Jovem denuncia chantagem e ameaças da locadora em Guanambi
Jovem denuncia chantagem e ameaças da locadora em Guanambi
Segundo a inquilina, o aluguel está em dia e a cobrança extra surgiu após três meses de moradia.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma jovem de 18 anos em Guanambi denunciou à Polícia Militar que recebeu mensagens ameaçadoras da proprietária do imóvel onde mora, após contestar a cobrança de uma taxa extra pelo uso de um porão. A inquilina afirma que o aluguel está em dia e que a taxa nunca havia sido cobrada nos três meses de residência, mas a locadora passou a exigir o pagamento separado, gerando o conflito.
- A polícia compareceu ao endereço, ouviu a vítima e orientou que fosse registrado um boletim de ocorrência na Delegacia Territorial para investigação e adoção das medidas legais cabíveis. O caso destaca a importância de conhecer os direitos do inquilino e de evitar práticas abusivas em contratos de locação.
Foto: Reprodução
Uma discussão por causa da cobrança de uma taxa extra terminou em denúncia de ameaças e intimidação em Guanambi. Uma jovem de 18 anos procurou a Polícia Militar na tarde de quinta-feira (3), afirmando que vinha recebendo mensagens ofensivas da proprietária do imóvel onde mora, no Bairro Paraíso. Segundo a inquilina, o aluguel da casa está em dia, mas a locadora passou a exigir o pagamento separado de uma taxa pelo uso de um porão, cobrança que, de acordo com a jovem, nunca havia sido feita nos três meses anteriores em que reside no imóvel. Ainda conforme o relato, após questionar a cobrança, ela começou a receber mensagens com conteúdo intimidatório pelo WhatsApp. A Polícia Militar foi até o endereço, ouviu a vítima e orientou que ela registrasse um boletim de ocorrência na Delegacia Territorial para que o caso seja investigado e as medidas legais cabíveis sejam adotadas.
PF faz buscas em escritório de advocacia em Teixeira de Freitas durante operação contra litigância abusiva
Ação ocorreu nesta quinta-feira (3), no Centro de Teixeira de Freitas; investigação apura possível uso de documentos falsificados ou reutilizados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal realizou nesta quinta‑feira (3) dois mandados de busca e apreensão em um escritório de advocacia no Centro de Teixeira de Freitas, Bahia, como parte da Operação Litigância Predatória, que investiga supostas práticas abusivas em processos previdenciários no âmbito do TRF‑1.
- A ação, autorizada pela 17ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária da Bahia, surgiu a partir de relatórios da Advocacia‑Geral da União e análises do Núcleo de Inteligência Previdenciária (CGINP/MPS), buscando identificar documentos falsificados, adulterados ou reutilizados e possíveis fraudes sistemáticas em demandas previdenciárias.
Foto: Reprodução
A Polícia Federal cumpriu dois mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira (3) em um escritório de advocacia localizado no Centro de Teixeira de Freitas, no Extremo Sul da Bahia. A ação faz parte da Operação Litigância Predatória, que investiga suspeitas de práticas abusivas em processos previdenciários apresentados no âmbito do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). De acordo com a Polícia Federal, a investigação apura indícios de que ações judiciais possam ter sido ajuizadas com documentos falsificados, adulterados ou reutilizados em diferentes processos. As medidas foram autorizadas pela 17ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária da Bahia. As apurações começaram a partir de informações reunidas em relatórios da Advocacia-Geral da União (AGU) e de análises realizadas pelo Núcleo de Inteligência Previdenciária (CGINP/MPS). A investigação busca identificar a origem das possíveis irregularidades e verificar se houve uso sistemático de documentos ou outros mecanismos para sustentar ações previdenciárias consideradas abusivas.
























