Gás de cozinha pode ficar até R$ 10 mais caro na Bahia a partir de setembro
Gás de cozinha pode ficar até R$ 10 mais caro na Bahia a partir de setembro
Aumento está relacionado ao reajuste dos custos trabalhistas no setor.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O preço do botijão de gás de 13 kg pode subir até R$ 10 na Bahia a partir de 1º de setembro, segundo o Sindicato dos Revendedores de Gás (Sindrevgás).
- Com o reajuste, o botijão poderá custar cerca de R$ 160 em algumas regiões do estado. De acordo com a entidade, o aumento é motivado pelo reajuste salarial dos trabalhadores do setor e pelos custos de distribuição.
- Leia a matéria completa no Sudoeste Bahia.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Os consumidores baianos podem enfrentar um novo reajuste no preço do gás de cozinha a partir de 1º de setembro. Segundo o Sindicato dos Revendedores de Gás da Bahia (Sindrevgás), o botijão de 13 quilos poderá sofrer um aumento de até R$ 10. Caso a previsão se confirme, o preço do produto poderá chegar a cerca de R$ 160 em algumas cidades do estado. O valor, porém, dependerá da política de preços adotada por cada revendedora e dos custos praticados em cada região. A possível alta ocorre após dois meses consecutivos de redução. Em julho, o botijão registrou queda média de 6,8%, enquanto em agosto houve nova redução de 7,1%, aliviando temporariamente o bolso dos consumidores. De acordo com o Sindrevgás, o reajuste está ligado ao dissídio coletivo dos trabalhadores do setor, que elevou os custos com salários e mão de obra. Além disso, despesas com transporte, logística, armazenamento, tributos e manutenção da rede de distribuição também influenciam a formação do preço final do gás de cozinha.
Landulpho Alves: Petrobras afirma que pretende alcançar reestatização da refinaria na Bahia
O tema foi discutido durante encontro da FUP, Sindipetro e Petrobras na última terça-feira (20)
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Foto: Reprodução
- De acordo com um documento enviado pela Petrobras à Federação única dos Petroleiros (FUP), a estatal afirma que pretende retomar o controle da refinaria Landulpho Alves (Rlam), na Bahia. A Petrobras ainda alega que a reestatização está em fase de discussão interna e “uma vez tomada qualquer decisão de negócio sobre esta questão, os representantes dos empregados serão comunicados e participarão das discussões que tenham reflexo no dia a dia dos trabalhadores, respeitando os compromissos firmados sobre as premissas para retorno dos empregados transferidos”. A origem da decisão foi uma reunião na terça-feira (20), com representantes da FUP, Sindipetro Bahia e da Petrobras, realizada para discutir os rumos da reestatização da Rlam. Demais temas também foram analisados no encontro, como o retorno dos petroleiros que foram transferidos para outras unidades da Petrobras, após a privatização da refinaria Landulpho Alves, e também a atual situação dos trabalhadores do Centro Administrativo da Refinaria de Mataripe.
























