Polícia Federal desarticula grupo que compartilhava pornografia infantil em redes sociais
Durante a operação Infância Segura, agentes encontraram arquivos com cenas de abuso sexual infantil em dispositivos do suspeito.
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Foto: Divulgação | Polícia Federal
Um homem foi preso em flagrante na manhã desta quinta-feira (5) em Barra da Estiva, na Chapada Diamantina, suspeito de armazenar material relacionado a abuso sexual infantil. A ação foi realizada no âmbito da Operação Infância Segura, deflagrada pela Polícia Federal (PF). Segundo a corporação, as investigações identificaram um grupo em rede social com mais de 1,2 mil integrantes, criado para compartilhar conteúdo de exploração sexual de crianças e adolescentes. O investigado participava ativamente das trocas, utilizando plataformas digitais e redes sociais para manter contato com outros envolvidos em diferentes estados do país.Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, os agentes encontraram arquivos com cenas de abuso sexual infantil armazenados em celulares e computadores do suspeito. Também foram localizadas mensagens que comprovam o compartilhamento do material criminoso. Diante das evidências, o homem foi preso em flagrante e encaminhado à sede da Polícia Federal em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano. O material apreendido será submetido a perícia especializada, que deve auxiliar na identificação de outros suspeitos e na localização das vítimas.Em nota, a Polícia Federal reforçou a importância da prevenção e do diálogo familiar como medidas essenciais para proteger crianças e adolescentes de crimes virtuais. O órgão orienta que pais e responsáveis acompanhem o uso da internet, observem mudanças de comportamento e orientem os menores sobre riscos e segurança digital. “A prevenção, aliada à informação, é a forma mais eficaz de garantir a segurança e o bem-estar dos menores”, destacou a PF em nota. A corporação também alertou sobre o uso adequado da terminologia para tratar desse tipo de crime. O termo correto, segundo a PF, é “abuso sexual de crianças e adolescentes”, por evidenciar a violência e o dano causado às vítimas, evitando a banalização do tema.























