Caso Lulinha reduz vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro em pesquisas internas do PT
Levantamentos apontam impacto do escândalo envolvendo o filho do presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Pesquisas internas do PT revelam que a vantagem de Lula em cenários eleitorais contra Flávio Bolsonaro caiu de sete a dez pontos para apenas dois a três, após a repercussão do caso envolvendo Fábio Lula Luís da Silva, conhecido como Lulinha. A informação, divulgada pela coluna de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo, destaca que o episódio já se tornou pauta de preocupação entre eleitores, influenciando as pesquisas qualitativas.
- O inquérito aponta que a lobista Roberta Luchsinger teria usado o nome de Lulinha para tentar intermediar a venda de canabidiol ao governo federal, além de ter pago R$ 217 mil em despesas de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, e de auxiliar na compra de joias para a esposa de Lula. Marcola afirma que os valores correspondem a um empréstimo já devolvido, mas a divulgação do caso continua a impactar a percepção pública e a estratégia de comunicação do partido.
Foto: Reprodução | Folha Press
Pesquisas internas realizadas pelo PT registraram uma redução na vantagem do presidente Lula em cenários eleitorais contra Flávio Bolsonaro após a repercussão do caso envolvendo Fábio Lula Luís da Silva, o Lulinha. Segundo dirigentes do partido, a diferença que antes variava entre sete e dez pontos caiu, nesta semana, para dois a três pontos. As informações foram divulgadas pela coluna de Mônica Bergamo, no jornal Folha de S.Paulo. De acordo com a publicação, levantamentos qualitativos — em que grupos de eleitores discutem temas com mediadores — mostram que o episódio já entrou na pauta de preocupações de parte do eleitorado. O caso, antes restrito ao noticiário, passou a ser citado espontaneamente por entrevistados que demonstram familiaridade com o assunto e mencionam críticas ao comportamento atribuído ao filho do presidente. As investigações que envolvem Lulinha apontam que a lobista Roberta Luchsinger teria usado o nome dele para tentar intermediar a venda de canabidiol ao governo federal. O inquérito também indica que ela pagou R$ 217 mil em despesas do ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, que teria recebido ajuda da empresária para marcar reuniões com autoridades. Luchsinger também o auxiliou na compra de joias destinadas à esposa no Dia das Mães. Marcola afirma que os valores se referem a um empréstimo já devolvido. Segundo a coluna da Folha, a entrada do tema nas conversas qualitativas é apontada como um dos fatores que explicam a redução da vantagem de Lula nos levantamentos internos. As informações têm sido usadas para orientar estratégias de comunicação e monitorar o impacto do caso no cenário político.























