Aplicativo Preço da Hora ajuda compras de Natal na Bahia
Ferramenta do governo baiano permite comparar valores de mais de 500 mil produtos, identificar melhores horários de compra e receber alertas personalizados.
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Foto: Matheus Lens/Sefaz-BA
O aplicativo Preço da Hora Bahia, desenvolvido pelo Governo do Estado, tornou-se uma ferramenta útil para consumidores que buscam preços mais baixos em itens típicos do período natalino, como panetones, aves especiais e presentes. A plataforma utiliza dados das notas fiscais eletrônicas emitidas por estabelecimentos comerciais em toda a Bahia, permitindo identificar os menores preços entre mais de 500 mil produtos.Disponível gratuitamente para Android e iOS, e também pelo site precodahora.ba.gov.br, o aplicativo é gerenciado pela Secretaria da Fazenda (Sefaz-BA) e desenvolvido pela Prodeb. Já ultrapassa 1 milhão de downloads e registra mais de 1 milhão de consultas mensais, demonstrando ampla adesão entre os usuários.Uma pesquisa por itens de Natal evidencia a vantagem de consultar o aplicativo antes das compras. Em Salvador, um panetone de marca conhecida apresentou variação de 42,6% entre os estabelecimentos consultados. A ave chester, também de marca reconhecida, registrou diferença de 29,65%. Um celular de mesmo modelo e fabricante teve variação de 45,34%, enquanto uma bola de futebol simples apresentou oscilação de 7,41%.Além da consulta de preços, o usuário pode compartilhar ofertas nas redes sociais e verificar o horário de menor movimento nas lojas por meio da funcionalidade “Melhor hora”. O recurso utiliza o monitoramento do volume de notas fiscais emitidas entre 7h e 21h para estimar o fluxo de consumidores ao longo do dia.Nos resultados das buscas, o aplicativo exibe a data e o horário da venda pelo preço consultado, além do telefone e da rota para chegar ao estabelecimento. Ao realizar cadastro gratuito, o usuário acessa funções adicionais, como o Alerta de Preços, que permite definir um valor alvo e ser notificado quando o produto estiver sendo vendido por preço igual ou inferior.A Sefaz-BA destaca que, diante de valores muito abaixo da média do mercado, é recomendável confirmar com o estabelecimento se a oferta ainda está vigente, já que algumas promoções podem ser restritas a públicos específicos.
Acelen diz que se manterá independente em relação à nova política de preços da Petrobras
A empresa reafirmou sua definição de preços a partir de uma fórmula objetiva, homologada pela agência reguladora
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Foto: Sindipetro
- A Acelen, empresa responsável pela Refinaria de Mataripe, informou, nesta terça-feira (16), que não vai seguir a política de preços da Petrobras, aprovada na última segunda (15). Reafirmando sua autonomia, a empresa disse que “possui uma política de preços independente e transparente, a partir de uma fórmula objetiva, homologada pela agência reguladora” - a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Brasil. A Acelen informou ainda que os custos do petróleo, do dólar e do frete, em consonância com as práticas internacionais de mercado, se manterão como critérios seguidos pela empresa em sua política de preços. “Reforçando essa política independente, a Acelen vem reduzindo os preços há cerca de dois meses já”, afirmou, em nota. As informações são do site Metro 1. Decisão da Petrobras - A decisão da estatal implica no fim da paridade de preços do petróleo e dos combustíveis derivados, como gasolina e diesel, com o dólar e o mercado internacional. Pela regra em vigor desde 2016, com o governo do ex-presidente Michel Temer (MDB), o governo não podia intervir nos preços da estatal para diminui-los. No cálculo anterior, chamado de Preço de Paridade de Importação (PPI), a Petrobras considerava o valor do petróleo no mercado global e custos logísticos como o fretamento de navios, as taxas portuárias e o uso dos dutos internos para transporte.
Petrobras volta a confirmar discussão sobre mudança na política de preço dos combustíveis
A empresa afirma que as mudanças eventuais estarão pautadas em estudos técnicos, observando as práticas de governança e os procedimentos internos aplicáveis.
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Em comunicado ao mercado na tarde deste domingo (14), a Petrobras confirmou que está discutindo internamente alterações em suas políticas de preço para diesel e gasolina, que devem ser analisadas pela diretoria executiva no início da semana e que poderão resultar em uma nova estratégia comercial para definição de preços desses combustíveis. A Petrobras divulgou ainda que mudanças eventuais estarão pautadas em estudos técnicos, observando as práticas de governança e os procedimentos internos aplicáveis. Na última sexta-feira (12), o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, já havia declarado que a companhia iria reavaliar o preço dos combustíveis nesta semana e divulgar informações sobre a sua nova estratégia de preços, segundo informações do Estadão/Broadcast. Prates declarou que: "o critério (dos preços) vai ser de estabilidade versus volatilidade. Não precisamos voltar ao tempo em que não houve nenhum reajuste, como em 2006 e 2007, mas também não precisamos voltar à maratona de 118 reajustes no ano em um único combustível, como em 2017, o que levou à greve dos caminhoneiros", disse, durante coletiva de imprensa na sexta.
Governo federal tem plano para vender passagem aérea a R$ 200
O ministro de Portos e Aeroportos afirmou que o programa irá contemplar aposentados, funcionários públicos e estudantes
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O governo federal prepara um plano para vender passagens aéreas a R$ 200, segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França. Ao jornal Correio Braziliense, o ministro afirmou que o programa irá contemplar aposentados, funcionários públicos e estudantes. O plano será voltado para pessoas com salário de até R$ 6,8 mil. “O que estamos buscando é comprar a ociosidade dos espaços. As companhias brasileiras chegam na faixa de 30 milhões de passageiros, cada uma delas, operando com 78% a 80% de vagas ocupadas. Outras 20% saem vazias. Eu quero essas vagas para as pessoas que não voam”, disse Márcio França.
Cesta básica chega a subir mais de 30% em um ano
Por: Luciana Freire
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- O custo médio da cesta básica de alimentos subiu, em um ano, em todas as cidades que fazem parte do levantamento feito pelo Dieese. O maior percentual foi registrado em Brasilia, onde o preço do conjunto de alimentos básicos subiu 31,65%. De outubro de 2020 a outubro deste ano, tiveram fortes altas as cidades de Campo Grande (25,62%), Curitiba (22,79%) e Vitória (21,37%), aponta a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo órgão em 17 capitais. Já entre janeiro e outubro deste ano, todas as capitais acumularam alta, com taxas entre 1,78%, em Salvador, e 18,42%, em Curitiba. O cálculo é feito levando em consideração uma família de quatro pessoas, com dois adultos e duas crianças.























