BTG/Nexus: Flávio Bolsonaro tem 46,5% das intenções de voto, contra 45,9% de Lula, mostra pesquisa
No levantamento anterior, senador registrou 48% das intenções de voto, enquanto presidente tinha 45%
Por: Rayllanna Cardoso e Elizabeth Lopes
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- A pesquisa Nexus, contratada pelo BTG Pactual, indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) tem 46,5% das intenções de voto para o segundo turno da eleição presidencial, ligeiramente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que registra 45,9%. Os números apontam para um empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, e a nova forma de registro com casas decimais mostra Flávio com 50,3% dos votos válidos contra 49,7% de Lula.
- Na rodada anterior, Flávio aparecia com 47,9% e Lula com 45,1%, enquanto a rejeição ao presidente Lula caiu para 47,8% e a de Flávio Bolsonaro ficou em 46,8%. A pesquisa ouviu 2.002 eleitores por telefone entre 16 e 18 de outubro, com nível de confiança de 95% e está registrada no TSE sob o protocolo BR‑04499/2026.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 46,5% das intenções de voto no segundo turno da eleição presidencial, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 45,9%, segundo pesquisa Nexus divulgada nesta segunda-feira, 19. Os dados apontam para empate técnico dentro da margem de erro do levantamento, de dois pontos porcentuais. A Nexus informou que, a partir desta rodada, passa a publicar os percentuais de intenções de voto com casa decimal. Os dados da série histórica também foram reapresentados nesse formato. Segundo o instituto, devido ao arredondamento, a soma dos percentuais pode variar de 99,9% a 100,1%. Na rodada anterior, divulgada na semana passada, Flávio tinha 47,9% das intenções de voto, enquanto Lula aparecia com 45,1%, de acordo com a nova forma de registro das intenções de voto. Sem casa decimal, o resultado foi de 48% ante 45%. Contratada pelo BTG Pactual, a Nexus ouviu 2.002 eleitores por telefone entre os dias 16 e 18 de outubro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, e o nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04499/2026. Considerando apenas os votos válidos, ou seja, excluindo os brancos, nulos e indecisos, o resultado da nova pesquisa BTG/Nexus aponta Flávio com 50,3% e Lula, com 49,7%. No resultado oficial do primeiro turno, em 4 de outubro, Flávio Bolsonaro recebeu 47,03% dos votos válidos e Lula, 45,16%. Rejeição - O presidente Lula é rejeitado 47,8% do eleitorado, enquanto 46,8% rechaçam Flávio Bolsonaro. A rejeição ao petista caiu 2,8 pontos porcentuais desde o último levantamento (de 50,6% para 47,8%), enquanto a de Flávio Bolsonaro oscilou 0,2 ponto (de 47% para 46,8%).
Flávio critica uso de bolsas públicas em áreas que, segundo ele, não agregam
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Candidato também prometeu ampliar títulos de propriedade e crédito para produtores rurais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Flávio Bolsonaro (PL) defendeu, durante visita a São Luís (MA), que os recursos públicos destinados a bolsas de estudo sejam direcionados prioritariamente a áreas como tecnologia, inovação e inteligência artificial, criticando o uso de verbas em cursos que não tragam benefícios ao país. O candidato também propôs a adoção de métricas de desempenho nas universidades, mudanças nos currículos e na formação de professores para melhorar a qualidade da educação.
- Na zona rural, prometeu ampliar a concessão de títulos de propriedade, oferecer crédito aos produtores e facilitar a comercialização da agricultura familiar, além de reforçar a necessidade de avançar na transposição do Rio São Francisco. Flávio ainda comentou a pesquisa Quaest, que mostrou 42% de intenção de voto para ele contra 41% para o presidente Lula, indicando empate técnico dentro da margem de erro.
Foto: Reprodução
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) defendeu nesta terça-feira (22), durante visita a São Luís (MA), que recursos públicos destinados a bolsas de estudo sejam priorizados para áreas como tecnologia, inovação e inteligência artificial. “Em universidades, o dinheiro público não pode ser utilizado para pagamento de bolsas em assuntos que não vão agregar em absolutamente nada ao nosso País. Nossas bolsas têm que ser para desenvolver tecnologia, inovação, inteligência artificial”, afirmou. Flávio também disse que os investimentos em educação são elevados, mas, na avaliação dele, mal aplicados, e defendeu a adoção de métricas de desempenho nas universidades e mudanças em currículos e na formação de professores. Na área rural, o candidato prometeu ampliar a concessão de títulos de propriedade, oferecer crédito aos produtores e criar mecanismos para facilitar a comercialização da produção da agricultura familiar. Ele também voltou a defender a ampliação da transposição do Rio São Francisco. Flávio ainda comentou a pesquisa Quaest divulgada na segunda-feira (21), que registrou 42% para ele e 41% para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno. A diferença está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, caracterizando empate técnico. O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre 17 e 20 de setembro e tem nível de confiança de 95%.
























