Mulher condenada a 30 anos por estuprar bebê e adolescente em Jussiape
Mulher condenada a 30 anos por estuprar bebê e adolescente em Jussiape
Sentença inclui indenização de R$ 80 mil às vítimas
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Uma mulher foi condenada a 30 anos de prisão por estuprar a própria filha, um bebê de 1 ano e 10 meses, e uma adolescente de 13 anos em Jussiape, na Chapada Diamantina. A sentença inclui crimes de produção e armazenamento de material pornográfico envolvendo as vítimas. A Justiça fixou indenização mínima de R$ 80 mil por danos morais e declarou a incapacidade da mulher para exercer o poder familiar em relação à filha.
- A denúncia apresentada pelo Ministério Público da Bahia (MPBA) indica que os crimes ocorreram antes da última semana de março de 2026. A ré constrangeu a adolescente à prática de atos sexuais e forçou a participação da criança, registrando os abusos em vídeo e guardando as imagens em seu celular. A acusada continuará presa preventivamente no Conjunto Penal de Jequié.
Foto: Reprodução
Uma mulher foi condenada a 30 anos de prisão em Jussiape, na Chapada Diamantina, por estuprar a própria filha, um bebê de 1 ano e 10 meses, e uma adolescente de 13 anos. A sentença, proferida ontem (20), também inclui crimes de produção e armazenamento de material pornográfico envolvendo as vítimas. Segundo denúncia apresentada pelo Ministério Público da Bahia (MPBA), por meio da promotora de Justiça Ana Luíza Silveira de Oliveira, os crimes ocorreram antes da última semana de março de 2026. A ré constrangeu a adolescente à prática de atos sexuais e forçou a participação da criança, registrando os abusos em vídeo e guardando as imagens em seu celular. Na decisão, a Justiça fixou indenização mínima de R$ 80 mil por danos morais, sendo R$ 30 mil destinados à adolescente e R$ 50 mil à bebê. A acusada continuará presa preventivamente no Conjunto Penal de Jequié, onde já respondia ao processo sob custódia cautelar. Além disso, foi declarada a incapacidade da mulher para exercer o poder familiar em relação à filha. O caso reforça a gravidade dos crimes de violência sexual contra vulneráveis e a atuação do MPBA na responsabilização dos agressores.























