Pesquisa AtlasIntel aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula no 2º turno
Pesquisa AtlasIntel aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula no 2º turno
Pesquisa ouviu 5.000 eleitores pelo Brasil entre os dias 4 e 9 de setembro; margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL) avançou na corrida presidencial, ficando à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma possível disputa de segundo turno, segundo a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada em 10 de julho. Flávio registrou 46,4% das intenções de voto contra 46,2% de Lula, com margem de erro de um ponto percentual, indicando uma estreita vantagem que supera a variação da rodada anterior, onde Lula liderava com 47,1% e Flávio tinha 42,6%.
- A pesquisa também mostra Lula ainda liderando no primeiro turno com 43%, enquanto Flávio tem 37,4%, reduzindo a diferença de nove para 5,6 pontos percentuais. Outros candidatos como Augusto Cury (Avante) caíram para 6,6%, Renan Santos (Missão) ficou em 6,5%, e Romeu Zema (Novo) marcou 2,1%, refletindo a dinâmica competitiva da disputa presidencial brasileira.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL) avançou na corrida presidencial e aparece numericamente à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma eventual disputa de segundo turno, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira (10). Os dois estão empatados dentro da margem de erro. Flávio tem 46,4% das intenções de voto, contra 46,2% de Lula. Na rodada anterior, o petista marcava 47,1% e o candidato do PL, 42,6%. A mudança foi puxada principalmente pelo crescimento de Flávio, que ganhou 3,8 pontos percentuais entre os dois levantamentos. Lula oscilou 0,9 ponto para baixo. A margem de erro da pesquisa é de um ponto percentual para mais ou para menos. Flávio avança - Lula continua à frente no cenário de primeiro turno, com 43%, mesmo percentual registrado em agosto. Flávio aparece com 37,4%, ante 34% na rodada anterior. A distância entre os dois, portanto, caiu de nove para 5,6 pontos percentuais. O crescimento de Flávio, de 3,4 pontos, supera a margem de erro do levantamento. Augusto Cury (Avante), que vinha ocupando a terceira posição, recuou de 8% para 6,6%. Renan Santos (Missão) aparece praticamente empatado com ele, com 6,5%. Romeu Zema (Novo) registra 2,1%. Ronaldo Caiado (PSD) tem 1,1%, enquanto Samara (UP) e Pablo Marçal têm 1% cada. Os demais candidatos testados não pontuaram. Brancos e nulos somam 0,6%, e 0,4% não soube responder.
TSE suspende candidatura de Renan Santos, do Missão, nas eleições 2026
TSE suspende candidatura de Renan Santos, do Missão, nas eleições 2026
Decisão do ministro Dias Toffoli impede atos de campanha na internet, repasses do fundo eleitoral e participação do candidato em debates.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu a candidatura de Renan Santos (Missão) à Presidência da República, impedindo a campanha na internet, o recebimento de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e a participação do candidato em debates.
- A decisão, confirmada pelo porta-voz do Movimento Brasil Livre, foi motivada pela falta de informação dos endereços de sites, blogs, redes sociais e aplicativos de mensagens utilizados na divulgação da candidatura, violando a legislação eleitoral que exige a comunicação desses canais no registro ou em até 24 horas após sua criação.
Foto: Reprodução
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu, nesta segunda-feira (31), a candidatura de Renan Santos (Missão) à Presidência da República. A medida afeta atos de campanha na internet, o recebimento de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e a participação do candidato em debates. A decisão foi confirmada por Ricardo Almeida, porta-voz e coordenador nacional do Movimento Brasil Livre (MBL). Segundo ele, Renan Santos deve realizar uma coletiva de imprensa às 17h desta segunda para comentar a determinação. O processo é relatado pelo ministro Dias Toffoli. De acordo com a decisão, a candidatura foi suspensa porque a campanha não teria informado à Justiça Eleitoral os endereços de sites, blogs, redes sociais e aplicativos de mensagens utilizados na divulgação da candidatura. A legislação eleitoral determina que os canais digitais já existentes sejam informados no momento do registro da candidatura. No caso de novas contas, a comunicação à Justiça Eleitoral deve ser feita em até 24 horas após a criação. Com a decisão, a campanha de Renan Santos fica impedida de utilizar os canais digitais não regularizados, além de sofrer restrições relacionadas ao financiamento eleitoral e à participação do candidato em debates. O caso ainda poderá ter novos desdobramentos na Justiça Eleitoral.
Pesquisa Real Time Big Data: Flávio Bolsonaro tem 44% e Lula 39% no DF
Pesquisa Real Time Big Data: Flávio Bolsonaro tem 44% e Lula 39% no DF
Presidente também lidera o índice de rejeição entre os candidatos testados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O levantamento da Real Time Big Data, divulgado nesta quarta-feira (19), mostra Flávio Bolsonaro à frente de Lula em simulação de segundo turno para a Presidência da República no Distrito Federal, com 44% das intenções de voto contra 39% para o presidente. A margem de erro de dois pontos percentuais coloca os candidatos em empate técnico no limite da margem, enquanto na pesquisa estimulada de primeiro turno Lula lidera com 36% e Flávio Bolsonaro segue em 35%, com Ronaldo Caiado e Renan Santos em 8% cada.
- Além das intenções de voto, a pesquisa avaliou a rejeição dos candidatos, colocando Lula em 48% e Flávio Bolsonaro em 40%. O levantamento contou com 1.600 eleitores entre 14 e 18 de agosto, com 95% de nível de confiança, e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05423/2026.
Foto: Reprodução | Fabio Rodrigues Pozzebom / Jefferson Rudy
O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma simulação de segundo turno para a Presidência da República no Distrito Federal, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (19). No cenário de segundo turno, Flávio Bolsonaro registra 44% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 39%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os candidatos estão em empate técnico no limite da margem. Já na pesquisa estimulada de primeiro turno, Lula lidera com 36%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 35%. Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) aparecem com 8% cada. Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) somam 1% cada. Na modalidade espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula registra 24%, contra 21% de Flávio Bolsonaro. Ronaldo Caiado tem 3%, Renan Santos 2% e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece com 1%. A pesquisa também avaliou a rejeição dos candidatos. Lula lidera esse indicador com 48%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 40%. Em seguida aparecem Ronaldo Caiado (30%), Renan Santos (29%), Rui Costa Pimenta (28%), Edmilson Costa (27%), Leonardo Avalanche e Romeu Zema (25% cada), Augusto Cury (21%), Wilson Grassi (19%), Hertz Dias (18%) e Samara Martins e Clariana Barão (17% cada). O levantamento foi realizado entre os dias 14 e 18 de agosto, com 1.600 eleitores do Distrito Federal. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de nível de confiança. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05423/2026.
TSE registra mais de 20 mil candidaturas para as eleições de 2026
TSE registra mais de 20 mil candidaturas para as eleições de 2026
Sistema da Justiça Eleitoral ainda está sendo atualizado e número de candidaturas pode aumentar nos próximos dias.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contabilizou parcialmente 20.496 candidaturas para as eleições de 2026 até a tarde deste domingo (16). Embora o prazo de inscrição tenha terminado no sábado (15), o sistema da Justiça Eleitoral segue em atualização pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), e o montante atual ainda se encontra abaixo das 29 mil candidaturas registradas nos pleitos de 2018 e 2022. Entre os registros protocolados de última hora estão os de Pablo Marçal (PRTB) para a Presidência, Michelle Bolsonaro (PL) para o Senado pelo Distrito Federal e Cleitinho (Republicanos) para o governo de Minas Gerais.
- Ao todo, 30 partidos políticos disputarão as eleições gerais de 2026, número inferior ao do pleito anterior devido a fusões, incorporações e mudanças de nome ocorridas desde 2022, tendo como única legenda estreante o partido Missão. O Partido Liberal (PL) lidera o número de candidaturas com 1.624 registros, seguido pelo MDB com 1.386, enquanto o PRTB e o PCB apresentam os menores índices de participação. Os dados finais consolidados devem ser atualizados nos próximos dias após a análise e homologação dos registros pela Justiça Eleitoral.
Foto: Reprodução | TSE
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contabilizava, até as 16h30 deste domingo (16), 20.496 candidaturas registradas para as eleições de 2026. O levantamento é parcial e contempla os concorrentes aos cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital. Embora o prazo para apresentação dos pedidos de registro tenha sido encerrado às 19h de sábado (15), a Justiça Eleitoral informou que os sistemas ainda passam por atualização. Segundo o TSE, os pedidos foram protocolados dentro do prazo legal, mas ainda precisam ser aceitos e processados pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Em nota, o tribunal explicou que somente após essa etapa os registros passam a constar no sistema DivulgaCandContas e nas bases oficiais da Justiça Eleitoral. Por isso, o número de candidatos poderá sofrer alterações nos próximos dias. Até o momento, foram registrados 13 candidatos à Presidência da República, 195 ao governo dos estados, 315 ao Senado, 7.620 à Câmara dos Deputados e 11.507 às assembleias legislativas e à Câmara Legislativa do Distrito Federal. Os candidatos a vice-presidente e vice-governador integram a mesma chapa dos titulares, enquanto cada candidato ao Senado registra dois suplentes. O número parcial ainda está abaixo do registrado nas duas últimas eleições gerais. Em 2022 e 2018, o total de candidaturas homologadas ficou em torno de 29 mil. Os dados atuais incluem todos os pedidos protocolados, antes da análise que poderá deferir ou indeferir cada candidatura. Entre os registros apresentados nos últimos dias do prazo está o de Pablo Marçal, que protocolou pedido de candidatura à Presidência após obter uma decisão liminar da Justiça Eleitoral de São Paulo autorizando sua filiação ao PRTB. Apesar disso, ele ainda precisará reverter ou suspender a condenação que o tornou inelegível por oito anos devido ao uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha para a Prefeitura de São Paulo, em 2024. Também oficializaram suas candidaturas no último dia do prazo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), que disputará uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal, e o senador Cleitinho (Republicanos), candidato ao Governo de Minas Gerais. Já Flávio Bolsonaro (PL) protocolou seu registro na quinta-feira (13), após conseguir retomar a filiação ao partido por decisão do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. O senador havia sido filiado, sem autorização, ao partido Missão, legenda criada por integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL). Ao todo, 30 partidos políticos disputarão as eleições de 2026, dois a menos que no pleito anterior. O PL lidera em número de candidaturas registradas, com 1.624, seguido pelo MDB, com 1.386. Na outra ponta, PRTB, com 10 candidatos, e PCB, com 23, aparecem como as legendas com menor número de registros. Desde as eleições de 2022, o cenário partidário também passou por mudanças. PTB e Patriota se fundiram para criar o PRD; o Pros foi incorporado ao Solidariedade; e o PSC passou a integrar o Podemos. Além disso, o PMN adotou o nome Mobiliza, enquanto o PMB passou a se chamar Democrata. A única nova legenda na disputa é o Missão, criado por integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL).
Pesquisa Quaest aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
Pesquisa Quaest aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no 2º turno
Diferença entre os dois candidatos diminuiu nos últimos levantamentos, enquanto outros nomes testados pela Quaest ficam atrás do presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Quaest mais recente, divulgada em 14 de julho, aponta Lula (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno, com 43% das intenções de voto contra 40% do senador. A diferença entre os dois candidatos diminuiu em relação aos levantamentos anteriores, indicando um cenário de empate técnico considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.
- A pesquisa também simulou disputas entre Lula e outros candidatos, como Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), mostrando vantagem de Lula em todos esses cenários. A Quaest ouviu 2.004 eleitores e registrou a pesquisa na Justiça Eleitoral sob o número BR-06773/2026, com um nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais.
Foto: Wilton Junior | Estadão
A nova pesquisa Quaest, divulgada nesta sexta-feira (14), aponta Lula (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno. O presidente aparece com 43% das intenções de voto, enquanto o senador registra 40%. Outros 13% afirmam que votariam em branco ou nulo ou que não compareceriam às urnas. Os indecisos somam 4%. A diferença entre os dois candidatos diminuiu em relação aos levantamentos anteriores. Na pesquisa realizada no início de agosto, Lula tinha vantagem de cinco pontos sobre Flávio. Em julho, a distância era de oito pontos. Com a margem de erro de dois pontos percentuais, o cenário atual é considerado de empate técnico. O resultado também representa uma melhora no desempenho de Flávio em relação às pesquisas anteriores, após a repercussão das conversas atribuídas ao senador com Daniel Vorcaro, do Banco Master, que vieram a público em maio. O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre segunda-feira (10) e quinta-feira (13). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-06773/2026. A Quaest também simulou disputas entre Lula e outros candidatos. Contra Ronaldo Caiado (PSD), o presidente aparece com 44%, ante 37% do governador. No cenário com Renan Santos (Missão), Lula registra 44%, contra 36%. Já diante de Romeu Zema (Novo), o petista tem 45%, enquanto o governador soma 34%.
TSE suspende filiações após Bolsonaro ser filiado sem autorização
TSE suspende filiações após Bolsonaro ser filiado sem autorização
Ministro Nunes Marques determinou a suspensão temporária para evitar novas fraudes enquanto o caso é investigado pela Justiça Eleitoral.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou a suspensão temporária do processamento de novas filiações partidárias no sistema da Justiça Eleitoral. A decisão ocorreu após o candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, aparecer como filiado ao partido Missão sem ter autorizado a mudança. O caso passou a ser investigado pelo tribunal, que busca identificar a origem da alteração e impedir novas tentativas de fraude.
- A suspensão não deve causar impacto na disputa eleitoral deste ano, pois os candidatos precisavam ter vínculo com um partido político até o início de abril. O sistema Filia, utilizado pela Justiça Eleitoral para o registro das filiações partidárias, continuará recebendo solicitações, mas o processamento de novas filiações ficará suspenso até que sejam adotadas medidas de segurança para evitar novas ocorrências. Além disso, o TSE também determinou a apuração de possíveis tentativas de alterar, de forma irregular, a filiação de outros candidatos à Presidência, como uma tentativa de mudança no cadastro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Foto: Reprodução
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou nesta quinta-feira (13) a suspensão temporária do processamento de novas filiações partidárias no sistema da Justiça Eleitoral. A decisão ocorreu após o candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, aparecer como filiado ao partido Missão sem ter autorizado a mudança. O caso passou a ser investigado pelo tribunal, que busca identificar a origem da alteração e impedir novas tentativas de fraude. Segundo o TSE, a suspensão não deve causar impacto na disputa eleitoral deste ano. Isso porque, para estar apto a concorrer, o candidato precisava ter vínculo com um partido político até o início de abril. Nunes Marques também determinou a apuração de possíveis tentativas de alterar, de forma irregular, a filiação de outros candidatos à Presidência. Entre os casos identificados está uma tentativa de mudança no cadastro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o tribunal, a alteração não chegou a ser efetivada. O sistema Filia, utilizado pela Justiça Eleitoral para o registro das filiações partidárias, continuará recebendo solicitações. O processamento de novas filiações, no entanto, ficará suspenso até que sejam adotadas medidas de segurança para evitar novas ocorrências. A expectativa é de que o sistema volte a processar as filiações em breve, após a conclusão das verificações determinadas pelo TSE.
Flávio Bolsonaro diz que filiação ao Missão foi tentativa de barrar candidatura
Flávio Bolsonaro diz que filiação ao Missão foi tentativa de barrar candidatura
Senador afirma que filiação ao Missão foi uma tentativa de impedir seu registro no TSE e anuncia live para explicar o caso.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi impedido de se registrar na Presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) devido a uma filiação ao partido Missão, que ele acredita ser uma tentativa de impedir sua candidatura.
- Flávio afirmou que o sistema está tentando barrar sua entrada na disputa e convocou apoiadores para um ato de início de campanha no domingo, na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. A filiação ao partido Missão foi questionada pela Justiça Eleitoral devido a irregularidades, como um endereço falso e um CEP inexistente.
Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu nesta quinta-feira (13) à descoberta de uma filiação ao partido Missão, que acabou impedindo, inicialmente, o registro de sua candidatura à Presidência no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em um vídeo publicado nas redes sociais, Flávio afirmou que a filiação seria uma tentativa de impedir sua candidatura. Segundo ele, o chamado “sistema” estaria tentando barrar sua entrada na disputa. “O sistema vai tentar de tudo para me parar, mas não vai conseguir não, porque Deus está no comando e a gente vai resgatar o Brasil”, declarou. O senador também afirmou que sua desfiliação do PL não funcionou e convocou apoiadores para o ato de início de campanha, marcado para domingo (16), na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Flávio anunciou ainda uma transmissão ao vivo em seu canal no YouTube nesta quinta-feira, na qual pretende apresentar mais informações sobre o caso. A filiação atribuída ao senador chamou atenção pelos dados inseridos no cadastro. O endereço informado foi “Rua dos Bandidos”, no “Bairro Miliciano”, com número 666 e um CEP inexistente. Segundo as informações divulgadas, o cadastro teria sido realizado por meio de uma senha atribuída ao partido Missão. A legenda, por sua vez, negou participação na filiação e afirmou ter sido vítima de uma tentativa de fraude. Em nota, o Missão informou que tentou reverter o cadastro no mesmo dia em que identificou a filiação, mas que o pedido foi negado pela Justiça Eleitoral. A legenda também afirmou que o gabinete de Flávio foi comunicado sobre o caso em 2 de agosto e que os e-mails enviados foram abertos, mas não respondidos. O partido declarou ainda que adotará medidas junto à Polícia Federal e ao TSE para identificar os responsáveis. Segundo a legenda, serão apresentados às autoridades registros de acessos, e-mails e endereços de IP relacionados ao cadastro. Na mesma nota, o Missão afirmou que não tinha interesse na filiação de Flávio Bolsonaro, citando divergências ideológicas e fazendo referência a suspeitas envolvendo o senador. Essas afirmações fazem parte do posicionamento divulgado pela própria legenda e não representam, por si só, comprovação das acusações mencionadas. O caso deverá ser analisado pela Justiça Eleitoral e pelas autoridades responsáveis pela investigação da suposta fraude.
Conselho de Ética aprova continuidade de processo contra Erika Hilton
Conselho de Ética aprova continuidade de processo contra Erika Hilton
Por 10 votos a 5, colegiado admite representação por suposta quebra de decoro; deputada terá prazo para apresentar defesa
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados aprovou, por 10 votos a 5, a admissibilidade do processo disciplinar contra a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP). A representação, apresentada pelo partido Missão, acusa a parlamentar de quebra de decoro decorrente de publicações feitas em suas redes sociais após assumir a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.
- O parecer favorável ao prosseguimento da ação foi relatado pelo deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB). A defesa de Erika Hilton tentou afastar o relator sob alegação de falta de imparcialidade, pedido que foi rejeitado pela presidência do colegiado. Com a decisão, o processo entra na fase de instrução para coleta de provas e depoimentos, podendo resultar em sanções que vão de advertência à perda de mandato.
Foto: Reprodução
O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (11), o parecer que autoriza a continuidade do processo disciplinar contra a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP). A admissibilidade da representação foi aprovada por 10 votos a 5. Com a decisão, o processo seguirá sua tramitação no colegiado. A parlamentar será notificada para apresentar defesa, indicar testemunhas e acompanhar as próximas etapas do procedimento, que poderá resultar no arquivamento da ação ou na aplicação de sanções previstas no Regimento Interno da Câmara, incluindo a perda do mandato, cuja decisão final cabe ao plenário da Casa. A representação foi protocolada pelo partido Missão, em março deste ano, e questiona declarações feitas por Erika Hilton nas redes sociais após sua eleição para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Segundo o partido, as publicações configurariam quebra de decoro parlamentar. Entre as manifestações citadas está uma mensagem publicada na rede social X, em que a deputada respondeu às críticas recebidas após assumir o comando da comissão. O parecer favorável à continuidade da ação foi apresentado pelo deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), relator do caso e líder da oposição na Câmara. Durante a análise, ele afirmou que seu voto tratava apenas da admissibilidade da representação, ressaltando que a decisão sobre eventual punição caberá ao Conselho de Ética ao fim da instrução do processo. Erika Hilton não participou da reunião desta terça-feira. Em manifestação apresentada anteriormente ao Conselho, a deputada pediu o afastamento do relator sob a alegação de falta de imparcialidade. O pedido, no entanto, foi rejeitado pelo presidente do colegiado, deputado Fábio Schiochet (União-SC). Na defesa, a parlamentar argumentou que Cabo Gilberto é autor de um projeto de lei que prevê que a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher seja exercida exclusivamente por deputadas do sexo feminino, o que, segundo ela, comprometeria sua isenção para relatar o caso. Com a aprovação da admissibilidade, o Conselho de Ética iniciará a fase de instrução, na qual serão analisadas as provas e os argumentos apresentados pelas partes antes da elaboração do parecer final.
























