Mulher mantida em cárcere pede socorro em bilhete enviado à professora do filho na Bahia
Jovem de 22 anos relatou ameaças de morte e anos de violência; suspeito foi preso após denúncia
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma mulher de 22 anos, vítima de violência doméstica e cárcere privado em Gongogi (BA), conseguiu pedir socorro ao enviar um bilhete à professora do filho de 7 anos. O relato descrevia ameaças de morte e a impossibilidade de denunciar diretamente, levando a professora a acionar as polícias Civil e Militar, que localizaram e prenderam o suspeito na quarta‑feira (2).
Foto: Reprodução | TV Sudoeste
Uma mulher de 22 anos, que vivia em situação de violência doméstica e cárcere privado, conseguiu pedir ajuda por meio de um bilhete enviado à professora do filho de 7 anos, na cidade de Gongogi, no sul da Bahia. O caso resultou na prisão do suspeito na quarta-feira (2), após ação conjunta das polícias Civil e Militar. Segundo as investigações, a vítima mantinha um relacionamento com o homem há pelo menos nove anos. De acordo com a apuração, a relação teria começado quando ela tinha apenas 13 anos. Ao longo dos anos, a jovem teria sofrido episódios recorrentes de violência e passou a ser mantida sob vigilância, com dificuldades para buscar ajuda. Sem conseguir denunciar a situação de forma direta, ela decidiu escrever um bilhete e enviá-lo à professora do filho. Na mensagem, descreveu o medo constante e afirmou que era alvo de ameaças frequentes. “Eu estou te escrevendo para pedir ajuda mais uma vez. Estou pedindo ajuda porque não aguento mais. Quase todos os dias é uma ameaça de morte. Pediram para eu esperar a ajuda, mas essa ajuda nunca chegou”, escreveu a vítima. Ao receber o pedido de socorro, a professora procurou as autoridades e acionou as forças de segurança. A partir das informações repassadas, foram iniciadas diligências que culminaram na localização e prisão do suspeito. O homem foi encaminhado à delegacia e permanece à disposição da Justiça. O caso segue sendo acompanhado pela Polícia Civil, que apura as circunstâncias da violência denunciada e as medidas de proteção destinadas à vítima. A mulher receberá acompanhamento da rede de proteção e assistência social. Casos de violência contra a mulher podem ser denunciados por meio do telefone 180, canal nacional de atendimento que funciona gratuitamente em todo o país.
Homem é preso por descumprir medida protetiva e ameaçar ex-companheira em Bom Jesus da Lapa
Suspeito possui mais de 10 registros policiais relacionados à violência contra mulheres.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem de 36 anos foi preso na tarde de 2 de setembro em Bom Jesus da Lapa por descumprir medidas protetivas e agredir novamente a ex‑companheira. A prisão preventiva foi realizada pelo Núcleo Especial de Atendimento à Mulher (NEAM), com apoio do GATTI São Francisco e da 24ª Coorpin, após a vítima relatar novas ameaças apesar da ordem judicial vigente desde 2025.
- O caso, que soma mais de dez ocorrências de violência contra mulheres, reforça o compromisso das autoridades no combate à violência doméstica e na garantia da segurança das vítimas. O suspeito foi conduzido à delegacia e permanece à disposição da Justiça.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Um homem de 36 anos foi preso na tarde desta quarta-feira (2), em Bom Jesus da Lapa, suspeito de descumprir medidas protetivas e voltar a ameaçar e agredir a ex-companheira. A prisão preventiva foi cumprida por equipes do Núcleo Especial de Atendimento à Mulher (NEAM), com apoio do GATTI São Francisco e do Serviço de Investigação da 24ª Coorpin. Segundo a Polícia Civil, o investigado acumula mais de dez ocorrências relacionadas à violência contra mulheres, além de registros por descumprimento de medidas protetivas. A vítima, de 33 anos, procurou o NEAM em agosto e denunciou novas ameaças, apesar de uma decisão judicial, em vigor desde 2025, que proibia qualquer contato do suspeito com ela. Durante o cumprimento do mandado, o homem resistiu à prisão e precisou ser contido pelos policiais. Após ser detido, ele foi encaminhado à delegacia e permanece à disposição da Justiça. A Polícia Civil destacou que a ação faz parte do trabalho de enfrentamento à violência doméstica e de garantia do cumprimento das medidas protetivas em favor das vítimas.
























