Combustível acumula queda após medidas do governo federal
Combustível acumula queda após medidas do governo federal
Combustível acumula redução de 4,5% em cinco semanas, segundo a ANP.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O preço do óleo diesel no Brasil registrou a quarta queda em cinco semanas, com o litro do diesel S10 caindo para uma média de R$ 7,24, uma redução acumulada de 4,5% no período, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Apesar da sequência de recuos, o combustível ainda se mantém 18,9% acima do valor praticado antes do início da escalada militar no Oriente Médio, que marcou o preço médio de R$ 6,09.
- A desaceleração dos preços é atribuída a medidas do governo federal, como subsídios a produtores e importadores, e à atuação da Petrobras, que ajudaram a conter repasses maiores ao consumidor. No entanto, o patamar elevado reflete os impactos da guerra no Irã sobre o mercado internacional de petróleo, com o barril de Brent acima de US$ 100. A dependência brasileira da importação de diesel, que corresponde a 30% do consumo interno, mantém o país vulnerável às oscilações globais, influenciando diretamente o custo do frete e, consequentemente, os preços de alimentos e mercadorias.
Foto: Reprodução
O preço do óleo diesel voltou a cair no Brasil e registrou a quarta redução em um intervalo de cinco semanas, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Apesar da sequência de recuos, o combustível ainda permanece em patamar elevado por causa dos reflexos da guerra no Irã sobre o mercado internacional de petróleo. De acordo com o monitoramento da ANP, o litro do diesel S10 foi vendido, em média, a R$ 7,24 na semana entre os dias 3 e 9 de maio. Há cinco semanas, o valor estava em R$ 7,58. A redução acumulada no período chega a 4,5%.Mesmo assim, o preço ainda segue 18,9% acima do registrado antes do início do conflito no Oriente Médio. Na semana encerrada em 28 de fevereiro, data apontada como marco inicial da escalada militar envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos, o diesel custava R$ 6,09 em média no país. O diesel é acompanhado com atenção pelo governo e pelo setor produtivo porque influencia diretamente o valor do frete rodoviário e, consequentemente, o custo final de alimentos e mercadorias transportadas em todo o Brasil.O diesel S500 também apresentou redução nas últimas semanas. O combustível caiu de R$ 7,45 para R$ 7,05 por litro, retração de 5,37%. Ainda assim, permanece cerca de 17% acima do período anterior ao conflito internacional. Segundo especialistas do setor, a recente desaceleração nos preços está ligada a medidas adotadas pelo governo federal e à atuação da Petrobras no mercado de combustíveis.Desde 1º de abril, produtores e importadores de diesel passaram a receber subsídios federais para reduzir o impacto da alta internacional. O diesel nacional pode receber até R$ 1,12 por litro em subvenção, enquanto o combustível importado pode alcançar R$ 1,52 por litro. Além disso, o governo zerou as alíquotas de PIS e Cofins incidentes sobre o diesel como tentativa de reduzir o preço final nas bombas.O pesquisador Iago Montalvão, do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), avalia que as medidas fiscais e a forte presença da Petrobras ajudaram a conter repasses ainda maiores ao consumidor. Segundo ele, o mercado começou a se adaptar ao novo cenário internacional, mesmo com o barril do petróleo Brent ainda acima dos US$ 100 no mercado global.A guerra no Irã provocou forte instabilidade na cadeia internacional de petróleo após ataques atingirem áreas estratégicas e afetarem o fluxo pelo Estreito de Ormuz, região por onde circula cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás natural. O Brasil, apesar de produtor de petróleo, ainda depende da importação de aproximadamente 30% do diesel consumido internamente, o que mantém o país vulnerável às oscilações do mercado internacional.
Gasolina sofre novo aumento de 10,2% na Bahia
Gasolina sofre novo aumento de 10,2% na Bahia
Reajuste de R$ 0,39 por litro é o oitavo aumento desde o início do conflito no Oriente Médio
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Acelen anunciou um novo reajuste no preço da gasolina na Bahia, começando a partir desta quinta-feira (30). O aumento será de R$ 0,39 por litro, cerca de 10,2%, e atinge o oitavo aumento desde o início do conflito no Oriente Médio, em fevereiro de 2023. A política de preços adotada pela empresa acompanha as oscilações do mercado internacional de petróleo e os impactos geopolíticos sobre os combustíveis.
- O novo reajuste deve afetar diretamente o consumidor baiano, com reflexos no custo do transporte e em setores da economia ligados à circulação de mercadorias e serviços. Enquanto a refinaria baiana acumula reajustes, a Petrobras não anunciou mudanças recentes no preço da gasolina em suas refinarias no mesmo período.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Acelen, empresa que opera a refinaria de Mataripe, na Bahia, anunciou um novo reajuste no preço da gasolina na Bahia a partir desta quinta-feira (30). O aumento será de R$ 0,39 por litro, cerca de 10,2%, e amplia a pressão sobre o mercado de combustíveis no estado. Este é o oitavo aumento registrado desde o início do conflito no Oriente Médio, em fevereiro deste ano. A política de preços adotada pela empresa acompanha as oscilações do mercado internacional de petróleo e os impactos geopolíticos sobre os combustíveis. O novo reajuste deve afetar diretamente o consumidor baiano, com reflexos no custo do transporte e em setores da economia ligados à circulação de mercadorias e serviços. Enquanto a refinaria baiana acumula reajustes, a Petrobras não anunciou mudanças recentes no preço da gasolina em suas refinarias no mesmo período.























