Número de pacientes com deformidades após procedimentos de dentista chega a 10 em Vitória da Conquista
Polícia Civil indiciou profissional por lesão corporal grave e exercício ilegal da medicina
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Foto: Divulgação | Polícia Civil
Chegou a 10 o número de pessoas que ficaram com deformidades permanentes depois de passarem por procedimentos estéticos realizados por uma dentista em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. A informação foi confirmada pela Polícia Civil, que concluiu nesta quinta-feira (4) mais um inquérito contra a profissional. De acordo com os laudos periciais, duas vítimas atendidas em maio de 2025 apresentaram cicatrizes de até 5 centímetros nas orelhas e abaixo do queixo. Esses cortes não estavam descritos no termo de consentimento assinado pelos pacientes. A dentista foi questionada se havia informado previamente sobre as incisões, mas preferiu permanecer em silêncio. Ela já havia sido indiciada em outros cinco inquéritos envolvendo oito pacientes. O Ministério Público apresentou denúncia contra a profissional em relação a sete vítimas. Segundo o Conselho Federal de Odontologia (CFO), procedimentos invasivos como os realizados pela investigada são proibidos para cirurgiões-dentistas
Cirurgiã-dentista é indiciada por causar deformidade permanente em 8ª paciente em Vitória da Conquista
Profissional já havia sido alvo de outros inquéritos por procedimentos estéticos irregulares
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Foto: Divulgação | Policia Civil
Uma cirurgiã-dentista foi indiciada pela Polícia Civil da Bahia nesta segunda-feira (24) por causar deformidade permanente em uma paciente em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado. Este é o oitavo caso registrado contra a profissional, que já responde por outros inquéritos relacionados a procedimentos estéticos irregulares. De acordo com a 1ª Delegacia Territorial de Vitória da Conquista, o procedimento ocorreu em 24 de abril de 2025. O laudo pericial apontou cicatrizes em diferentes regiões das orelhas e na papada da vítima, com cortes que variam entre 3 e 5,5 centímetros, além de uma marca de 4,5 centímetros abaixo do queixo. A polícia informou que a dentista já havia sido indiciada pelos mesmos crimes contra outras sete pacientes. Os procedimentos realizados por cirurgiões-dentistas são proibidos pela Resolução nº 230/2020 do Conselho Federal de Odontologia (CFO), que veda práticas médicas invasivas fora da área de habilitação da profissão. O Ministério Público da Bahia já ofereceu denúncia contra a investigada em relação a seis vítimas. O novo caso reforça a acusação de lesão corporal grave e exercício ilegal da medicina, crimes que seguem em investigação.























