Avanço do sarampo nas Américas faz Brasil reforçar vigilância
Avanço do sarampo nas Américas faz Brasil reforçar vigilância
País registrou 52 casos importados em 2026, mas segue livre de circulação endêmica da doença
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre o risco crescente de sarampo no Brasil, motivado pelo aumento de casos nos Estados Unidos – o maior número anual em mais de 35 anos – e em outros países das Américas, onde a maioria dos infectados não foi vacinada ou tem situação vacinal desconhecida.
- Até 5 de outubro, o Brasil registrou 52 casos importados (41 em São Paulo, 10 no Amazonas e 1 no Rio de Janeiro), mas ainda permanece livre da circulação endêmica. A recomendação é manter a vacinação em dia com a vacina tríplice viral, disponível gratuitamente pelo SUS, e procurar unidades de saúde para atualizar a caderneta de vacinação.
Foto: Reprodução
O Ministério da Saúde reforçou o alerta para o risco de sarampo no Brasil diante do aumento de casos nos Estados Unidos e em outros países das Américas. Segundo a pasta, os Estados Unidos registram o maior número anual de casos em mais de 35 anos, e mais de 90% dos infectados não foram vacinados ou têm situação vacinal desconhecida. No Brasil, até 5 de outubro, foram registrados 52 casos importados: 41 em São Paulo, 10 no Amazonas e um no Rio de Janeiro. Apesar dos registros, o país permanece classificado como livre da circulação endêmica do sarampo. A principal recomendação do Ministério da Saúde é manter a vacinação em dia. A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, está disponível gratuitamente pelo SUS. Em caso de doses atrasadas, a orientação é procurar uma unidade de saúde para atualizar a caderneta de vacinação.
Vacina Pneumo 20 chega ao SUS para idosos com 85 anos ou mais
Vacina Pneumo 20 chega ao SUS para idosos com 85 anos ou mais
Imunizante protege contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite; aplicação depende do histórico vacinal
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou a ampliação da vacinação com a Pneumo 20 na rede pública, permitindo que brasileiros com 85 anos ou mais recebam a dose pelo SUS. A nova fase visa imunizar mais de 2,3 milhões de idosos, buscando reduzir as altas taxas de internação (2.902,7 por 100 mil) e mortalidade (743,1 por 100 mil) por pneumonia registradas em 2025.
- Para a aplicação, basta comparecer à unidade de saúde com documento de identidade; a dose única é indicada para quem nunca recebeu vacina pneumocócica, enquanto quem já tem histórico com Pneumo 13, 15 ou 23 deve observar os intervalos recomendados. A Pneumo 20 também foi incluída no calendário infantil, com mais de um milhão de crianças menores de cinco anos vacinadas nos primeiros dois meses.
Foto: Leonardo Rattes / Saúde GovBA
O Ministério da Saúde anunciou a ampliação do acesso à vacina Pneumo 20 na rede pública. A partir desta nova etapa, pessoas com 85 anos ou mais passam a ter acesso ao imunizante pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A medida busca prevenir complicações graves provocadas por doenças pneumocócicas, principalmente entre os idosos, que são mais vulneráveis a infecções respiratórias. A estimativa do governo federal é imunizar mais de 2,3 milhões de pessoas nesta fase, com a meta de alcançar pelo menos 90% do público-alvo. A preocupação é reforçada pelos números de 2025, quando a taxa de internações por pneumonia entre brasileiros com 85 anos ou mais chegou a 2.902,7 por 100 mil habitantes. Já a taxa de mortalidade pela doença nessa faixa etária foi de 743,1 óbitos por 100 mil habitantes. A Pneumo 20 protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, responsável por infecções como pneumonia, meningite e otite média. A distribuição das doses para estados e municípios já foi iniciada, considerando a população local, a demanda e a disponibilidade de estoque. Para receber a vacina, o idoso ou seu responsável deve procurar uma unidade de saúde e apresentar documento oficial com foto que comprove a idade. Não é necessário apresentar receita médica. A indicação da dose, no entanto, depende do histórico de vacinação. Quem nunca recebeu vacina pneumocócica deve tomar uma dose única. Já quem recebeu outros imunizantes, como Pneumo 13, Pneumo 15 ou Pneumo 23, precisa respeitar os intervalos recomendados pelo Ministério da Saúde. Pessoas que já completaram determinados esquemas de vacinação podem não ter indicação para uma nova dose neste momento. A Pneumo 20 também foi incorporada ao calendário nacional de vacinação infantil em junho deste ano, para crianças menores de cinco anos. Segundo o Ministério da Saúde, mais de um milhão de crianças receberam o imunizante nos primeiros dois meses da campanha.
Brasil planeja criar centro nacional para resposta a epidemias e emergências em saúde
Estrutura deve ser implementada até 2027 para fortalecer a prevenção, monitoramento e combate a crises sanitárias e climáticas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Brasil planeja estabelecer o Centro Brasileiro de Emergências em Saúde Pública (Cbesp) até 2027, uma iniciativa crucial para fortalecer a prevenção e a resposta a epidemias, pandemias e outras crises sanitárias e climáticas. A proposta, que está em debate no governo federal com expectativa de avanço ainda este ano, foi idealizada pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS) e desenvolvida por especialistas. O Cbesp funcionará de forma integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado ao Ministério da Saúde e sob governança da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com o objetivo de institucionalizar a resposta a emergências como uma política permanente de Estado.
- Este novo centro terá uma atuação em rede com diversos órgãos públicos, universidades e centros de pesquisa, integrando áreas como saúde, meio ambiente, agricultura, ciência e tecnologia para ampliar a capacidade de monitoramento de riscos e coordenação de estratégias. Entre suas atribuições estarão a implementação da Política Nacional de Emergências de Sa
Foto: Reprodução | Canva imagens
O Brasil deve criar um Centro Brasileiro de Emergências em Saúde Pública (Cbesp) para reforçar a prevenção e a resposta a epidemias, pandemias e outras crises sanitárias e climáticas. A proposta, que está em discussão no governo federal, prevê a implementação da estrutura até 2027, com expectativa de que o projeto de criação avance ainda este ano. Idealizado pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS), o centro foi desenvolvido por especialistas de diversas instituições e deverá funcionar de forma integrada ao Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado ao Ministério da Saúde e com governança da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A iniciativa busca transformar a resposta a emergências em uma política permanente de Estado, reduzindo impactos de mudanças de governo. Segundo o diretor-presidente do ITpS, Gerson Penna, a proposta prevê atuação em rede com o Ministério da Saúde, secretarias estaduais e municipais, universidades, centros de pesquisa e outros órgãos públicos. O objetivo é integrar áreas como saúde, meio ambiente, agricultura, ciência e tecnologia para ampliar a capacidade de prevenção e resposta a ameaças sanitárias. Entre as atribuições do novo centro estarão o monitoramento de riscos, a coordenação de estratégias de prevenção e combate a epidemias, além da implementação da Política Nacional de Emergências de Saúde Pública. A estrutura também deverá atuar diante de desafios relacionados às mudanças climáticas, ao desmatamento e ao aumento do risco de surgimento de novas doenças. A proposta ganhou força após a pandemia de Covid-19. Para os idealizadores, a crise evidenciou falhas na coordenação das ações de enfrentamento e mostrou a necessidade de uma estrutura técnica permanente. O ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão afirmou que o centro permitirá respostas mais rápidas e articuladas, com uma equipe especializada dedicada exclusivamente ao gerenciamento de emergências sanitárias. De acordo com a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, o governo trabalha em um projeto de lei para criar uma política de Estado voltada às emergências em saúde pública. Enquanto o texto é discutido, o Ministério da Saúde e a Fiocruz avaliam o modelo de funcionamento da nova estrutura.
SUS passa a oferecer vacina Pneumo 20 para crianças
SUS passa a oferecer vacina Pneumo 20 para crianças
Novo imunizante protege contra 20 tipos da bactéria responsável por doenças graves como pneumonia, meningite e sepse; vacinação começa ainda em junho.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério da Saúde anunciou a inclusão da vacina Pneumo 20 no Calendário Nacional de Vacinação Infantil do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir da segunda quinzena de junho. A nova vacina, que protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, será oferecida gratuitamente a crianças de até cinco anos em todo o país, representando uma evolução em relação à versão anterior que cobria dez sorotipos. O anúncio foi feito pelo ministro Alexandre Padilha, destacando o início da distribuição das primeiras doses e a previsão de vacinação a partir de meados de junho.
- A incorporação da Pneumo 20 é estratégica para combater o aumento de doenças pneumocócicas graves, como pneumonia e meningite, que causaram milhares de casos e óbitos recentes no Brasil. Além das crianças, grupos prioritários como indígenas, idosos acamados e pessoas com condições clínicas especiais também terão acesso ao imunizante. A gratuidade da vacina no SUS elimina o custo de mais de R$ 500 por dose na rede privada, beneficiando milhões de famílias, com a previsão de mais de 6 milhões de doses disponibilizadas ainda em 2026 para reforçar a cobertura vacinal.
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O Ministério da Saúde anunciou uma das mais importantes novidades do calendário vacinal infantil dos últimos anos. A partir da segunda quinzena de junho, o Sistema Único de Saúde (SUS) passará a oferecer gratuitamente a vacina Pneumo 20 para crianças de até cinco anos de idade em todo o país. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (3) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Segundo a pasta, a distribuição das primeiras doses já começou e a expectativa é que a vacinação tenha início por volta do dia 15 de junho, conforme os imunizantes forem chegando aos estados e municípios. A Pneumo 20 é considerada uma evolução da vacina atualmente utilizada na rede pública. Enquanto a versão anterior protegia contra dez sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, a nova formulação amplia a cobertura para 20 variantes do microrganismo, responsável por doenças graves como pneumonia, meningite bacteriana, sepse, sinusite e infecções no ouvido. A ampliação da proteção é vista como estratégica diante do aumento recente dos casos de doenças pneumocócicas no Brasil. Dados do Ministério da Saúde apontam que, entre 2023 e 2025, foram registrados cerca de 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e mais de 1,4 mil mortes em todo o país. Entre crianças menores de cinco anos, foram contabilizados 616 casos e 188 óbitos no período. Além das crianças, a vacina também será destinada a grupos prioritários específicos, incluindo povos indígenas, idosos acamados ou institucionalizados e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Outro destaque é o impacto financeiro para as famílias. Na rede privada, a Pneumo 20 pode custar mais de R$ 500 por dose. Com a incorporação ao SUS, milhões de crianças terão acesso gratuito ao imunizante. A previsão do governo federal é disponibilizar mais de 6 milhões de doses da vacina ainda em 2026, reforçando a estratégia nacional de ampliação da cobertura vacinal e prevenção de doenças que continuam representando risco para a população infantil.
























