Governo mantém subsídio ao diesel, mas descarta retorno de benefício extra de R$ 0,35 por litro
Equipe econômica afirma que aumento do petróleo ainda não justificou reajustes que exijam a retomada da ajuda complementar.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O governo federal decidiu manter a suspensão do benefício adicional de R$ 0,35 por litro de diesel, conforme anunciado pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti. A decisão baseia-se na avaliação de que a recente alta do petróleo no mercado internacional ainda não gerou impactos significativos nos preços finais ao consumidor brasileiro. Dessa forma, a equipe econômica optou por monitorar o mercado antes de reintroduzir o auxílio, priorizando o equilíbrio das contas públicas.
- Atualmente, permanecem em vigor os subsídios de R$ 1,12 por litro de diesel e de R$ 0,44 por litro de gasolina, este último prorrogado por mais um mês. Esses programas representam um custo mensal expressivo para os cofres públicos, alcançando cerca de R$ 5,5 bilhões para o diesel e R$ 1,3 bilhão para a gasolina. O governo reforçou seu compromisso em conciliar a proteção ao poder de compra da população com a responsabilidade fiscal.
Foto: Reprodução
O governo federal decidiu manter suspenso, por enquanto, o benefício adicional de R$ 0,35 por litro do diesel, mesmo com a recente valorização do petróleo no mercado internacional. A medida foi confirmada pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, durante a apresentação do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, na última sexta-feira (24). Segundo o ministro, a alta do petróleo ainda não provocou um impacto significativo nos preços pagos pelos consumidores brasileiros. Por isso, a avaliação da equipe econômica é de que não há necessidade, neste momento, de restabelecer o auxílio complementar que havia sido interrompido no início de julho. A estratégia do governo é acompanhar de perto a evolução dos preços dos combustíveis antes de adotar novas medidas. Enquanto monitora o mercado, o Executivo decidiu preservar apenas os subsídios já em vigor, evitando ampliar os gastos públicos em um cenário de pressão sobre as contas da União. Com isso, continua valendo o subsídio de R$ 1,12 por litro de diesel, enquanto o benefício de R$ 0,44 por litro da gasolina foi prorrogado por mais um mês para reduzir o impacto dos reajustes aos consumidores. O peso dessas medidas no orçamento também influenciou a decisão. De acordo com o Ministério do Planejamento, o subsídio à gasolina representa uma despesa de aproximadamente R$ 1,3 bilhão por mês. Já o programa de apoio ao diesel tem custo estimado em cerca de R$ 5,5 bilhões mensais. A equipe econômica afirma que seguirá avaliando o comportamento do mercado internacional e dos preços nas bombas antes de decidir se haverá mudanças na política de subsídios aos combustíveis. Enquanto isso, o governo mantém a prioridade de equilibrar a proteção ao consumidor com a responsabilidade fiscal.
























