Guanambi perde inclusão em programa que previa investimento de R$ 77 milhões no aeroporto
Terminal é administrado pela Infracea e recebe subsídio anual da Prefeitura de Guanambi.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Aeroporto de Guanambi foi retirado da lista de aeroportos que seriam concedidos à iniciativa privada pelo Governo Federal, conforme publicação no Diário Oficial da União em 8 de setembro. A decisão exclui o terminal baiano do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e do Programa Nacional de Desestatização (PND), removendo também outros cinco aeroportos sem explicação oficial.
- Com a retirada, o projeto AmpliAR, que previa R$ 77 milhões para modernização e expansão, foi suspenso. O aeroporto, atualmente administrado pela Infracea e subsidiado em cerca de R$ 1,3 milhão pela prefeitura, permanece fora das concessões, que agora incluem apenas 13 aeroportos, entre eles Lençóis e Paulo Afonso.
Foto: Divulgação
O Aeroporto de Guanambi foi retirado da lista de aeroportos que seriam concedidos à iniciativa privada pelo Governo Federal. A decisão foi publicada nesta terça-feira (8) no Diário Oficial da União e exclui o terminal baiano do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e do Programa Nacional de Desestatização (PND). A resolução também retirou outros cinco aeroportos da relação de empreendimentos qualificados, mas não apresenta os motivos da mudança. Com isso, Guanambi deixa de participar do programa AmpliAR, que previa um investimento de R$ 77 milhões para modernização, ampliação da estrutura e possibilidade de novos voos. Atualmente, o aeroporto é administrado pela concessionária Infracea e recebe um subsídio anual de cerca de R$ 1,3 milhão da Prefeitura de Guanambi. Após a nova decisão, permanecem na lista de concessões apenas 13 aeroportos, entre eles os terminais baianos de Lençóis e Paulo Afonso.
PPI aprova concessão dos outros 2 trechos da Ferrovia Oeste-Leste
PPI aprova concessão dos outros 2 trechos da Ferrovia Oeste-Leste
1º trecho foi leiloado no começo do mês
Por: Ludmylla Rocha
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- O conselho do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos) aprovou nesta terça-feira (27) a qualificação dos outros 2 trechos da Fiol (Ferrovia de Integração Oeste-Leste). O 1º foi concedido no último dia 8 para a Bamin (Bahia Mineração), que pagou R$ 32,73 milhões em outorgas. Com a recomendação, falta o aval do presidente Jair Bolsonaro por decreto. A partir daí o processo de concessão avança para a fase de estudos, audiências públicas, avaliação da agência reguladora, TCU (Tribunal de Contas da União) e, enfim, a realização do certame. Com 537 quilômetros de extensão, a via já leiloada ligará Ilhéus a Caetité, na Bahia. O projeto auxiliará o escoamento do minério de ferro produzido na região de Caetité e da produção de grãos e minério do Oeste da Bahia pelo Porto Sul, complexo portuário a ser construído nas imediações de Ilhéus. O interesse da Bamin era previsto já que a empresa opera a Mina Pedra de Ferro, em Caetité. A Fiol 2 ligará Caetité a Barreiras, também na Bahia. Já a Fiol 3, conectará Barreiras a Figueirópolis, no Tocantins. Ao todo, o PPI trabalha com 103 ativos a serem concedidos para a iniciativa privada em 2021. A expectativa é que sejam obtidos R$ 445,6 bilhões em investimentos nesses empreendimentos ao longo dos contratos. Destes, R$ 55 bilhões virão de certames já agendados. Eis a apresentação (6 MB) referente a reunião realizada nesta 3ª feira.
























