Ex-ministros do STF pedem ação urgente de Edson Fachin diante da crise no Supremo
Carta não cita Alexandre de Moraes, mas defende apuração rigorosa da crise que divide o STF.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Treze ex‑ministros do Supremo Tribunal Federal, entre eles Celso de Mello, Rosa Weber e Joaquim Barbosa, divulgaram uma carta exigindo que o presidente da Corte, Edson Fachin, convoque uma sessão pública para apurar imediatamente a crise que abala a credibilidade do tribunal. O documento, divulgado nesta segunda‑feira (7), pede investigação rigorosa e dentro do devido processo legal, sem citar nominalmente o ministro Alexandre de Moraes, mas em meio às controvérsias envolvendo mensagens entre o magistrado e o banqueiro Daniel Vorcaro.
- Até o momento, Fachin não anunciou quais medidas adotará diante das solicitações dos ex‑integrantes da Corte, que buscam restaurar a confiança da população no STF e garantir transparência nas decisões judiciais.
Foto: Nelson Jr. | STF
Treze ministros aposentados e ex-presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF) divulgaram uma carta cobrando uma resposta do presidente da Corte, Edson Fachin, diante da crise que atinge o tribunal. No documento, divulgado nesta segunda-feira (7), eles pedem a convocação de uma sessão pública para determinar a apuração imediata dos fatos que, segundo afirmam, comprometem a credibilidade do Supremo e a confiança da população. A nota não cita nominalmente o ministro Alexandre de Moraes, mas foi divulgada em meio ao desgaste provocado pela divulgação de mensagens envolvendo o magistrado e o banqueiro Daniel Vorcaro. Os ex-ministros afirmam confiar na condução de Fachin e defendem que a investigação ocorra com rigor e dentro do devido processo legal. O documento é assinado por 13 ex-integrantes da Corte, entre eles Celso de Mello, Rosa Weber, Joaquim Barbosa, Ellen Gracie, Ayres Britto, Cezar Peluso e Nelson Jobim. Até o momento, Edson Fachin ainda não anunciou quais medidas pretende adotar diante dos pedidos apresentados.
Rosa Weber vota por descriminalização do aborto ate a 12ª semana; Barroso pede destaque
Voto da ministra teve mais de 100 páginas; não há data definida para a retomada da votação
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Foto: Reprodução | STF
- A presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) Rosa Weber, votou nesta sexta-feira (22) a favor da descriminalização do aborto até a 12ª semana da gravidez. Após a posição, o ministro Luís Roberto Barroso fez um pedido de destaque - o que trava o julgamento no plenário virtual e o remete ao plenário físico. Rosa Weber é a relatora de uma ação apresentada pelo PSOL no ano de 2017, que pede ao STF que se manifestasse sobre a interrupção da gravidez. O julgamento foi marcado por Weber para ocorrer desta sexta até 23h59 da próxima quinta-feira (29). No plenário virtual, os votos são inseridos no sistema eletrônico. O voto da ministra teve mais de 100 páginas. Ela defendeu estudos que mostram que a criminalização não é a melhor política para resolver os problemas que envolvem o aborto. Atualmente, o procedimento é autorizado no Brasil em três situações: se houver risco de morte para a mulher por causa da gestação; se a gravidez foi provocada por estupro; se o feto é anencéfalo (sem cérebro). Weber colocou a pauta em julgamento às vésperas da sua aposentadoria, que acontece no dia 2 de outubro, quando completa 75 anos. Com o pedido de Barroso, não há data definida para a retomada da discussão.
























