Shein vai começar a produzir peças no Brasil a partir de julho
O anúncio foi feito por Fátima Bezerra, governadora do Rio Grande do Norte, estado onde a fábrica da varejista chinesa será instalada
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Foto: Reprodução
- A varejista chinesa, Shein, vai começar a produzir peças de roupa no Rio Grande do Norte, a partir de julho. O anúncio foi feito, nesta quinta-feira (29), pela governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), após reunião com que teve presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além do presidente da empresa chinesa para o Brasil e América Latina, Marcelo Claure, e com o presidente da brasileira Coteminas, Josué Gomes. "É parte de um processo de trocar a fabricação na China e trazer essa fabricação para o Brasil", afirmou Marcelo Claure, executivo da varejista chinesa. A Shein teria firmado compromisso diante do Ministério da Fazenda, a empresa pretende abrir cerca de 2 mil fábricas no país, empregando um total de 100 mil pessoas. Nesse processo serão investidos U$150 milhões.
Produção industrial registra queda de 0,6% em abril, aponta Ibge
O decréscimo acontece após o avanço de 1% verificado no mês anterior, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A produção industrial do país recuou 0,6% de março para abril, segundo dados divulgados pelo Ibge (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (2). O decréscimo acontece após o avanço de 1% verificado no mês anterior, quando interrompeu dois meses consecutivos de queda. Em relação a abril de 2022, a indústria teve retração de 2,7% na sua produção. No ano, acumula queda de 1% e, em 12 meses, variação negativa de 0,2%, segundo o órgão. Com esses resultados, a indústria ainda se encontra 2% abaixo do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 18,5% aquém do ponto mais alto da série histórica, obtido em maio de 2011.
Sem insumos, Butantan interrompe produção de vacinas contra Covid-19
Por: Adele Robichez
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O Instituto Butantan precisou interromper a produção da Coronavac, vacina contra a Covid-19 por falta de insumos. A informação foi revelada na noite de ontem (7) pela CNN. Apesar da paralisação, o instituto ainda conseguirá entregar 2,5 milhões de doses já prontas ao Ministério da Saúde na próxima semana e vai permanecer com a mesma meta de envio: 46 milhões de doses até abril. Uma nova remessa da matéria-prima, o Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), enviada pela empresa parceira Sinovac, na China, estava prevista para chegar amanhã (9), mas foi postergado. O novo prazo é no dia 15 de abril, com um lote suficiente para a fabricação de 10 milhões de doses.























