MP investiga possível dano ambiental em estação de tratamento de esgoto de Paramirim
Procedimento foi aberto após denúncia sobre o afundamento de uma lagoa da estação e possível infiltração de esgoto no solo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público da Bahia abriu investigação para apurar danos ambientais na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Paramirim, após denúncia do vereador Anselmo Barbosa Caíres sobre o afundamento de uma lagoa facultativa que provocou vazamento e infiltração de efluentes no solo, ameaçando a saúde pública e o meio ambiente.
- A investigação incluirá solicitação de documentos, vistorias e avaliação dos impactos. Caso sejam encontradas irregularidades, o caso poderá evoluir para inquérito civil e medidas judiciais e administrativas, enquanto a Embasa é cobrada para recuperar a estrutura e conter o vazamento.
Foto: Reprodução | Getty Imagens
O Ministério Público da Bahia abriu uma investigação para apurar possíveis danos ambientais na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Paramirim, no sudoeste do estado. A apuração foi instaurada após uma denúncia apresentada pelo vereador Anselmo Barbosa Caíres, que relatou o afundamento de uma das lagoas facultativas da estação, estrutura responsável pelo tratamento do esgoto. Segundo o parlamentar, o problema provocou o vazamento e a infiltração de efluentes no solo, atingindo uma área alagada e levantando preocupações sobre riscos ao meio ambiente e à saúde da população. Diante da situação, o vereador cobrou da Embasa a recuperação imediata da estrutura, a contenção do vazamento e uma vistoria completa na estação para evitar novos problemas. Com a abertura do procedimento, o Ministério Público vai solicitar documentos, realizar vistorias e avaliar a extensão dos possíveis impactos ambientais. Se forem constatadas irregularidades, o caso poderá resultar em um inquérito civil e na adoção de medidas judiciais e administrativas.
MP-BA abre investigação sobre concurso da Câmara de Correntina
MP-BA abre investigação sobre concurso da Câmara de Correntina
Procedimento foi aberto após denúncia anônima que aponta possível direcionamento e falhas no processo
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- O Ministério Público do Estado da Bahia abriu um procedimento para acompanhar e fiscalizar o concurso público da Câmara Municipal de Correntina após denúncia anônima que aponta possíveis irregularidades no processo seletivo, incluindo direcionamento da escolha da banca organizadora, excesso de cargos comissionados e ausência de estudo de impacto financeiro. A Promotoria também questiona a realização das provas em dia útil, o perfil da empresa contratada e a falta de previsão específica em seu objeto social para realizar concursos públicos.
- O caso é alvo de outro procedimento paralelo e as investigações continuam, podendo resultar na adoção de medidas judiciais, caso sejam confirmadas irregularidades.
Foto: Divulgação
O Ministério Público do Estado da Bahia abriu um procedimento para acompanhar e fiscalizar o concurso público da Câmara Municipal de Correntina, no oeste do estado. A medida foi adotada após denúncia anônima que aponta possíveis irregularidades no processo seletivo. Entre as suspeitas levantadas estão possível direcionamento na escolha da banca organizadora, excesso de cargos comissionados e ausência de estudo de impacto financeiro. Também há questionamentos sobre a realização das provas em dia útil, o que pode ter dificultado a participação de candidatos. Outro ponto analisado pela Promotoria é o perfil da empresa contratada para organizar o concurso. A HC Soluções e Assessoria Ltda, que recebeu cerca de R$ 37 mil pelo serviço, não teria previsão específica em seu objeto social para realização de concursos públicos. Mesmo após o envio de ofícios solicitando esclarecimentos ao presidente da Câmara, o certame segue em andamento. Diante das suspeitas, o Ministério Público informou que vai intensificar o acompanhamento do caso, que também já é alvo de outro procedimento paralelo. As investigações continuam e podem resultar na adoção de medidas judiciais, caso sejam confirmadas irregularidades.
























