Farmácia é interditada após fiscalização encontrar produtos vencidos em Vitória da Conquista
Vigilância Sanitária também apreendeu semaglutida e matérias-primas sem laudos de análise durante inspeção no estabelecimento
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma farmácia de manipulação em Vitória da Conquista, Bahia, foi interditada pela Vigilância Sanitária Municipal (Visa) nesta terça-feira (19) após a fiscalização descobrir matérias-primas vencidas, falta de laudos de análise interna e a presença de semaglutida, substância proibida para manipulação. A inspeção também apontou ausência de equipamentos adequados, infiltrações e condições sanitárias inadequadas que comprometem a qualidade e segurança dos produtos manipulados.
- Com a interdição, as atividades de manipulação permanecem suspensas até que a farmácia corrija as irregularidades apontadas e atenda às exigências sanitárias do órgão, visando impedir a continuidade da manipulação e comercialização de produtos em condições inadequadas.
Foto: Divulgação | PMVC
Uma farmácia de manipulação foi interditada pela Vigilância Sanitária Municipal (Visa) de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, nesta terça-feira (19), após a fiscalização identificar uma série de irregularidades sanitárias no estabelecimento. Durante a inspeção, foram encontradas e apreendidas matérias-primas com prazo de validade expirado, além de insumos que não possuíam os respectivos laudos de análise interna. Segundo a Visa, a ausência dos documentos impede a comprovação da qualidade e da conformidade dos materiais utilizados nas preparações manipuladas. Entre os produtos apreendidos estava a semaglutida, apontada pela fiscalização como irregular e proibida para manipulação em farmácias. Falta de equipamentos - De acordo com o coordenador da Vigilância Sanitária, Maico Mares, a equipe também constatou problemas relacionados à estrutura e ao controle de qualidade do estabelecimento. Durante a inspeção, foram identificadas a ausência de equipamentos e condições consideradas inadequadas para a realização das análises necessárias. A situação, segundo Maico, compromete a capacidade da farmácia de verificar a identidade e a qualidade das matérias-primas e dos produtos manipulados. “Essa situação compromete a capacidade da farmácia de verificar a identidade, a qualidade e a segurança das matérias-primas e dos produtos manipulados”, afirmou o coordenador. A fiscalização também encontrou infiltrações nos laboratórios e em áreas externas da farmácia. Conforme a Visa, os problemas estruturais podem prejudicar as condições higiênico-sanitárias do estabelecimento. Atividades estão suspensas - Com a interdição, as atividades de manipulação permanecem suspensas. O funcionamento só poderá ser retomado depois que as irregularidades apontadas pela Vigilância Sanitária forem corrigidas e o estabelecimento atender às exigências sanitárias determinadas pelo órgão. A medida tem como objetivo impedir a continuidade da manipulação e comercialização de produtos em condições consideradas inadequadas até que as exigências sejam cumpridas.
Anvisa autoriza volta das atividades da fábrica da Ypê
Anvisa autoriza volta das atividades da fábrica da Ypê
Empresa corrigiu parte das irregularidades apontadas pela fiscalização, mas alguns lotes de produtos seguem proibidos para venda e uso.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta sexta-feira (29) a retomada das atividades da fábrica da Ypê, localizada em Amparo (SP). A decisão foi tomada após uma nova inspeção que constatou a adoção de medidas corretivas para parte das falhas sanitárias identificadas anteriormente. Com a liberação, a fabricante Química Amparo está apta a reiniciar imediatamente a produção de produtos como detergentes líquidos, lava-roupas e desinfetantes, que poderão ser comercializados normalmente se fabricados a partir de 1º de abril de 2026.
- Apesar da retomada geral, a Anvisa mantém a suspensão de lotes específicos de detergentes, sabões líquidos para roupas e desinfetantes (lotes terminados em “1” e fabricados até 31 de março deste ano), que devem permanecer armazenados aguardando novos laudos. A suspensão original da fábrica ocorreu após a identificação de 76 irregularidades sanitárias e risco de contaminação microbiológica, incluindo a bactéria Pseudomonas aeruginosa. A agência reguladora informou que continuará monitorando a empresa para assegurar o cumprimento permanente das exigências sanitárias.
Foto: Reprodução
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta sexta-feira (29) a retomada das atividades da fábrica da Ypê, localizada em Amparo, no interior de São Paulo. A decisão foi tomada após uma nova inspeção constatar que a empresa adotou medidas para corrigir parte das falhas sanitárias identificadas anteriormente. Com a liberação, a fabricante Química Amparo está autorizada a retomar imediatamente a produção de seus produtos. A avaliação foi realizada em conjunto por equipes da Anvisa, da Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo, do Grupo de Vigilância Sanitária de Campinas e da Vigilância Sanitária de Amparo. Segundo a agência reguladora, a empresa apresentou um plano para atender 76 exigências sanitárias apontadas durante uma fiscalização realizada em abril. Entre as adequações cobradas estavam melhorias nos processos de fabricação, controle de qualidade, rastreabilidade dos produtos e monitoramento de riscos. A Anvisa informou que produtos fabricados a partir de 1º de abril de 2026, incluindo detergentes líquidos, lava-roupas e desinfetantes, poderão voltar a ser comercializados normalmente. Apesar da retomada da produção, parte dos produtos da marca continua suspensa. A restrição permanece para detergentes, sabões líquidos para roupas e desinfetantes com lotes terminados em “1”, fabricados até 31 de março deste ano. Esses produtos deverão permanecer armazenados até a apresentação de novos laudos laboratoriais aprovados pelo órgão. A suspensão da fábrica ocorreu após a identificação de 76 irregularidades sanitárias e do risco de contaminação microbiológica em produtos fabricados na unidade. O caso ganhou repercussão após registros anteriores envolvendo a bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo que pode representar riscos principalmente para pessoas com baixa imunidade. Mesmo com a liberação, a Anvisa informou que continuará monitorando a empresa para garantir o cumprimento permanente das medidas corretivas exigidas.
























