Conselho do MPF forma maioria para manter Gonet no caso Master
Conselho do MPF forma maioria para manter Gonet no caso Master
Colegiado formou maioria para manter o procurador-geral na condução dos procedimentos relacionados ao Banco Master.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Conselho Superior do Ministério Público Federal (MPF) votou nesta sexta‑feira (25) e manteve Paulo Gonet como procurador‑geral da República nos procedimentos do caso Banco Master, com placar de 5 a 0. A decisão reforça a continuidade da condução do processo, apesar das controvérsias envolvendo o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro.
- Em paralelo, os conselheiros debateram a abertura de uma apuração sobre a suposta relação entre Gonet e Vorcaro. A votação chegou a 3 a 2 contra a investigação, com o relator Francisco de Assis Sanseverino defendendo o arquivamento por falta de elementos de autoria e materialidade, enquanto a conselheira Janice Ascari pediu aprofundamento da apuração preliminar.
Foto: Edilson Rodrigues | Agência Senado
O Conselho Superior do Ministério Público Federal (MPF) formou maioria nesta sexta-feira (25) para manter o procurador-geral da República, Paulo Gonet, à frente dos procedimentos relacionados ao caso Banco Master. O placar para a permanência de Gonet chegou a 5 votos a 0. Em outra frente da sessão, os conselheiros analisam se deve ser aberta uma apuração sobre a atuação do procurador-geral e sua relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Durante o julgamento, o placar chegou a 3 votos a 2 contra a abertura da investigação, segundo informações divulgadas durante a sessão. A discussão teve origem em mensagens atribuídas a Vorcaro e em outros elementos analisados pela Polícia Federal que mencionam Gonet. O procurador-geral nega ter mantido relação de proximidade ou interesse pessoal nos processos envolvendo o ex-banqueiro. O relator, subprocurador-geral Francisco de Assis Sanseverino, defendeu o arquivamento da representação, argumentando que não haveria elementos mínimos de autoria e materialidade de crime. Já a conselheira Janice Ascari defendeu o aprofundamento da apuração preliminar para esclarecer os fatos. A votação sobre a eventual investigação ainda está em andamento.
























