Direita amplia força nos Estados e vence 10 de 19 governos no primeiro turno
Direita amplia força nos Estados e vence 10 de 19 governos no primeiro turno
Candidatos de PL, Republicanos e PP conquistam dez dos 19 governos estaduais já definidos; campo vence em São Paulo, Minas e Paraná e amplia presença em diferentes regiões
Por: Hugo Henud
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- A reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos) no primeiro turno em São Paulo simboliza a crescente força da direita nas disputas estaduais, com 10 dos 19 governos já definidos conquistados por candidatos do PL, Republicanos ou PP. O PL liderou com vitórias em Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rondônia e Roraima, enquanto o Republicanos garantiu São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso, e o PP venceu em Mato Grosso do Sul e Paraíba.
- Essas conquistas dão à direita um peso decisivo nas duas maiores colégios eleitorais – São Paulo e Minas Gerais – e ampliam sua presença em todas as regiões do país, preparando uma rede de apoio crucial para o segundo turno da eleição presidencial, onde Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se enfrentarão.
Foto: Pablo Jacob | Governo SP
A reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos) no primeiro turno em São Paulo foi o principal símbolo da força da direita nas disputas estaduais deste domingo, 4. Dos 19 governos já definidos sem necessidade de uma nova votação, dez foram conquistados por candidatos de PL, Republicanos ou PP, resultado que amplia a presença desse campo político nos Estados e lhe garante máquinas regionais importantes para os próximos quatro anos. O avanço ocorreu em diferentes regiões do País. O PL conquistou cinco governos: Paraná, com Sergio Moro; Santa Catarina, com Jorginho Mello; Rio Grande do Sul, com Zucco; Rondônia, com Marcos Rogério; e Roraima, com Arthur Henrique. O Republicanos venceu outros três: São Paulo, com Tarcísio; Minas Gerais, com Cleitinho; e Mato Grosso, com Otaviano Pivetta. Pelo PP, Eduardo Riedel venceu em Mato Grosso do Sul e Lucas Ribeiro, na Paraíba. O PT garantiu três governos no primeiro turno, com Rafael Fonteles, no Piauí, Jerônimo Rodrigues, na Bahia, e Elmano de Freitas, no Ceará. O PSD, de centro direita, venceu quatro disputas: Dr. Furlan, no Amapá; Raquel Lyra, em Pernambuco; Fábio Mitidieri, em Sergipe; e Eduardo Braide, no Maranhão. Também foram eleitos em primeiro turno Daniel Vilela (MDB), em Goiás, e Dr. Daniel (Podemos), no Pará. O resultado ganha peso porque a direita ficou com São Paulo e Minas Gerais, os dois maiores colégios eleitorais do País, e acrescentou agora o Paraná ao mapa de vitórias no primeiro turno. O campo também consolidou posições no Sul, no Centro-Oeste e no Norte. A distribuição mostra que o desempenho não ficou restrito a uma única região e reforça uma tendência de avanço de candidaturas de direita identificada ao longo da campanha. A força conquistada nos Estados passa agora a ter efeito imediato na disputa nacional. Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avançaram para o segundo turno da eleição presidencial, e governadores alinhados às duas candidaturas poderão ser mobilizados nas próximas três semanas para ampliar palanques regionais, organizar alianças e buscar votos nos respectivos Estados. Nesse desenho, a direita chega ao segundo turno presidencial respaldada por uma rede capilarizada de governadores e por vitórias em alguns dos principais colégios eleitorais do País. O tamanho desse capital político começará a ser testado já nas próximas três semanas, quando Tarcísio e outros governadores eleitos terão de mostrar até que ponto a força conquistada nas urnas estaduais pode ser transferida para a disputa pelo Palácio do Planalto.
Caiado e Zema criticam decisões judiciais após cancelamento de debate da Globo
Caiado e Zema criticam decisões judiciais após cancelamento de debate da Globo
Presidenciáveis classificaram o episódio como prejuízo à democracia e questionaram decisões do STF e do TSE.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Os candidatos à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) condenaram as decisões do STF e do TSE que culminaram no cancelamento do debate presidencial da TV Globo, marcado para a noite de 1º de outubro. Em entrevistas e nas redes sociais, ambos qualificaram o episódio de “atentado à democracia” e acusaram os ministros Gilmar Mendes e Estela Aranha de interferir no processo eleitoral.
- Além da ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da desistência de Flávio Bolsonaro, a mudança nas regras de representação de candidatos ausentes e a inclusão de Renan Santos (Missão) foram apontadas como fatores que motivaram a suspensão. Caiado e Zema alertaram que a falta do confronto eleitoral representa prejuízo ao voto e à confiança dos quase 60 milhões de eleitores brasileiros.
Foto: Reprodução - TV Globo
Os candidatos à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) criticaram as decisões judiciais que contribuíram para o cancelamento do debate presidencial da TV Globo, previsto para a noite desta quinta-feira (1º). Em entrevistas e manifestações nas redes sociais, os dois classificaram o episódio como um prejuízo à democracia e questionaram a atuação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Caiado chamou o cancelamento de “atentado à democracia brasileira” e afirmou que as decisões comprometeram o processo eleitoral. “Destruíram o processo eleitoral no país. Nós não tivemos a oportunidade de poder promover debates”, declarou. O candidato também utilizou a expressão “ditadura da toga” ao criticar decisões dos ministros Gilmar Mendes e Estela Aranha. “As pessoas precisam acreditar no voto, porque hoje estão quase 60 milhões de brasileiros desesperançosos, porque não enxergam no voto a capacidade de poder mudar o rumo do país”, afirmou. Zema também criticou o cancelamento e disse que a ausência do confronto representa uma perda para o país. “Quem está perdendo é o Brasil, é a nossa democracia”, declarou. O ex-governador de Minas Gerais classificou a situação como “vergonha nacional” e mencionou reportagens da imprensa internacional sobre o STF. Ele ainda acusou o ministro Flávio Dino de atuar para beneficiar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que o indicou ao Supremo. “Com certeza, Dino está querendo beneficiar o Lula, mas no dia 4, o brasileiro dará a resposta”, afirmou. Zema também declarou que manterá sua candidatura. A TV Globo anunciou o cancelamento após decisões judiciais alterarem regras previamente acordadas para o debate. Entre elas, uma determinação da ministra Estela Aranha, do TSE, sobre a representação de candidatos ausentes, e uma decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, que assegurou a participação de Renan Santos (Missão). A ausência de Lula e a desistência de Flávio Bolsonaro (PL) também fizeram parte do contexto que levou à suspensão do evento.
Lula lidera disputa presidencial na Bahia com 48,6%, aponta pesquisa Ipsensus
Lula lidera disputa presidencial na Bahia com 48,6%, aponta pesquisa Ipsensus
Levantamento mostra vantagem ampla do petista sobre Flávio Bolsonaro no estado
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o líder na corrida presidencial na Bahia, de acordo com uma pesquisa divulgada pela Ipsensus. Lula tem 48,6% das intenções de voto, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro com 32,4%.
- A pesquisa ouviu 1.500 eleitores em diferentes regiões da Bahia e tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) sob o número BA-07247/2026.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece na liderança da corrida presidencial na Bahia, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira (21) pelo instituto Ipsensus. O levantamento, realizado entre os dias 9 e 13 de maio, mostra Lula com 48,6% das intenções de voto no estado. Na segunda colocação está o senador Flávio Bolsonaro (PL), que registra 32,4% das preferências entre os eleitores baianos. Em seguida aparecem o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), com 3,7%, e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), que soma 2,3%. Outros nomes citados foram Augusto Cury (Avante), com 1,2%; Renan Santos (Missão), com 1,1%; Aldo Rebelo (DC), com 0,5%; Cabo Daciolo (PMN), também com 0,5%; e Samara Martins (UP), que não pontuou. Brancos e nulos somam 3,1%, enquanto 6,6% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder. A pesquisa ouviu 1.500 eleitores em diferentes regiões da Bahia e tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) sob o número BA-07247/2026.
Pesquisa Vox Brasil mostra Lula à frente de Flávio Bolsonaro
Pesquisa Vox Brasil mostra Lula à frente de Flávio Bolsonaro
Pesquisa divulgada nesta quarta-feira mostra presidente à frente nas simulações de primeiro e segundo turno para a eleição presidencial de 2026
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Pesquisa da Vox Brasil divulgada em 20 de maio de 2026 aponta Luiz Inácio Lula da Silva na liderança das intenções de voto para a eleição presidencial de 2026, tanto em cenários de primeiro quanto de segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro. De acordo com a pesquisa, Lula aparece com 46,8% das intenções de voto na simulação de segundo turno.
- A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 19 de maio de 2026, com 2.100 entrevistas em diferentes regiões do país. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A corrida presidencial de 2026 ainda está em fase inicial.
Foto: Reprodução
Levantamento divulgado nesta quarta-feira (20) pela Vox Brasil aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança das intenções de voto para a eleição presidencial de 2026, tanto em cenários de primeiro quanto de segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro. Na simulação de segundo turno, Lula aparece com 46,8% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 38,1%. Já no cenário estimulado de primeiro turno, o presidente soma 41,5% das intenções. Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 32,1%. Na sequência estão Ronaldo Caiado, com 5,9%; Romeu Zema, com 4,1%; Renan Santos, com 1,5%; Augusto Cury, com 0,3%; Cabo Daciolo, com 0,2%; e Aldo Rebelo, com 0,1%. Segundo a pesquisa, 4,9% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados. Outros 9,4% disseram não saber ou preferiram não responder. O levantamento foi realizado entre os dias 17 e 19 de maio de 2026, com 2.100 entrevistas em diferentes regiões do país. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A corrida presidencial de 2026 ainda está em fase inicial, e os principais partidos seguem em processo de articulação para definição de alianças e candidaturas oficiais.
























