Anvisa suspende medicamentos da Hypofarma e Cimed
Anvisa suspende medicamentos da Hypofarma e Cimed
Medida envolve medicamentos da Hypofarma e Cimed, além da proibição de fitoterápicos sem autorização sanitária.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização e uso de medicamentos fabricados pelos laboratórios Hypofarma e Cimed devido a problemas em lotes específicos. Além disso, a Anvisa também proibiu a fabricação, venda, distribuição, propaganda e uso de diversos fitoterápicos sem registro ou autorização sanitária.
- A medida atinge produtos da marca Status Verde e outros fitoterápicos, que não possuem registro, notificação ou cadastro sanitário exigidos pela legislação brasileira.
Foto: Reprodução
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da comercialização, distribuição e uso de medicamentos fabricados pelos laboratórios Hypofarma e Cimed após identificação de problemas em lotes específicos dos produtos. No caso da Hypofarma, a medida atinge o medicamento Fosfato Dissódico de Dexametasona 4 mg/ml solução injetável, utilizado como corticoide anti-inflamatório. Segundo a empresa, o lote 25091566 foi recolhido voluntariamente após registro de escurecimento da solução durante a diluição com determinados medicamentos. Já a Cimed informou o recolhimento voluntário do lote 2424299 dos medicamentos Atorvastatina Cálcica 40 mg e Rosuvastatina 20 mg, utilizados no controle do colesterol. De acordo com a fabricante, houve suspeita de mistura de embalagens, com cartuchos de Rosuvastatina identificados em unidades do lote de Atorvastatina. A Anvisa determinou a suspensão imediata da comercialização e uso dos produtos ligados ao lote. Além dos medicamentos industrializados, a agência sanitária também proibiu a fabricação, venda, distribuição, propaganda e uso de diversos fitoterápicos sem registro ou autorização sanitária. Entre os produtos proibidos estão Composto Cura Tudo, Composto Anti-álcool, Garrafada Cura Tudo, Ki Sinusite/Rinite, Composto Saúde do Homem, Composto Tira Fumo, Composto para Diabetes, Composto Taradão, Composto para Psoríase e Garrafada do Seu Geraldo. A medida também inclui todos os lotes de produtos da marca Status Verde, como Composto Anti-Diabetes, Valeriana Composta, Erva Baleeria e 7 Magnésios. Segundo a Anvisa, os produtos não possuem registro, notificação ou cadastro sanitário exigidos pela legislação brasileira.
Inflação de produtos ligados à Páscoa sobe 12,21% na Bahia, calcula Fecomércio
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Chocolate teve teve aumento de 22,15% em um ano; tendência é que preço do ovo da páscoa também esteja mas salgado
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- Os baianos terão que gastar um pouco mais na Semana Santa. A inflação de produtos ligados à ceia da Sexta-feira Santa subiu 12,21% no estado no período de um ano, segundo apontou a Fecomércio-BA. O índice é quase o dobro da inflação geral da região, que é de 6,51%. A grande vilã da Semana Santa dos baianos será a cebola, que teve um aumento médio de 40,95% em 12 meses. A menor oferta prevista no Nordeste e as chuvas de verão na região Sudeste atrapalharam a colheita e a distribuição entre as centrais de abastecimento, proporcionando esse aumento. Ainda segundo a Fecomércio-BA, os peixes subiram 1,96% em um ano, abaixo da inflação geral. O arroz, no entanto, ficou 16,28% mais caro. O chocolate também está com preço mais salgado. Junto com o achocolatado em pó, ele teve aumento de 22,15% em um ano. Já o chocolate em barra e o bombom subiram, em média, 11,02%. O ovo de páscoa não faz parte da pesquisa, mas, segundo a federação, a tendência é que este produto sazonal também sofrerá com preços altos, não só por causa do preço do chocolate, mas também pelo encarecimento das embalagens, da mão de obra, entre outros custos.
PRF apreende mais de 3,8 mil produtos falsificados em ônibus na Chapada
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Ocorrência foi encaminhada para a Polícia Civil de Seabra, pelos crimes de ordem tributária e de propriedade industrial
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Foto: Divulgação | PRF
- A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na tarde desta quinta-feira (21), um grande carregamento de produtos falsificados e/ou sem nota fiscal no km 408 da BR 242, trecho do município de Seabra, na região da Chapada Diamantina, na Bahia. De acordo com o órgão, foram encontrados, no bagageiro de um ônibus, mais de 3,8 mil peças do tipo. De acordo com as informações da polícia, no veículo, havia 540 calças estampando as marcas Colcci, Morena Rosa e Lança Perfume, sem embalagens com razão social e CNPJ. Além disso, o ônibus também transportava 2.951 acessórios para celular; 48 cabos de dados; 169 carregadores de celular; 11 carregadores veiculares; 93 fones de ouvido; 35 power banks; e 16 caixas de som, alguns com o uso indevido das marcas registradas Samsung, Apple e Xiaomi. Os produtos, conforme a PRF, tinham origem estrangeira, sem selos de certificação das agências reguladoras Inmetro, Anatel, nem descrição do importador. Os responsáveis, sendo eles remetente e destinatário, dos produtos falsificados foram identificados, indicou o órgão. A ocorrência foi encaminhada para a Polícia Civil de Seabra (BA), pelos crimes de ordem tributária e de propriedade industrial. Os produtos seguiram para Receita Federal, onde, segundo a polícia, serão tomadas as providências cabíveis.
PRF apreende carregamento de produtos falsificados na Chapada Diamantina
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Foram apreendidos 956 itens de vestuário, entre bolsas, bonés, camisas, calças e shorts de marcas como Prada, Chanel, Santa Lacoste e Tommy Hilfinger
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Foto: Divulgação | PRF
- Em uma fiscalização na tarde do último domingo (19), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 956 produtos sem nota fiscal. A ação foi registrada, no km 408 da BR 242, trecho de Seabra (BA), quando foi abordado um ônibus de transporte interestadual de passageiros que fazia a linha Aparecida de Goiânia(GO) para Irecê(BA). Durante vistoria ao compartimento de carga, os policiais encontraram fardos de vestuários e entre as mercadorias camisas, bolsas e eletrônicos falsificados, de marcas internacionalmente conhecidas. O motorista do veículo informou que se tratavam de encomendas apresentado duas notas fiscais. No entanto, ao entrar em contato com o representante das marcas encontradas, foram emitidos laudos que reforçaram as suspeitas de falsificação. Além disso, conferidas as peças junto às notas fiscais, foi possível verificar que as quantidades e tipos de vestuários não correspondem ao descrito nas notas, fato que caracteriza a fraude fiscal de omissão de quantidades e descrição real das mercadorias comercializadas e despachadas. Já os quatro relógios encontrados, do tipo smartswacth, não apresentam qualquer marca de fabricante, nem indicação de selo de orgãos reguladores (ANATEL, ABNT), nem manual do usuário e certificado de garantia. Foram apreendidos itens de vestuário, entre bolsas, bonés, camisas, calças e shorts de marcas como Prada, Chanel, Santa Lacoste e Tommy Hilfinger. Esses produtos falsificados são muitas vezes vendidas em lojas e revendidos como sendo originais. As mercadorias apreendidas foram apresentados na Delegacia de Polícia Judiciária local para instauração dos procedimentos cabíveis.























