Pesquisa Palver mostra Flávio com 50% e Lula com 48%
Pesquisa Palver mostra Flávio com 50% e Lula com 48%
O levantamento foi feito entre 18 e 20 de outubro e ouviu 5.000 pessoas pela internet
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A pesquisa da Palver, realizada entre 18 e 20 de outubro com 5.000 entrevistados pela internet, indica um empate técnico na corrida presidencial: Flávio Bolsonaro (PL) registra 50% dos votos, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chega a 48%, com margem de erro de 2,4 pontos percentuais. O senador manteve o patamar da pesquisa anterior, já o presidente recuou um ponto.
- Nos recortes de eleitores de outros candidatos, também há empates: entre os que votaram em Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos os principais candidatos obtêm 42% a 44% de apoio. Lula lidera entre os apoiadores de Augusto Cury (52% contra 43% de Flávio). A maioria (79%) afirma que nada mudaria sua decisão de voto, enquanto escândalos, desistência ou questões econômicas são citados por menores percentuais.
Foto: Reprodução
Pesquisa da Palver mostra empate técnico na disputa presidencial, com Flávio Bolsonaro (PL) marcando 50% dos votos totais e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 48%. Na comparação com a pesquisa anterior, do último dia 13, o senador do PL manteve o patamar, enquanto o presidente oscilou um ponto para baixo. O levantamento foi feito entre 18 e 20 de outubro e ouviu 5.000 pessoas pela internet. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais. No recorte sobre os eleitores de outros candidatos no primeiro turno, há empate técnico entre os que votaram em Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD). Entre os eleitores de Renan, Flávio obtém 42%, enquanto Lula fica com 39%, dentro da margem de erro. Já no grupo que optou por Caiado, ambos ficam com 44%. Lula lidera no grupo que votou em Augusto Cury (Avante), obtendo 52% contra 43% para Flávio. Isso ocorre apesar de o best-seller ter declarado apoio ao senador do PL. A Palver também questionou os eleitores sobre o grau de certeza do voto. Entre os entrevistados, 79% afirmaram que nada os faria mudar de ideia. O restante cita diversos motivos que os levariam a alterar o voto: escândalo grave (7%), desistência ou impedimento (4%) ou mudança na economia (3%).
























