Vice-prefeito de Paramirim, João de Almeida, morre aos 73 anos
Vice-prefeito de Paramirim, João de Almeida, morre aos 73 anos
Político estava internado desde 5 de setembro e enfrentava um câncer diagnosticado após as eleições
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- João de Almeida, vice‑prefeito de Paramirim (Bahia), faleceu aos 73 anos na madrugada de 16 de setembro, após internação desde 5 de setembro no Hospital Municipal Aurélio Rocha devido a um câncer diagnosticado após o período eleitoral. A morte ocorreu no mesmo dia em que a cidade celebra o aniversário de sua emancipação política, gerando comoção na comunidade.
- O prefeito João Ricardo (Avante) divulgou nota de pesar, destacando a dedicação de Almeida ao município, e a Prefeitura decretou luto oficial de sete dias. Até o momento, ainda não foram divulgados detalhes sobre velório e sepultamento.
Foto: Reprodução
O vice-prefeito de Paramirim, no Sertão Produtivo, sudoeste da Bahia, João de Almeida (Avante), morreu aos 73 anos na madrugada desta quarta-feira (16). Ele estava internado desde o dia 5 de setembro no Hospital Municipal Aurélio Rocha e, segundo informações divulgadas pela imprensa local, enfrentava um câncer diagnosticado após o período eleitoral. A morte ocorreu justamente na data em que Paramirim celebra o aniversário de sua emancipação política. João de Almeida teve uma trajetória ligada à política municipal e à zona rural de Paramirim. Em nota de pesar, o prefeito João Ricardo (Avante) lamentou a morte do vice-prefeito e destacou sua dedicação ao município. A Prefeitura de Paramirim decretou luto oficial de sete dias. Até o momento, informações sobre o local e os horários do velório e do sepultamento ainda não haviam sido divulgadas.
MP recomenda suspensão de contratos de shows do São João de Paramirim por cachês superfaturados
Contratações de Rey Vaqueiro e Léo Foguete, de R$ 450 mil cada, estão no centro da recomendação
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia recomendou à Prefeitura de Paramirim que suspenda contratos de shows para os festejos de Santo Antônio de 2026 devido a valores considerados excessivos. A promotoria afirma que os valores pagos aos cantores Rey Vaqueiro e Léo Foguete ultrapassam os limites estabelecidos pela Nota Técnica Conjunta nº 01/2026, o que pode comprometer serviços essenciais do município.
- A recomendação também menciona a possível contratação da dupla Maiara e Maraisa, cujos valores acima de R$ 700 mil precisam ser comprovados pela prefeitura. Além disso, a prefeitura também deve fornecer os processos de contratação ao MP-B.A
Foto: Divulgação | Nathan Souza
O Ministério Público da Bahia (MP‑BA) recomendou que a Prefeitura de Paramirim, no centro‑sul do estado, suspenda contratos firmados para os festejos de Santo Antônio de 2026. A medida atinge, inicialmente, os shows dos cantores Rey Vaqueiro e Léo Foguete, contratados por R$ 450 mil cada. A Promotoria afirma que os valores ultrapassam os limites considerados adequados pela Nota Técnica Conjunta nº 01/2026, elaborada pelo MP‑BA, Tribunal de Contas do Estado (TCE‑BA) e Tribunal de Contas dos Municípios (TCM‑BA). O documento orienta que os municípios utilizem como referência a média dos cachês pagos durante o São João de 2025, corrigidos pelo IPCA. No caso de Rey Vaqueiro, a média registrada no ano passado foi de R$ 280 mil, chegando a R$ 290,3 mil após atualização. O valor contratado por Paramirim seria 60,71% maior. Para Léo Foguete, a média de 2025 foi de R$ 350 mil, corrigida para R$ 362,9 mil, diferença de 28,57% em relação ao contrato firmado. O MP‑BA também mencionou a possível contratação da dupla Maiara e Maraisa, que costuma cobrar valores acima de R$ 700 mil na Bahia. Caso o município ultrapasse esse patamar, deverá comprovar capacidade financeira para arcar com a despesa sem comprometer serviços essenciais. A recomendação aponta ainda que outras atrações anunciadas pela prefeitura — como Waldonys, Marcynho Sensação, Vitinho Forró, Xodó da Bahia e Bonde da 51 — não tiveram contratos localizados no Painel Nacional de Contratações Públicas (PNCP), como exige a legislação. A gestão municipal tem cinco dias úteis para informar se cumprirá a recomendação e enviar os processos de contratação ao MP‑BA. A Prefeitura de Paramirim ainda não se manifestou sobre o assunto.
























