Flávio nega querer retirar título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida
Flávio nega querer retirar título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida
Declaração ocorre após projeto de 2007 voltar a circular nas redes e ser associado ao candidato.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Flávio Bolsonaro (PL) negou nesta sexta‑feira (25) ter apoiado qualquer proposta para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil, após a circulação nas redes sociais de um projeto antigo (PL 2.623/2007) que foi erroneamente associado ao candidato. O parlamentar afirmou que nunca defendeu a mudança, que respeita todas as religiões e que o projeto, apresentado pelo ex‑deputado Victório Galli, foi arquivado pela Câmara em 2008 e não tem autoria sua.
- A polêmica ganhou força no contexto da disputa eleitoral, com Flávio também criticando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e reforçando que o Estado não deve interferir em questões internas da Igreja Católica. As declarações foram feitas após participar de uma cerimônia da Polícia Militar do Rio de Janeiro e refletem a tensão entre candidatos nas redes sociais.
Foto: Reprodução
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) negou nesta sexta-feira (25) ter apoiado qualquer proposta para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. A declaração ocorreu após voltar a circular nas redes sociais um projeto antigo que passou a ser associado ao candidato. “É mentira que apoiei projeto para retirar Aparecida como padroeira do Brasil”, afirmou Flávio a jornalistas após participar de uma cerimônia de formação de praças da Polícia Militar do Rio de Janeiro. O candidato também negou que pretenda defender uma mudança desse tipo caso seja eleito e afirmou que respeita todas as religiões. A polêmica envolve o Projeto de Lei 2.623/2007, apresentado pelo então deputado federal Victório Galli, que propunha alterar a referência a Nossa Senhora Aparecida na legislação. A proposta foi arquivada pela Câmara dos Deputados em 2008 e não é de autoria de Flávio Bolsonaro. A repercussão aumentou após conteúdos nas redes sociais relacionarem o projeto à atual candidatura presidencial. Flávio também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, e afirmou que o Estado não deve interferir em questões internas da Igreja Católica. As declarações fazem parte da disputa eleitoral e foram dadas em meio à repercussão do episódio nas redes sociais.
























