Magazine Luiza registra prejuízo de R$ 35,9 milhões no último trimestre de 2022
Nos três períodos anuais anteriores, a Magalu havia registrado um crescimento anual de 26%; em 2022, foi apenas 8%
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- Mais uma varejista brasileira registrou números negativos no Brasil. Desta vez, foi a Magazine Luiza, que teve um prejuízo líquido de R$ 35,9 milhões no último trimestre de 2022. No mesmo trimestre de 2021, a rede havia lucrado R$ 93 milhões. No resultado ajustado, que exclui efeitos não recorrentes, o cenário é um pouco melhor, mas ainda pessimista: R$ 15,2 milhões, 80,8% menor em relação ao prejuízo ajustado de um ano antes. O prejuízo total no ano de 2022 foi de R$ 372 milhões. O principal motivo para o resultado é o aumento nas despesas financeiras, com os juros altos. Apesar disso, a rede teve alguns indicadores positivos: as vendas nas lojas, por exemplo, cresceram 8,2% e chegaram a R$ 60,2 bilhões no ano passado. Mesmo que o resultado das vendas tenha sido positivo, ainda há uma queda em relação à meta de crescimento anual da empresa. Nos três períodos anuais anteriores, a Magalu havia registrado um crescimento anual de 26%. Em 2022, no entanto, foi apenas 8%.
MP-BA investiga Magazine Luiza por propaganda enganosa em venda de geladeira
O pedido do MP é de que seja determinada a correção em todas as propagandas de divulgação
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O Ministério Público da Bahia (MP-BA) solicitou à Justiça que determine, em caráter de urgência, que a Magazine Luíza e a Midea Ar Condicionados adotem as providências necessárias para informar que uma geladeira anunciada como sendo “fabricada em inox” é, na verdade, “pintada em inox”. O pedido do MP é de que seja determinada a correção em todas as propagandas de divulgação, eletrônicas e impressas, e também que sejam excluídas de todas as publicidades a informação de que o produto é de inox. O promotor de Justiça Cristiano Chaves levou em consideração que os anúncios contendo a informação de que a geladeira é de inox constituem publicidade enganosa, “induzindo ao equívoco uma massa de consumidores, causando um potencial prejuízo decorrente da aquisição de um produto de características diversas das anunciadas”. Cristiano Chaves ressalta que a prática das empresas é claramente ilícita. “As propagandas omitem informações fundamentais sobre o produto ofertado, induzindo a erro a coletividade de consumidores que, seguramente, acredita e confia que a geladeira é produzida em inox, e não apenas pintada, o que não consta do markenting utilizado pelas empresas-rés”, afirma o promotor de Justiça, que pede que a Justiça, caso atenda o pedido, estabeleça uma multa de R$ 5 mil por cada dia de descumprimento.























