Professores de Livramento realizam manifestação por cumprimento do Piso Nacional do Magistério
Segundo os organizadores do movimento, o ato contou com a participação de cerca de 400 pessoas
Por: Tiago Rego | Jornalista
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- Na manhã desta quarta-feira (22), em Livramento de Nossa Senhora, professores da Rede Municipal de Ensino realizaram uma passeata, pedindo que a Prefeitura Municipal cumpra com o pagamento do Piso Nacional do Magistério. O ato foi organizado pelo Sindicato dos Profissionais em Educação de Livramento (Spel) e pela Associação dos Professores Licenciados da Bahia (APLB), que também obteve apoio de estudantes e de pais de alunos. Os manifestantes se concentraram na Praça Zezinho Tanajura, no Centro, onde saíram em passeata rumo ao Paço Municipal. Segundo os organizadores, aproximadamente 400 pessoas participaram do movimento, munidos com faixas e apitos, gritaram palavras de ordem “professor na rua, a culpa não é sua, piso é lei”, bradaram os educadores. Na terça-feira (21), Gerlando Oliveira, representante da APLB, concedeu uma entrevista à Rádio Portal Sudoeste, em que afirmou que a Prefeitura de Livramento vinha cumprindo com o piso, mas que este ano, a gestão municipal alegou dificuldade orçamentária. “O município de Livramento vinha pagando o piso ainda com dificuldades em anos anteriores, e este ano afirmou que não tem condição de pagar o piso. Isso fez com que a categoria se reunisse em assembleia convocada pela APLB e pelo SPEL, e definiram que a gente lutaria juntos. Isso é o grande ganho hoje da categoria. A gente está diminuindo divergências na busca pelos nossos direitos”, afirmou Oliveira.
Governo federal anuncia Política Nacional de Redução das Filas de Cirurgias Eletivas
nicialmente, serão investidos R$ 600 milhões para o programa de redução de filas, que visa em prestar um melhor atendimento aos pacientes da rede pública
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O governo federal anunciou, nesta segunda-feira (6), o lançamento da Política Nacional de Redução das Filas de Cirurgias Eletivas, promovida pelo Ministério da Saúde. De acordo com a nota, o programa funcionará em duas etapas. A primeira é a emergencial, prevista para ocorrer entre os meses de janeiro e junho de 2023, com foco em aumentar a oferta de cirurgias, exames e consultas de forma imediata. Para que estes objetivos sejam alcançados, o governo injetará uma quantia total de R$ 600 milhões, R$ 200 milhões repassados imediatamente para planos estaduais e R$ 400 milhões repassados para que cirurgias abdominais, ortopédicas e oftalmológicas sejam realizadas. Já a segunda etapa é a estruturante, com o intuito de aperfeiçoar o processo de gestão de filas. Serão disponibilizados consultas e exames voltadas para tratamento de câncer, assim como serão realizados mais investimentos para execução de cirurgias. Participarão desta medida os três institutos nacionais e seis hospitais federais.























