, que aumenta as penas para crimes sexuais cometidos contra crianças e adolescentes, especialmente pela internet. Ao comentar o caso de uma adolescente de 13 anos que morreu após se mutilar durante uma transmissão ao vivo no Discord, a primeira-dama classificou a plataforma como uma "rede horrorosa" e defendeu uma ação conjunta com o Judiciário para suspender seu funcionamento no país. Segundo Janja, o episódio não é um caso isolado e evidencia a necessidade de medidas mais rigorosas para proteger crianças e adolescentes no ambiente digital. O caso também provocou uma reação da Advocacia-Geral da União (AGU). O advogado-geral da União, Jorge Messias, informou que o órgão pretende ingressar com uma ação civil pública para responsabilizar o Discord e pedir a suspensão da plataforma no Brasil. De acordo com a AGU, a medida dependerá do envio, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, de informações reunidas sobre crimes e riscos envolvendo crianças e adolescentes na plataforma. Com esses dados, o órgão pretende fundamentar o pedido judicial contra a empresa.
Janja diz que misoginia não tem lado e presta apoio a Michelle Bolsonaro
Janja diz que misoginia não tem lado e presta apoio a Michelle Bolsonaro
Primeira-dama afirmou que a violência contra as mulheres deve ser combatida sem distinção de posicionamento político. Declaração repercutiu entre parlamentares conservadoras.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A primeira-dama Rosângela da Silva afirmou que mulheres devem ser apoiadas quando são vítimas de ataques, independentemente de posicionamentos políticos. Ela fez esta declaração após ataques virtuais contra a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que afirmou ter sido tratada de forma desrespeitosa pelo senador Flávio Bolsonaro. A violência contra as mulheres é um tema que vem sendo discutido por diferentes setores da sociedade e por representantes de diversas correntes políticas.
- As reações às declarações de Janja variaram, com algumas mulheres ligadas ao campo conservador avaliando positivamente a manifestação da primeira-dama, enquanto outras consideraram que o combate à violência contra as mulheres deve superar disputas ideológicas.
Foto: Reprodução
A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, afirmou que mulheres devem ser apoiadas quando são vítimas de ataques, independentemente de posicionamentos políticos. A declaração foi feita durante entrevista concedida ao programa Frente a Frente, parceria entre a Folha de S.Paulo e o UOL, e repercutiu entre parlamentares da oposição. Ao comentar os ataques direcionados à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e à senadora Damares Alves (Republicanos-DF), Janja disse que a violência contra as mulheres não está restrita a um grupo político. "Qualquer mulher agredida não pode ter a mão solta. Não importa qual seja o campo ideológico. A misoginia não tem lado. Não tem direita, esquerda, conservador ou progressista. Ela atinge todas nós igualmente", afirmou. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, mulheres ligadas ao campo conservador avaliaram positivamente a manifestação da primeira-dama. Mesmo mantendo divergências políticas, deputadas e senadoras ouvidas pela publicação, sob reserva, consideraram a declaração um gesto de respeito e defenderam que o combate à violência contra as mulheres deve superar disputas ideológicas. A repercussão ocorre após Michelle Bolsonaro relatar ter sido alvo de ataques nas redes sociais depois da divulgação de um vídeo em que afirmou ter sido tratada de forma desrespeitosa pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Conforme a reportagem, a ex-primeira-dama chegou a dizer a aliados que cogitou deixar a vida política diante da repercussão dos ataques virtuais. O episódio reacendeu o debate sobre a violência política de gênero e a disseminação de discursos de ódio contra mulheres em ambientes digitais, tema que vem sendo discutido por diferentes setores da sociedade e por representantes de diversas correntes políticas.
Pesquisa aponta Michelle como mulher mais poderosa do país
Pesquisa aponta Michelle como mulher mais poderosa do país
Levantamento ouviu 1.500 brasileiros entre os dias 3 e 6 de julho e mediu, de forma espontânea, quais mulheres são vistas como as mais poderosas do país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro é considerada a mulher mais poderosa do Brasil, de acordo com uma pesquisa divulgada pelo Instituto Meio/Ideia. Ela foi citada por 15,4% dos entrevistados, seguida pela atual primeira-dama Rosângela da Silva, que recebeu 9% das menções. A pesquisa ouviu 1.500 pessoas em todas as regiões do país e tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais.
Foto: Reprodução
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro aparece na primeira colocação em uma pesquisa que mediu, de forma espontânea, quais mulheres são consideradas as mais poderosas do Brasil. O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira (8) pelo Instituto Meio/Ideia. Segundo a pesquisa, Michelle foi citada por 15,4% dos entrevistados. A atual primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, ficou em segundo lugar, com 9% das menções. Na terceira posição aparece a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, lembrada por 4,5% dos participantes. A relação segue com a ex-presidente Dilma Rousseff, que recebeu 2,5% das citações, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, com 2%, e a deputada federal Erika Hilton, com 1,7%. Também foram lembradas a cantora Anitta, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e a influenciadora digital Virginia Fonseca, todas empatadas com 1,5% das respostas. A presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, aparece na sequência, com 1,2%. Outros nomes citados pelos entrevistados somaram 10,4%. Além disso, 5,5% responderam que nenhuma mulher ocupa esse posto, enquanto 43,5% afirmaram não saber ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 3 e 6 de julho e ouviu 1.500 pessoas em todas as regiões do país. O levantamento tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05628/2026.























