Flávio critica uso de bolsas públicas em áreas que, segundo ele, não agregam
Flávio critica uso de bolsas públicas em áreas que, segundo ele, não agregam
Candidato também prometeu ampliar títulos de propriedade e crédito para produtores rurais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Flávio Bolsonaro (PL) defendeu, durante visita a São Luís (MA), que os recursos públicos destinados a bolsas de estudo sejam direcionados prioritariamente a áreas como tecnologia, inovação e inteligência artificial, criticando o uso de verbas em cursos que não tragam benefícios ao país. O candidato também propôs a adoção de métricas de desempenho nas universidades, mudanças nos currículos e na formação de professores para melhorar a qualidade da educação.
- Na zona rural, prometeu ampliar a concessão de títulos de propriedade, oferecer crédito aos produtores e facilitar a comercialização da agricultura familiar, além de reforçar a necessidade de avançar na transposição do Rio São Francisco. Flávio ainda comentou a pesquisa Quaest, que mostrou 42% de intenção de voto para ele contra 41% para o presidente Lula, indicando empate técnico dentro da margem de erro.
Foto: Reprodução
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) defendeu nesta terça-feira (22), durante visita a São Luís (MA), que recursos públicos destinados a bolsas de estudo sejam priorizados para áreas como tecnologia, inovação e inteligência artificial. “Em universidades, o dinheiro público não pode ser utilizado para pagamento de bolsas em assuntos que não vão agregar em absolutamente nada ao nosso País. Nossas bolsas têm que ser para desenvolver tecnologia, inovação, inteligência artificial”, afirmou. Flávio também disse que os investimentos em educação são elevados, mas, na avaliação dele, mal aplicados, e defendeu a adoção de métricas de desempenho nas universidades e mudanças em currículos e na formação de professores. Na área rural, o candidato prometeu ampliar a concessão de títulos de propriedade, oferecer crédito aos produtores e criar mecanismos para facilitar a comercialização da produção da agricultura familiar. Ele também voltou a defender a ampliação da transposição do Rio São Francisco. Flávio ainda comentou a pesquisa Quaest divulgada na segunda-feira (21), que registrou 42% para ele e 41% para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno. A diferença está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, caracterizando empate técnico. O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre 17 e 20 de setembro e tem nível de confiança de 95%.
























