União Progressista pede afastamento de Eduardo Sodré à PGR
União Progressista pede afastamento de Eduardo Sodré à PGR
Secretário de Meio Ambiente da Bahia é alvo de investigação da Operação Compliance Zero
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Federação União Progressista apresentou nesta quinta‑feira (17) uma representação à Procuradoria‑Geral da República (PGR) solicitando o afastamento cautelar do secretário de Meio Ambiente da Bahia, Eduardo Sodré, no âmbito da Operação Compliance Zero. O pedido, assinado por dirigentes da União Progressista, União Brasil e PP, aponta supostas articulações financeiras reveladas por documentos da Polícia Federal, incluindo uma planilha de R$ 2,34 milhões e uma transferência de R$ 3,5 milhões para a BN Financeira.
- A representação destaca que Sodré já está sujeito a medidas cautelares impostas pelo STF, como restrição de contato com investigados, suspensão de passaporte e proibição de saída do país. Agora cabe à PGR analisar o pedido e decidir se encaminha ao STF a solicitação de afastamento temporário do cargo, sem antecipar julgamento sobre responsabilidade criminal.
Foto: Reprodução
A Federação União Progressista apresentou nesta quinta-feira (17) uma representação à Procuradoria-Geral da República (PGR) para que seja avaliado o afastamento cautelar do secretário de Meio Ambiente da Bahia, Eduardo Sodré, durante as investigações da Operação Compliance Zero. O pedido foi encaminhado ao procurador-geral da República, Paulo Gonet. A federação quer que a PGR avalie solicitar ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), a suspensão temporária de Sodré do cargo. A representação é assinada por Arthur Maia, Paulo Azi e Cacá Leão, dirigentes da União Progressista, União Brasil e PP na Bahia. Segundo o documento, o pedido não representa antecipação de julgamento sobre eventual responsabilidade criminal do secretário. A argumentação é de que a permanência dele no cargo deve ser analisada diante das medidas cautelares já determinadas pela Justiça e do andamento das investigações. A representação cita informações atribuídas à Polícia Federal segundo as quais Sodré teria participado de articulações financeiras investigadas. Entre os elementos mencionados está uma planilha encontrada no celular de Daniel Lopes Monteiro, com registros de mais de R$ 2,34 milhões destinados a uma pessoa identificada como “Dudu”, que, segundo a investigação, seria Eduardo Sodré. O documento também cita tratativas envolvendo boletos, notas fiscais e documentos que teriam antecedido uma transferência de R$ 3,5 milhões para a BN Financeira. As informações fazem parte das apurações e não representam, por si só, uma conclusão sobre responsabilidade criminal. Sodré já está submetido a medidas cautelares determinadas pelo STF, incluindo restrição de contato com outros investigados, suspensão do passaporte, proibição de deixar o país e impedimento de atuação econômica com empresas relacionadas aos fatos apurados. Agora, cabe à PGR analisar o pedido e decidir se levará ao STF uma solicitação de afastamento cautelar do secretário.
Ministro do STF flexibiliza medidas contra investigados por fraudes no INSS
Ministro do STF flexibiliza medidas contra investigados por fraudes no INSS
Ex-procurador-geral do INSS deixa a prisão e passará a usar tornozeleira eletrônica por decisão do ministro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro André Mendonça, do STF, decidiu nesta terça‑feira (8) flexibilizar as medidas cautelares da Operação Sem Desconto, que investiga descontos irregulares nos benefícios do INSS. A decisão revogou as prisões preventivas de alguns investigados, substituindo‑as por restrições menos severas.
- Entre os beneficiados está o ex‑procurador‑geral do INSS, Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, que passará a usar tornozeleira eletrônica, ficará proibido de contatar outros investigados e de sair do país. A esposa, Thaisa Hoffmann Jonasso, também teve a prisão revogada. O ministro justificou que, com os investigados afastados e a maior parte das provas já coletada, as medidas cautelares são suficientes para garantir o andamento das investigações.
Foto: Gustavo Moreno | STF
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (8) a flexibilização das medidas cautelares impostas a investigados na Operação Sem Desconto, que apura um esquema de descontos irregulares em benefícios do INSS. A decisão revoga prisões preventivas e substitui parte das restrições por medidas menos severas. Entre os beneficiados está o ex-procurador-geral do INSS, Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, que deixará a prisão e passará a cumprir medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica. Ele continuará proibido de manter contato com outros investigados e de deixar o país. A esposa de Virgílio, Thaisa Hoffmann Jonasso, também teve a prisão revogada. Segundo Mendonça, como os investigados já foram afastados de suas funções e a maior parte das provas foi reunida, as medidas cautelares são suficientes para garantir o andamento das investigações, sem a necessidade da manutenção das prisões preventivas.
Deputado pede que STF devolva Bolsonaro à prisão por conta de carta a Flávio
Deputado pede que STF devolva Bolsonaro à prisão por conta de carta a Flávio
Deputado do PT afirma que ex-presidente descumpriu medidas cautelares ao divulgar carta com conteúdo político por meio de terceiros.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Lindbergh Farias anunciou que apresentará uma petição ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a revogação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e seu retorno ao regime fechado. A iniciativa ocorre após o senador Flávio Bolsonaro ler, em transmissão ao vivo, uma carta escrita pelo ex-presidente com manifestações políticas e apoio eleitoral. Segundo Lindbergh, a divulgação do documento viola as medidas cautelares impostas pelo STF, que proíbem o ex-presidente de utilizar redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros.
- Além do pedido de prisão, a petição de Lindbergh solicita a aplicação de uma multa de R$ 100 mil ao senador Flávio Bolsonaro por ter facilitado a divulgação pública da carta. Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde março por motivos de saúde, sob condições que incluem restrições de comunicação. Até o momento, o STF e a defesa do ex-presidente não comentaram o anúncio da petição.
Foto: Ton Molina | STF
O deputado federal Lindbergh Farias anunciou neste sábado (11) que apresentará uma petição ao Supremo Tribunal Federal pedindo a revogação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e seu retorno ao regime fechado. A iniciativa foi divulgada após o senador Flávio Bolsonaro ler, durante uma transmissão ao vivo em seu canal no YouTube, uma carta escrita pelo ex-presidente com manifestações sobre o cenário político nacional e apoio à sua pré-candidatura à Presidência da República. Segundo Lindbergh, o conteúdo da carta possui caráter político-eleitoral e teria sido divulgado em desacordo com as medidas cautelares impostas pelo STF. O parlamentar argumenta que Bolsonaro está proibido de utilizar redes sociais, direta ou indiretamente, inclusive por intermédio de terceiros, para divulgação de mensagens, vídeos ou áudios. Na petição, o deputado também pede que o Supremo aplique uma multa de R$ 100 mil a Flávio Bolsonaro. De acordo com Lindbergh, o senador tinha conhecimento das restrições impostas ao ex-presidente e, ainda assim, teria contribuído para a divulgação pública da carta. Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde março, após decisão judicial motivada por um quadro de broncopneumonia. Entre as condições estabelecidas para a medida estão a proibição de utilizar redes sociais, pessoalmente ou por meio de terceiros. O eventual descumprimento das determinações poderá ser analisado pelo STF, que decidirá se houve violação das medidas cautelares. Na carta lida por Flávio Bolsonaro, o ex-presidente manifesta apoio à pré-candidatura do filho à Presidência da República e o define como seu "porta-voz". O documento também conclama apoiadores a se unirem em torno do projeto político para as eleições de 2026. Até o momento, o STF não havia se manifestado sobre o pedido anunciado pelo deputado, e a defesa de Jair Bolsonaro também não comentou publicamente a iniciativa.
























