Diarista é presa suspeita de furtar dinheiro e patrão anotar números de série das notas
Morador passou a registrar as cédulas depois de desconfiar de desaparecimento de dinheiro; mulher confessou os furtos, segundo a Polícia Militar
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma diarista de 47 anos foi presa em flagrante em Patos de Minas, em Minas Gerais, suspeita de furtar dinheiro do apartamento onde prestava serviços. A prisão ocorreu após o patrão adotar uma estratégia para comprovar os desaparecimentos de dinheiro que vinham ocorrendo na residência.
- A diarista confessou ter furtado cerca de R$ 1,6 mil desde que começou a trabalhar no imóvel e foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com o dinheiro recuperado. A ocorrência será investigada pela Polícia Civil de Minas Gerais, e a suspeita poderá responder por furto qualificado por abuso de confiança.
Foto: Reprodução
Uma diarista de 47 anos foi presa em flagrante, suspeita de furtar dinheiro do apartamento onde prestava serviços, em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, em Minas Gerais. A prisão ocorreu após o patrão adotar uma estratégia para comprovar os desaparecimentos de dinheiro que vinham ocorrendo na residência. De acordo com a Polícia Militar, o morador passou a anotar os números de série das cédulas que deixava guardadas em casa depois de perceber que quantias em dinheiro desapareciam sempre após as faxinas. Dias antes da prisão, ele já havia registrado o sumiço de R$ 1,1 mil. No dia da ocorrência, ao retornar ao apartamento durante o horário de almoço, o proprietário constatou que outros R$ 650 haviam desaparecido. Após o término do serviço, ele questionou a diarista sobre o dinheiro. Inicialmente, a mulher negou o furto, mas, segundo a PM, acabou retirando R$ 600 da bolsa e entregando ao patrão. Ao conferir os números de série, o morador confirmou que as notas eram as mesmas que havia registrado anteriormente. Com a chegada da Polícia Militar, a suspeita ainda entregou uma nota de R$ 50, que também teve a numeração confirmada. Ainda conforme o registro policial, a diarista confessou ter furtado cerca de R$ 1,6 mil desde que começou a trabalhar no imóvel. Ela foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com o dinheiro recuperado. O caso será investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais. A suspeita poderá responder por furto qualificado por abuso de confiança, crime previsto no Código Penal por envolver a violação da relação de confiança entre a autora e a vítima.
Homem investigado por estelionato digital é preso em Jaguaquara
Homem investigado por estelionato digital é preso em Jaguaquara
Suspeito tinha mandado de prisão e é apontado como integrante de grupo que aplicava golpes em Minas Gerais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Nesta terça-feira (5), na cidade de Jaguaquara, no sudoeste da Bahia, foi preso um homem de 31 anos durante o cumprimento de um mandado de prisão preventiva. Ele é suspeito de participar de uma organização criminosa envolvida em estelionato digital e lavagem de capitais.
- O suspeito foi detido ao desembarcar na rodoviária, após viagem feita a partir de Valença. De acordo com as investigações, ele atuava no setor de pagamentos do esquema, utilizando nomes de órgãos públicos para enganar vítimas. A prisão integra a operação Espelho Turvo, conduzida pela Polícia Civil de Minas Gerais.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Um homem de 31 anos foi preso nesta terça‑feira (5) em Jaguaquara, no sudoeste da Bahia, durante o cumprimento de um mandado de prisão preventiva. Ele é investigado por participar de uma organização criminosa envolvida em estelionato digital e lavagem de capitais, segundo a Polícia Civil. De acordo com a Delegacia Territorial da cidade, o suspeito foi detido ao desembarcar na rodoviária, após viagem feita a partir de Valença. As investigações apontam que ele atuava no setor de pagamentos do esquema, utilizando nomes de órgãos públicos para enganar vítimas. A prisão integra a operação Espelho Turvo, conduzida pela Polícia Civil de Minas Gerais. A ação foi deflagrada em 29 de abril e cumpre medidas em diversos estados, incluindo Maranhão, Tocantins, Sergipe, Bahia e Santa Catarina. Segundo a investigação mineira, o grupo criava sites falsos que imitavam páginas oficiais do Detran‑MG e da Secretaria de Fazenda, induzindo vítimas ao pagamento de taxas inexistentes. Os valores eram desviados para contas controladas pela organização. A polícia estima que, entre janeiro de 2024 e abril de 2026, cerca de 1.200 pessoas tenham sido prejudicadas, com prejuízo superior a R$ 20 milhões. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
























