André Mendonça libera relatório da PF sobre Alexandre de Moraes para julgamento no STF
Presidente do STF definirá quando o caso será levado à análise da Corte.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro André Mendonça, do STF, autorizou o julgamento do relatório da Polícia Federal que aponta supostos vínculos entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no caso Banco Master. A decisão sobre levar o processo ao plenário ou ao órgão competente ficará a cargo do presidente da Corte, ministro Edson Fachin, e ainda não há data prevista para o julgamento.
- O documento, tornado público após a retirada de sigilo, traz diálogos atribuídos a Moraes e Vorcaro, além de um contrato entre o Banco Master e o escritório de advocacia da esposa do ministro, aprofundando a crise institucional no STF. Em resposta, Moraes solicitou investigação contra Mendonça por supostos abusos de autoridade e improbidade, enquanto Fachin exigiu esclarecimentos de diversas autoridades, e a ADPF pediu impedimento do procurador‑geral da República, Paulo Gonet, nos procedimentos relacionados ao caso.
Foto: Reprodução
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou para julgamento o relatório da Polícia Federal que aponta supostos vínculos entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no caso envolvendo o Banco Master. Com a decisão, caberá ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, definir quando o processo será levado ao plenário ou ao órgão competente para análise. A liberação foi publicada neste domingo (6), mas ainda não há previsão para o julgamento. O relatório tornou-se público após Mendonça retirar o sigilo do documento na última semana. Entre os elementos apresentados pela Polícia Federal estão diálogos atribuídos a Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, incluindo mensagens trocadas antes da prisão do empresário em 2025. O documento também cita informações relacionadas a um contrato firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia da esposa de Moraes. A divulgação do relatório aprofundou a crise institucional dentro do STF. Em resposta, Alexandre de Moraes pediu a abertura de investigação contra André Mendonça, alegando supostos crimes como abuso de autoridade e improbidade administrativa. Posteriormente, Edson Fachin retirou esse pedido do inquérito das fake news e determinou que Mendonça, Moraes, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, prestassem esclarecimentos sobre o caso. Enquanto isso, Paulo Gonet manifestou-se pela nulidade do relatório produzido pela Polícia Federal, sustentando que a investigação teria extrapolado os limites legais. Já a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) solicitou que o procurador-geral se declarasse impedido de atuar nos procedimentos relacionados ao Banco Master por também ser mencionado nas conversas analisadas.
Gonet pede anulação de relatório da PF sobre conversas entre Vorcaro e Moraes
Gonet pede anulação de relatório da PF sobre conversas entre Vorcaro e Moraes
Paulo Gonet afirma que ministro André Mendonça excedeu suas competências ao determinar análise do material apreendido no celular do ex-banqueiro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O procurador‑geral da República, Paulo Gonet, solicitou a anulação do relatório da Polícia Federal que compilou conversas entre o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro e um interlocutor identificado como o ministro Alexandre de Moraes, alegando que o ministro André Mendonça, relator do caso, extrapolou suas atribuições ao determinar que a PF analisasse especificamente o material. Gonet sustenta que um ministro do STF só pode ser investigado mediante autorização do próprio tribunal e que cabe ao juiz apenas decidir sobre processos, não conduzir investigações pré‑processuais.
- O relatório foi elaborado após Mendonça exigir que a PF examinasse, em 72 horas, diálogos extraídos do celular de Vorcaro. O procurador‑geral pede que o plenário do STF analise o pedido de anulação, enquanto Mendonça pretende que o processo seja incluído na pauta a partir da próxima semana, com a data do julgamento a ser definida pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin. Os defensores de Mendonça afirmam que a investigação não tem como alvo direto o ministro Moraes, mas busca mapear a rede de influência do ex‑banqueiro.
Foto: Edilson Rodrigues | Agência Senado
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu a anulação do relatório da Polícia Federal que reúne conversas entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, e um interlocutor apontado como o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido foi apresentado nesta terça-feira (1º). Gonet argumenta que o ministro André Mendonça, relator do caso, teria extrapolado suas atribuições ao determinar que a PF analisasse especificamente o material. Segundo o procurador-geral, um ministro do STF só pode ser investigado após autorização do próprio tribunal. “Ao juiz não cabe acusar, menos ainda ao juiz cabe realizar investigações pré-processuais”, afirmou. O relatório foi produzido após Mendonça determinar que a Polícia Federal analisasse, em 72 horas, diálogos encontrados no celular de Vorcaro. Para Gonet, a ordem para investigar pessoas específicas, sem solicitação do Ministério Público ou iniciativa da própria PF, deve ser considerada nula. Mendonça quer que o pedido da PGR seja analisado pelo plenário do STF e deve liberar o processo para pauta a partir da próxima semana. A definição da data do julgamento caberá ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin. Interlocutores de Mendonça sustentam que Moraes não foi diretamente investigado e que a análise buscava identificar a rede de influência do ex-banqueiro.
Relatório do Coaf aponta que em seis meses Bolsonaro recebeu mais de R$17 mi via pix
O levantamento feito Coaf, no entanto, aponta que parte dos recursos arrecadados foram convertidos em aplicações financeiras.
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- Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão responsável pelo combate à lavagem de dinheiro e corrupção, apontou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu, entre janeiro e julho desta ano, R$17,1 milhões. Segundo os documentos, as transferências teriam sido 769 mil transações do tipo pix. As informações são do jornal O Globo. O valor corresponde quase ao volume total que circulou nas contas de Bolsonaro em 2023: R$ 18.498.532. Um nome conhecido da Procuradoria da República no Distrito Federal foi encontrado nas transações. Walderice Santos da Conceição, a Wal do Açaí, apontada pelo órgão como ‘funcionária fantasma’ de Bolsonaro por mais de 15 anos, foi responsável por repassar R$3,6 mil. A Bolsonaro Digital, empresa registrada em nome da família Bolsonaro, também foi encontrada nos registros de transferências. Ela tem como sócios o ex-presidente e seus três filhos Carlos, Eduardo e Flávio Bolsonaro. Uma possível explicação para as transferências seria a vaquinha online feita pelos aliados do ex-presidente. Apesar de não falar abertamente sobre o valor levantado, Bolsonaro já revelou que o total seria suficiente para pagar suas condenações processuais. O levantamento feito Coaf, no entanto, aponta que parte dos recursos arrecadados foram convertidos em aplicações financeiras. Um relatório do Coaf também apontou que o tenente-coronel Mauro Cid movimentou R$ 3,2 milhões entre 26 de junho de 2022 a 25 de janeiro de 2023.
Novo relatório técnico da Sputnik V será enviado à Anvisa nesta quinta, diz Rui Costa
Análise de cientistas aponta erros e omissões em teste do imunizante russo
Por: Geovana Oliveira
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Foto: Reprodução | GOV/BA
- O governador Rui Costa utilizou as redes sociais nesta quinta-feira (13) para informar que um novo relatório técnico da Sputnik V, enviado pela Rússia, vai ser protocolado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda hoje. "Chegou um novo relatório técnico enviado pela Rússia e vamos protocolar para a Anvisa hoje. Com a aprovação da agência, nós teríamos, de imediato, 7 milhões de vacinas chegando ao Brasil, à #Bahia e ao #Nordeste. Tenho fé que vamos conseguir", escreveu em seu perfil no Twitter. Na quarta-feira (12), um grupo de cientistas americanos e europeus publicou um artigo no qual apontam erros e omissões na última versão do estudo usado pelo Instituto Gamaleya, da Rússia, que atestava a eficácia da vacina Sputnik V contra a Covid-19. A Anvisa negou, no fim de abril, a importação emergencial de quase 30 milhões de doses da vacina russa contra a covid-19, solicitada por 14 estados. A Bahia foi um dos estados que pediu a autorização. Para justificar o impedimento, o órgão afirmou que a fiscalização e monitoramento entenderem que há riscos de uso da vacina. Entre eles, a possibilidade da reprodução do adenovírus utilizado na Sputnik V, o que poderia causar o surgimento de doenças. Desde então, os fabricantes da vacina russa acusam a Anvisa de difamação.
























