Quaest: Lula lidera corrida presidencial com 37%, e Flávio Bolsonaro tem 29%
Quaest: Lula lidera corrida presidencial com 37%, e Flávio Bolsonaro tem 29%
Augusto Cury aparece em terceiro, com 10%, em pesquisa divulgada nesta quarta-feira (2).
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto no primeiro turno, somando 37% das intenções de voto. O senador Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar com 29%, seguido pelo escritor Augusto Cury, que registra 10% da preferência do eleitorado.
- O levantamento também testou um cenário alternativo com a inclusão de Pablo Marçal e mediu a intenção espontânea, na qual Lula obtém 28% contra 20% de Flávio Bolsonaro, em meio a 42% de indecisos. Encomendada pela Globo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa ouviu 2.004 eleitores em âmbito nacional com margem de erro de dois pontos percentuais.
Foto: Reprodução | Fabio Rodrigues Pozzebom / Jefferson Rudy
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a disputa pelo Palácio do Planalto no primeiro turno, com 37% das intenções de voto, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2). O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece em segundo, com 29%, seguido pelo escritor Augusto Cury (Avante), que tem 10%. No cenário estimulado, Renan Santos (Missão) registra 3%, enquanto Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) têm 1% cada. Os demais candidatos não pontuaram. O levantamento também testou um cenário com Pablo Marçal (PRTB), no qual Lula mantém 37% e Flávio Bolsonaro sobe para 30%. Cury continua com 10%, enquanto Marçal aparece com 1%. Marçal está inelegível, e a possibilidade de disputar a eleição ainda depende de decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, Lula tem 28%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 20%, e Augusto Cury, com 4%. Outros nomes somam 4%, enquanto 42% dos entrevistados estão indecisos. A Quaest ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre 30 de agosto e 1º de setembro, em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-07065/2026 e foi encomendada pelo jornal O Globo e pela Globo.
Quaest: Lula tem 38% contra 31% de Flávio Bolsonaro no primeiro turno
Quaest: Lula tem 38% contra 31% de Flávio Bolsonaro no primeiro turno
Levantamento é o primeiro realizado após a escolha de Alfredo Gaspar como vice na chapa de Flávio Bolsonaro
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Uma pesquisa realizada pela Quaest e divulgada na sexta-feira (14) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto, com 38% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro (PL) com 31%. O levantamento também inclui outros candidatos, como Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), com 4% cada, e Romeu Zema (Novo) com 2%. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, e entrevistou 2.004 eleitores entre segunda (10) e quinta-feira (13), com uma margem de erro de dois pontos percentuais.
- Em um cenário de segundo turno, Lula aparece numericamente à frente, com 43% das intenções de voto, contra 40% de Flávio Bolsonaro. A pesquisa ocorre após fatos envolvendo os candidatos, incluindo a autorização do STF para investigar o filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, e a indicação do deputado federal Alfredo Gaspar para ocupar a vaga de vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro. Além disso, a pesquisa também considera o recorte de eleitores independentes, onde Lula aparece com 23%, seguido por Flávio com 16%, e outros candidatos com menores porcentagens.
Foto: Reprodução
Pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira (14) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto. Em um cenário de primeiro turno, Lula soma 38% das intenções de voto, contra 31% de Flávio Bolsonaro (PL). O levantamento foi encomendado pela TV Globo e pelo jornal O Globo. Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão), com 4% cada. Romeu Zema (Novo) registra 2%. No levantamento anterior, divulgado na semana passada, Lula tinha 39%, enquanto Flávio aparecia com 30%. Caiado e Renan registravam 4% cada, e Zema, 2%. A comparação entre as pesquisas, porém, deve ser feita com cautela, já que os nomes apresentados aos entrevistados não são exatamente os mesmos. A Quaest entrevistou 2.004 eleitores entre segunda (10) e quinta-feira (13). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06773/2026. Entre os independentes - No recorte que considera apenas eleitores que se declaram independentes, Lula aparece com 23%, seguido por Flávio, com 16%. Renan Santos tem 8%, Caiado, 6%, e Zema, 3%. Nesse grupo, 20% ainda não decidiram o voto, enquanto 18% afirmam que pretendem votar em branco, anular ou não comparecer às urnas. A margem de erro para esse segmento é de quatro pontos percentuais. Segundo turno - Em uma eventual disputa de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente aparece numericamente à frente, com 43% das intenções de voto, contra 40% do senador. Outros 13% afirmam que votariam em branco ou nulo ou que não iriam às urnas. Já 4% permanecem indecisos. Pesquisa ocorre após fatos envolvendo os candidatos - O levantamento foi realizado após o STF autorizar a Polícia Federal a investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente, por suspeita de tráfico de influência. A PF também apura um repasse feito pela empresária Roberta Luchsinger a Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula. No caso de Flávio Bolsonaro, esta é a primeira pesquisa realizada após a indicação do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), relator da CPI do INSS, para ocupar a vaga de vice na chapa presidencial. Gaspar também é alvo de um procedimento no STF relacionado a uma acusação de estupro de vulnerável feita por parlamentares. O deputado nega a acusação e colocou seu material genético à disposição para a realização de um exame de DNA. Segundo informações publicadas pelo O Globo, um comerciante apontado como peça importante na acusação apresentou versões diferentes sobre o episódio. Outro episódio ocorrido no período foi a reaproximação entre Flávio Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que havia publicado um vídeo com críticas ao senador.
Lula ironiza Javier Milei após críticas e responde: "Quem é esse cara?"
Lula ironiza Javier Milei após críticas e responde: "Quem é esse cara?"
Presidente brasileiro respondeu com ironia às críticas feitas por Javier Milei durante convenção política em Brasília.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva respondeu com ironia às recentes críticas de Javier Milei, questionando "Quem é esse cara?" durante uma agenda oficial no Palácio do Planalto. A reação do petista ocorreu após o mandatário argentino proferir ataques ao governo brasileiro e ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, durante um evento político do PL no Brasil.
- O episódio aprofundou o desgaste diplomático entre Brasília e Buenos Aires, levando o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, a se reunir com o embaixador brasileiro na Argentina, Júlio Bitelli. O governo brasileiro agora monitora os desdobramentos da relação bilateral e avalia o cenário político após as declarações hostis de Milei.
Foto: Ricardo Stuckert | PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reagiu com ironia às críticas feitas pelo presidente da Argentina, Javier Milei, e respondeu de forma breve ao ser questionado por jornalistas nesta segunda-feira (27). "Quem é esse cara?", disse o petista durante agenda oficial em Brasília. A declaração foi uma resposta aos ataques feitos por Milei no último sábado (25), durante a convenção nacional do PL que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. No evento, o presidente argentino afirmou que o governo brasileiro estaria financiando uma campanha contra a Argentina e voltou a fazer críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF). Milei também direcionou ataques ao ministro Alexandre de Moraes, chamando o magistrado de "lixo careca" após não ter sido autorizada uma visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar em decorrência de condenação por tentativa de golpe de Estado. Lula fez o comentário durante a cerimônia de recepção ao presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-Myung, no Palácio do Planalto. A resposta do presidente brasileiro ocorreu em meio ao aumento da tensão diplomática entre Brasília e Buenos Aires. Ainda nesta segunda-feira, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, reuniu-se com o embaixador do Brasil na Argentina, Júlio Bitelli, no Palácio do Itamaraty. O encontro serviu para uma primeira avaliação do cenário diplomático entre os dois países após as recentes declarações de Milei. Segundo fontes do governo, uma nova reunião deverá ocorrer nos próximos dias, após o retorno de Mauro Vieira de Lima, no Peru, onde representa o presidente Lula na cerimônia de posse da presidente eleita Keiko Fujimori. Enquanto isso, o governo brasileiro acompanha os desdobramentos da relação bilateral, que voltou a enfrentar um momento de desgaste político.
Lula diz que SUS é exemplo para os EUA e alfineta governo Trump
Lula diz que SUS é exemplo para os EUA e alfineta governo Trump
Presidente destacou atendimento gratuito no Brasil durante último evento de entregas antes do início do período de restrições eleitorais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que o Sistema Único de Saúde (SUS) é referência mundial, citando os Estados Unidos como exemplo de país sem atendimento público universal similar ao brasileiro e fez crítica indireta ao presidente americano Donald Trump. Ele contou o caso de um filho de jornalista norte‑americano que recebeu atendimento gratuito após acidente no Brasil e questionou se a mesma prática aconteceria nos EUA.
- Durante a cerimônia no Palácio do Planalto, o governo inaugurou dez novos campi de institutos federais de educação, anunciou R$ 464,8 milhões em investimentos para fortalecer o SUS e entregou 1.619 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida, beneficiando 6.476 pessoas. Também foi lembrado que a partir de sábado (4) entra em vigor o defeso eleitoral, limitando a participação de candidatos em inaugurações e eventos institucionais.
Foto: Ricardo Stuckert / PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (3) que o Sistema Único de Saúde (SUS) é uma referência mundial e citou os Estados Unidos como exemplo de um país que, segundo ele, não oferece atendimento público universal semelhante ao brasileiro. Durante o discurso, Lula também fez uma crítica indireta ao presidente americano Donald Trump. Ao defender o sistema público de saúde, o presidente relatou o caso do filho de um jornalista norte-americano que teria sido atendido gratuitamente após sofrer um acidente no Brasil. Em seguida, questionou se a mesma situação ocorreria nos Estados Unidos. “Nenhum país do mundo tem um programa como o SUS. Vá nos Estados Unidos ver se você pega ambulância de graça”, afirmou. As declarações foram feitas durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto, em Brasília. No evento, o governo federal inaugurou simultaneamente dez novos campi de institutos federais de educação, anunciou investimentos de R$ 464,8 milhões destinados ao fortalecimento do SUS e entregou 1.619 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida em seis estados. Segundo o governo, as unidades habitacionais beneficiarão 6.476 pessoas. A solenidade marcou a última agenda oficial de inaugurações e anúncios de obras do governo federal antes do início das restrições previstas pela legislação eleitoral. A partir deste sábado (4), entra em vigor o período conhecido como defeso eleitoral. Durante esse intervalo, candidatos à Presidência da República ficam impedidos de participar da inauguração de obras públicas e de eventos institucionais que possam caracterizar promoção eleitoral, conforme as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Com isso, Lula deverá suspender a participação em cerimônias de inauguração até o fim do período eleitoral, mantendo apenas agendas permitidas pela legislação.
Brasil terá Dia Nacional das Vítimas da Covid-19
Brasil terá Dia Nacional das Vítimas da Covid-19
Data será celebrada em 12 de março, em homenagem à primeira vítima registrada no país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A cerimônia, realizada no Palácio do Planalto, estabelece 12 de março como a data da homenagem, em referência à primeira vítima oficial da doença no país, a técnica de enfermagem Rosana Aparecida Urbano. O objetivo principal da medida é preservar a memória das mais de 716 mil pessoas que morreram em decorrência da covid-19 no Brasil e incentivar a reflexão sobre os impactos da crise sanitária.
- Durante o evento, Lula criticou a condução da pandemia pelo governo anterior, mencionando a disseminação de desinformação e declarações contrárias às vacinas. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, enfatizou que a nova data servirá como momento permanente de reflexão sobre os impactos da pandemia e a preparação para futuras emergências, além de buscar fortalecer políticas públicas de prevenção e assistência. Padilha também destacou o recente crescimento dos índices de vacinação infantil, que voltaram a superar 90% em diversas campanhas.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A cerimônia foi realizada no Palácio do Planalto e reuniu autoridades, profissionais da saúde e familiares de vítimas da pandemia. A data escolhida para a homenagem será 12 de março, em referência à morte da técnica de enfermagem Rosana Aparecida Urbano, considerada a primeira vítima da doença registrada oficialmente no país. O projeto havia sido aprovado pelo Congresso Nacional no mês passado. Segundo o governo federal, o objetivo é preservar a memória das mais de 716 mil pessoas que morreram em decorrência da covid-19 no Brasil. Durante o evento, Lula voltou a criticar a condução da pandemia pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. O presidente afirmou que houve disseminação de desinformação durante o período mais crítico da crise sanitária e citou declarações contrárias às vacinas e ao isolamento social. “Temos que dizer em alto e bom som a quantidade de médicos que receitavam cloroquina”, afirmou Lula durante o discurso. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que a nova data servirá como momento permanente de reflexão sobre os impactos da pandemia e a preparação do país para futuras emergências sanitárias. Segundo Padilha, o governo também busca ampliar o debate sobre assistência às famílias afetadas pela covid-19 e fortalecer políticas públicas de prevenção. No mês passado, o Ministério da Saúde inaugurou o Memorial da Pandemia no Centro Cultural do Ministério da Saúde. O espaço homenageia as vítimas da doença e foi reaberto após obras de recuperação. Durante a cerimônia, Padilha também afirmou que os índices de vacinação infantil voltaram a crescer nos últimos anos. De acordo com o ministro, a cobertura vacinal no país ultrapassou 90% em diversas campanhas após queda registrada durante o governo anterior.
Alcolumbre quer reunião com Lula após derrota no Senado
Alcolumbre quer reunião com Lula após derrota no Senado
Presidente do Senado afirma que não atuou contra indicação de Jorge Messias ao STF e tenta reconstruir diálogo com o Planalto.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Após a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, iniciou um movimento de reaproximação com o governo federal. A derrota, considerada um dos maiores reveses para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, levou Alcolumbre a buscar diálogo direto com Lula, defendendo que não atuou contra a nomeação e que havia alertado o Planalto sobre o risco, atribuindo o resultado à insatisfação dos parlamentares e buscando "passar a régua" no episódio.
- Em resposta à crise, ministros como José Múcio Monteiro e José Guimarães intensificaram reuniões com Alcolumbre e aliados governistas no Congresso. Apesar dos sinais de distensão e da necessidade de apoio do Senado em pautas prioritárias como as PECs da Segurança Pública, do SUAS e da mineração, setores do Planalto ainda cogitam mudanças na articulação política. A relação entre Planalto e Senado permanece tensa, com o governo buscando evitar novos desgastes em votações estratégicas.
Foto: Reprodução
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, iniciou movimentos de reaproximação com o governo federal após a rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal. A derrota imposta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi considerada uma das mais duras enfrentadas pelo Palácio do Planalto no atual mandato. Segundo interlocutores do governo, Alcolumbre demonstrou interesse em conversar diretamente com Lula para encerrar o desgaste político provocado pela votação. A aliados, o senador afirmou que deseja “passar a régua” no episódio e sustentou que não trabalhou contra a indicação do chefe da AGU. Nos bastidores, o presidente do Senado argumenta que alertou previamente o Planalto sobre o risco de rejeição e atribui o resultado à insatisfação de parlamentares da Casa. O discurso adotado pelo senador é o de preservação da relação institucional com o governo federal. Após a derrota de Messias, ministros do governo intensificaram articulações para reduzir a crise. O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, se reuniu com Alcolumbre na terça-feira (5). Já o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, almoçou com o senador na quarta-feira (6). No Senado, Alcolumbre também manteve conversas com aliados do governo, entre eles o líder governista no Congresso, Randolfe Rodrigues. Apesar disso, setores do Planalto defendem mudanças na articulação política da Casa, incluindo possíveis trocas em cargos de liderança. O líder do governo no Senado, Jaques Wagner, também enfrenta resistência. Segundo integrantes do governo, a relação entre Wagner e Alcolumbre se deteriorou durante a tramitação da indicação de Jorge Messias ao STF. A preocupação do Planalto é evitar novos desgastes em votações consideradas estratégicas para o governo. Entre os projetos prioritários estão as PECs da Segurança Pública e do Sistema Único de Assistência Social (Suas), além da proposta que regulamenta a exploração de minerais críticos no Brasil. Outro tema que depende do aval político do Senado é a PEC que propõe o fim da escala de trabalho 6x1. A matéria ainda tramita na Câmara dos Deputados, mas o governo avalia que precisará do apoio de Alcolumbre para acelerar a votação no Senado antes do avanço do calendário eleitoral. Apesar dos sinais de distensão, integrantes do governo admitem que a relação entre o Planalto e o presidente do Senado ainda atravessa um momento de forte desgaste político.
Sem Palácio da Alvorada, governo paga mais de R$ 216 mil para hotel em que Lula está hospedado
O pagamento contempla hospedagem também de equipes de segurança; o casal está no Meliá, na zona central da capital, desde o período de transição
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert
Sem Palácio da Alvorada, que está deteriorado, o Palácio do Planalto pagou R$ 216.824 para o hotel em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, estão hospedados em Brasília. A informação é do jornal Folha de S. Paulo. De acordo com a publicação, o pagamento contempla hospedagem também de equipes de segurança. O casal está no Meliá, na zona central da capital, desde o período de transição. O montante pago foi publicado no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (18), citando a inexigibilidade de licitação. A justificativa é de que há "necessidade de implantação de medidas de proteção da autoridade e familiares nas residências oficiais".
Bolsonaro tem cinco dias para explicar decreto que facilita porte de armas
Bolsonaro tem cinco dias para explicar decreto que facilita porte de armas
Por: Kamille Martinho
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Foto: O Globo
O prazo ainda não começou a contar porque o presidente ainda não foi notificado da decisão
A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, deu cinco dias para que o presidente Jair Bolsonaro justifique o decreto que facilita o porte de armas para mais categorias, assinado por ele na última terça-feira (7). Um dia após a assinatura do presidente, o partido Rede Sustentabilidade acionou o Supremo pedindo a anulação do decreto, por ferir o princípio da separação de poderes. O partido acredita que as regras deveriam ter sido discutidas no Congresso Nacional. O prazo ainda não começou a contar porque Bolsonaro ainda não foi notificado da decisão.
























