Caminhão tomba e deixa três feridos na BA‑026, em Maracás
Motorista ficou preso às ferragens e foi resgatado por equipes do Corpo de Bombeiros
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Foto: Reprodução
Um caminhão carregado com medicamentos tombou na manhã de domingo (4) na BA‑026, no trecho conhecido como Pé de Serra, em Maracás, no Vale do Jiquiriçá. O acidente aconteceu por volta das 11h30. Segundo informações iniciais, o motorista perdeu o controle do veículo após o travamento de uma das rodas dianteiras. O caminhão seguia para Contagem (MG) quando tombou na lateral da pista. O condutor, Neilso Macedo Petrônio, de 34 anos, ficou preso às ferragens e foi retirado por equipes do Corpo de Bombeiros com apoio do Samu. Ele foi levado ao Hospital Álvaro Bezerra com ferimentos graves. A esposa do motorista, Luana Mayada da Silva, de 31 anos, e o filho do casal, Gabriel Petrônio da Silva, de 6 anos, também estavam no caminhão e foram socorridos com ferimentos. A área foi isolada pela Polícia Rodoviária Estadual (PRE) até a remoção do veículo. O caso será registrado como o primeiro acidente do ano na BA‑026, que já acumula histórico de ocorrências graves.
Livramento: Falta de medicação na Farmácia Básica prejudica tratamento de pacientes
Além da falta de medicamentos, os moradores de Livramento também enfrentam problemas com a falta de médicos especialistas
Por: redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Blog Regional
- O setor de saúde pública tem sido um dos principais problemas enfrentados pelos moradores de Livramento de Nossa Senhora, cidade do sudoeste da Bahia. Além da falta de médicos especialistas, a gestão Ricardo Ribeiro (REDE), o Ricardinho, tem se notabilizado também pela falta de medicamentos na Farmácia Básica, cenário bem diferente de seus antecessores. Nos últimos dias, a Rádio Portal Sudoeste reportou uma de tantas queixas relacionadas com a falta de medicamentos, desta vez, se trata da mãe de uma paciente, moradora do bairro Estocada, que teve que adquirir os fármacos para sua filha, que é portadora de deficiência mental, e realiza o tratamento no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). “Estive no CAPS e não achei nem meio comprimido. Os funcionários disseram que não podem ajudar”, lamentou a munícipe. E não é somente os remédios para tratamento de doenças mentais que estão faltando no município, remédios para pacientes hipertensos também estão em falta. Até o momento, a Prefeitura Municipal não se pronunciou sobre o assunto.
Anvisa renova autorização de vacinas e medicamentos de uso emergencial
Para que sejam fabricados, produtos precisam de registro definitivo
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou resolução que permite a utilização de medicamentos e vacinas autorizados para uso emergencial durante a pandemia de covid-19. Em nota, a agência destacou que, com o fim da emergência de saúde pública de importância nacional, a norma que estabelecia regras para concessão e manutenção das autorizações de uso emergencial perdeu a vigência. Comercialização - “Para que medicamentos e vacinas aprovados por meio dessas autorizações ainda possam ser utilizados, a Anvisa publicou a nova norma, permitindo o uso, a distribuição e a comercialização desses produtos, desde que tenham sido fabricados até o último dia 21 de maio”, esclarece a decisão. A nova resolução reconhece que os medicamentos e as vacinas mantêm sua eficácia e segurança e seguem com avaliação positiva na relação benefícios x riscos. Confira a lista abaixo: vacina Comirnaty bivalente BA.1; vacina Comirnaty bivalente BA.4/BA.5; vacina CoronaVac; medicamento Sotrovimabe e Lagevrio (molnupiravir); medicamento Paxlovid (nirmatrelvir + ritonavir). Ainda segundo a Anvisa, para que continuem a ser fabricados após 21 de maio, esses produtos precisam ter seu registro definitivo solicitado pelas empresas. “Até o momento, as vacinas CoronaVac e Comirnaty bivalente BA.4/BA.5, além do medicamento Paxlovid, já possuem pedido de registro em análise”, finalizou a Anvisa.
Sindusfarma projeta aumento de até 5,6% no preço dos medicamentos
Aumento vai atingir cerca de 10 mil produtos disponíveis no mercado
Por: Renato Ribeiro
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Foto: Reprodução | Agência Brasil
- Os remédios podem subir até 5,6% a partir deste sábado (1º). Então, é importante o consumidor começar a pesquisar para garantir um bom desconto e até fugir de preços abusivos. A projeção de aumento é do Sindicato das Indústrias Farmacêuticas do Estado de São Paulo (Sindusfarma). A estimativa foi feita com base nas regras que estabelecem o reajuste de preços de medicamentos, como o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mais fatores de produtividade e de ajustes de preços de cada setor. O aposentado Gilberto Camargos, morador de Vicente Pires, no Distrito Federal, conta que possui toda renda comprometida com medicamentos. Ele contou que ganha um salário mínimo por mês e gasta mais de R$ 2 mil só com medicamentos. "É indescritível o tanto que [o reajuste] irá prejudicar a sobrevivência de alguém como eu, que depende de um mínimo possível para sobreviver e ainda tem que gastar tudo com medicamento. Agora sobe o medicamento, mas o salário continua do mesmo jeito", criticou. Um estudo do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) aponta que o teto dos preços dos remédios não impede reajustes abusivos nas compras realizadas pelos consumidores em farmácias. É o caso, por exemplo, do Clavulin, antibiótico, que pode chegar até 86% de diferença nos preços. Já nos medicamentos genéricos, a variação ficou entre 384% no omeprazol, remédio para gastrite, e 91,9% no atenalol, um anti-hipertensivo. Para a coordenadora do Programa de Saúde do Idec, Ana Carolina Navarréte, o consumidor deve pesquisar em sites ou lojas físicas ou até participar de programas das empresas que pedem o CPF para encontrar os melhores valores. "O Idec recomenda que o consumidor, primeiro de tudo, pesquise, nunca aceite o primeiro preço que ele encontrar, ele pode fazer isso na internet, ligando na farmácia. Uma outra coisa é avaliar a participação em programas como Farmácia Popular, faz muita diferença um programa como esse e ele pode dar desconto de até 90% em alguns medicamentos." O reajuste nos remédios é feito anualmente, a partir de 31 de março, pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed). O aumento este ano vai atingir cerca de 10 mil medicamentos disponíveis no mercado brasileiro.
Ao menos 17 cidades baianas perderam vacinas e medicamentos por causa da chuva
O levantamento feito pelo Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde é preliminar e o número de cidades afetadas pode ser ainda maior
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Foto: Reprodução
- Quase 30% dos municípios baianos foram afetados pelas fortes chuvas que atingem o estado desde o início do mês de dezembro. Destas, 100 já decretaram situação de emergência. Para além de todo o transtorno que as enchentes estão causando, as secretarias de Saúde de diversos municípios estão em alerta por mais um motivo: a perda de vacinas e medicamentos após os alagamentos. O governador Rui Costa, em uma transmissão ao vivo, já havia dito na última terça-feira (28) que várias cidades do sul da Bahia perderam todas as medicações e vacinas. O Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde da Bahia (Cosems-Ba) realizou um levantamento que confirmou a afirmação de Rui. Dados mostram que ao menos 17 cidades tiveram perdas de remédios, imunizantes, equipamentos ou insumos hospitalares por causa das enchentes. No entanto, por ser um levantamento preliminar, o Consems-Ba acredita que esse número pode ser ainda maior. Segundo o órgão, diversos secretários municipais estão tendo dificuldade de se comunicar com a pasta e repassar informações. Lista das cidades que sinalizaram perdas de medicamentos, vacina ou insumos: Itororó; Jucuruçu; Amargosa; Jiquiriçá; Laje ; Aratuípe ; Coaraci Itacaré; Ilhéus; Itabuna; Canavieiras; Pau Brasil; Ipiaú; Jequié; Jaguaquara; Valença; Vitória da Conquista.























