ACM Neto nega irregularidades em contrato de consultoria de R$ 3,6 milhões com Banco Master
Ex-prefeito de Salvador afirma que serviço foi prestado após deixar a vida pública e diz que atuação ocorreu com transparência.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex-prefeito de Salvador ACM Neto negou irregularidades no contrato de consultoria com o Banco Master, valorado em R$ 3,6 milhões. Ele afirma que deixou a administração da cidade em 2021 e que o trabalho foi realizado com transparência e dentro da legalidade.ACM Neto também afirmou que não houve mistura entre sua atuação política e suas atividades empresariais e que todo o trabalho foi feito com notas fiscais e cumprimento das exigências legais.
Foto: Divulgação
O ex-prefeito de Salvador ACM Neto negou ter cometido qualquer irregularidade no contrato de consultoria firmado entre a empresa A&M Consultoria Ltda., da qual é sócio, e o Banco Master, no valor de R$ 3,6 milhões. A declaração foi feita durante entrevista concedida à TV Aratu. Segundo ACM Neto, o contrato foi celebrado em um período no qual ele já não exercia cargo público. O ex-prefeito afirmou que deixou a administração da capital baiana no início de 2021 e que, desde então, passou a atuar na iniciativa privada, diversificando suas atividades profissionais. Durante a entrevista, ele explicou que a empresa presta serviços de consultoria voltados à análise política e ressaltou que esse tipo de trabalho não foi realizado exclusivamente para o Banco Master. Ainda de acordo com o ex-prefeito, os serviços foram formalizados por meio de contrato, com emissão de notas fiscais e cumprimento das exigências legais. ACM Neto também afirmou que nunca tratou de assuntos relacionados à administração de Salvador ou do Estado da Bahia no âmbito da consultoria e declarou que não houve mistura entre sua atuação política e suas atividades empresariais. Segundo ele, todo o trabalho foi realizado com transparência e dentro da legalidade.
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Maioria dos estabelecimentos é de revenda; legislação define regras para posse e porte no país
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Foto: Ascom | PCBA
A Bahia ocupa a 10ª posição no ranking nacional de estabelecimentos registrados para comercialização de armas de fogo, segundo dados do Sistema Nacional de Armas, vinculado à Polícia Federal. De acordo com o levantamento, o estado possui 202 estabelecimentos cadastrados, sendo 201 revendedores e apenas um classificado como fabricante ou importador. No cenário nacional, o mercado é concentrado principalmente nas regiões Sul e Sudeste. O Rio Grande do Sul lidera o ranking, com 1.324 estabelecimentos. Em seguida aparecem São Paulo, com 1.064, e Santa Catarina, com 645 unidades. Paraná e Minas Gerais também figuram entre os estados com maior número de registros. Ao todo, o Brasil conta com 7.110 estabelecimentos ligados à comercialização de armas de fogo.A compra e a posse de armas no país são regulamentadas pelo Estatuto do Desarmamento, que estabelece critérios como idade mínima de 25 anos, comprovação de idoneidade, ocupação lícita, residência fixa e aptidão técnica e psicológica. A legislação permite a posse de arma de fogo apenas no interior da residência ou local de trabalho. Para portar a arma fora desses espaços, é necessário obter autorização específica junto à Polícia Federal.Em 2023, o governo federal atualizou as regras por meio do Decreto nº 11.615, que limitou a posse para cidadãos comuns a até duas armas e 50 munições por ano. Já categorias como caçadores, atiradores e colecionadores (CACs) seguem normas específicas, com exigência de registro junto ao Exército e regras diferenciadas quanto à quantidade de armas e munições permitidas.
























