Cachorro leva moradores até corpo de recém-nascido em Jequié
Cachorro leva moradores até corpo de recém-nascido em Jequié
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), e a Delegacia Territorial de Jequié apura as circunstâncias da morte.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um bebê recém‑nascido foi encontrado morto dentro de um saco plástico nas primeiras horas de domingo (6) em uma via pública de Jequié, no sudoeste da Bahia, gerando comoção entre os moradores. O achado ocorreu após um cachorro farejar o saco próximo à Igreja Evangélica Deus Resplendor da Justiça, levando o SAMU a constatar o óbito e a polícia militar a isolar a área até a chegada da Polícia Civil e do Departamento de Polícia Técnica, que realizaram a perícia e encaminharam o corpo ao IML. A Delegacia Territorial de Jequié abriu inquérito para identificar a autoria e esclarecer as circunstâncias da tragédia.
Foto: Polícia Civil
Um recém-nascido foi encontrado morto dentro de um saco plástico na manhã de domingo (6), em uma via pública de Jequié, no sudoeste da Bahia. O caso provocou comoção entre moradores da região e mobilizou equipes de resgate e das forças de segurança. Segundo as primeiras informações, o corpo foi localizado por volta das 9h, nas proximidades da Igreja Evangélica Deus Resplendor da Justiça, depois que um cachorro passou a farejar o saco plástico, chamando a atenção de moradores. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas apenas pôde constatar a morte do bebê. Policiais militares isolaram a área até a chegada da Polícia Civil e do Departamento de Polícia Técnica (DPT), que realizou a perícia e encaminhou o corpo ao Instituto Médico Legal (IML). A Delegacia Territorial de Jequié instaurou inquérito para identificar a autoria e esclarecer as circunstâncias do caso.
Polícia Federal apreende R$ 510 mil em espécie com advogada em Congonhas
Polícia Federal apreende R$ 510 mil em espécie com advogada em Congonhas
Polícia Federal apura a procedência dos recursos e não descarta investigar lavagem de dinheiro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal (PF) investigou a origem de R$510 mil encontrados na bagagem da advogada Valéria Rodrigues Linhares, ex-candidata a deputada distrital pelo PSD, durante uma fiscalização no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A passageira havia declarado transportar R$400 mil, mas os agentes descobriram R$510 mil em espécie, sem documentação que comprovasse a origem dos recursos, resultando na apreensão do dinheiro e na sua detenção para esclarecimentos.
- O inquérito, aberto pela PF, visa apurar a procedência da quantia e pode incluir crimes como evasão de divisas e lavagem de dinheiro, caso sejam identificados indícios. Valéria afirmou que os valores estão declarados no Imposto de Renda e se comprometeu a apresentar a documentação comprobatória em até 48 horas. Ela foi candidata a deputada distrital pelo PSD nas eleições de 2018, recebendo 1.904 votos, e permanece filiada ao partido.
Foto: Polícia Federal
A Polícia Federal (PF) investiga a origem de R$ 510 mil em dinheiro apreendidos na bagagem da advogada Valéria Rodrigues Linhares, ex-candidata a deputada distrital pelo PSD no Distrito Federal. A apreensão ocorreu na última terça-feira (25), durante uma fiscalização no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Segundo a PF, Valéria embarcaria para Brasília e informou inicialmente que transportava R$ 400 mil. Durante a conferência da bagagem, os agentes encontraram R$ 510 mil em espécie. Como a passageira não apresentou documentação que comprovasse a origem dos recursos no momento da abordagem, o dinheiro foi apreendido e ela foi levada para prestar esclarecimentos. A Polícia Federal instaurou um inquérito para apurar a procedência da quantia e informou que também poderá investigar a existência de crimes como evasão de divisas e lavagem de dinheiro, caso sejam identificados indícios. Durante o depoimento, a advogada afirmou que os valores estão declarados no Imposto de Renda e se comprometeu a apresentar a documentação comprobatória no prazo de 48 horas. Valéria Rodrigues Linhares foi candidata a deputada distrital pelo PSD nas eleições de 2018, quando recebeu 1.904 votos, e permanece filiada ao partido.
Em meio a polêmicas envolvendo Alfredo Gaspar, Flávio mantém vice e diz ter “confiança”
Presidenciável atribui ataques à atuação do aliado no caso do INSS
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) descartou a possibilidade de trocar a vice em sua chapa após acusações de estupro de vulnerável e desvios de emendas parlamentares. O deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) é alvo de um procedimento no Supremo Tribunal Federal (STF) relacionado à acusação, que ele nega. Flávio Bolsonaro defendeu Gaspar e o classificou como uma 'pessoa preparada' e de 'coragem'.
- O caso tramita sob sigilo no STF e a Procuradoria-Geral da República (PGR) analisa um pedido da Polícia Federal para abrir investigação sobre a denúncia. Gaspar nega a acusação e afirmou estar disposto a realizar um exame de DNA para comprovar sua inocência.
- Saiba todos os detalhes na matéria completa em www.sudoestebahia.com
Foto: Reprodução
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) descartou nesta terça-feira (11) a possibilidade de trocar Alfredo Gaspar (PL-AL) da vice de sua chapa e saiu em defesa do aliado, que passou a ser alvo de questionamentos após acusações envolvendo suposto estupro de vulnerável e desvios de emendas parlamentares. Flávio afirmou ter “confiança” no deputado e o classificou como uma “pessoa preparada” e “de coragem”. Gaspar é alvo de um procedimento no Supremo Tribunal Federal (STF) relacionado à acusação de estupro de vulnerável, que ele nega. O senador atribuiu os questionamentos à atuação de Gaspar nas investigações sobre fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS. "Foi exatamente no momento em que ele estava ali defendendo os aposentados roubados pelo governo do PT, inclusive pedindo a prisão do Lulinha, que foi feito isso contra ele. É uma pessoa do bem, uma pessoa preparada, da área da segurança pública, de quem temos confiança, de coragem", afirmou Flávio. O caso relacionado à acusação de estupro tramita sob sigilo no STF, sob relatoria do ministro Gilmar Mendes. A Procuradoria-Geral da República (PGR) analisa um pedido da Polícia Federal para abrir investigação sobre a denúncia. Na semana passada, Gilmar encaminhou à PF um pedido da PGR para a realização de novas diligências antes de decidir sobre a abertura do inquérito. Acusação - A denúncia veio a público em março, durante a CPI do INSS, da qual Gaspar foi relator. Parlamentares que faziam oposição ao deputado na comissão, Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (Podemos-MS), pediram à Polícia Federal a apuração do caso após afirmarem ter recebido documentos sobre a acusação. Segundo a representação, uma menina de 13 anos teria sido vítima de estupro, engravidado e tido um filho. O episódio teria ocorrido cerca de oito anos antes. Os parlamentares não apresentaram provas naquele momento, alegando a necessidade de preservar a adolescente e a mãe. Gaspar nega a acusação e afirmou estar disposto a realizar um exame de DNA para comprovar sua inocência. Após o caso vir a público, ele também acionou o STF contra Lindbergh e Soraya e disse ter disponibilizado material genético para eventual exame. Em nota, o deputado classificou as acusações como “falsas, levianas e absolutamente irresponsáveis” e afirmou que elas seriam uma tentativa de tirar o foco das investigações sobre as fraudes no INSS.
Polícia destrói plantação com 20 mil pés de maconha na Chapada Diamantina
Polícia destrói plantação com 20 mil pés de maconha na Chapada Diamantina
Operação em Mulungu do Morro também apreendeu equipamentos usados no processamento da droga; prejuízo ao grupo criminoso é estimado em R$ 4 milhões
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil realizou a Operação Erva Daninha na Chapada Diamantina, erradicando uma plantação de aproximadamente 20 mil pés de maconha no município de Mulungu do Morro. O prejuízo estimado para o grupo criminoso responsável pelo cultivo é de cerca de R$ 4 milhões.
- Uma operação conjunta entre equipes da 5ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE/Irecê) e do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI Chapada) foi realizada na quarta-feira (5), levando à destruição do todo plantio, além dos insumos e materiais empregados na produção do entorpecente.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil erradicou uma plantação com aproximadamente 20 mil pés de maconha durante a Operação Erva Daninha, realizada na quarta-feira (5), no município de Mulungu do Morro, na Chapada Diamantina. Durante a ação, equipes encontraram equipamentos utilizados na secagem, separação e embalagem da droga. Todo o plantio, além dos insumos e materiais empregados na produção do entorpecente, foi destruído. Segundo a Polícia Civil, o prejuízo estimado para o grupo criminoso responsável pelo cultivo é de cerca de R$ 4 milhões. A operação foi realizada por equipes da 5ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE/Irecê) e do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI Chapada). Um inquérito foi instaurado para identificar os responsáveis pelo plantio e apurar as circunstâncias do crime.
Flávio Dino autoriza abertura de terceiro inquérito envolvendo Lulinha
Flávio Dino autoriza abertura de terceiro inquérito envolvendo Lulinha
Filho do presidente já é alvo de outros dois inquéritos que investigam suspeitas de tráfico de influência, corrupção e possível favorecimento de interesses privados em órgãos federais
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de um terceiro inquérito para investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. A investigação, solicitada pela Polícia Federal (PF), visa apurar a suspeita de atuação de um grupo que realizava negócios ilícitos envolvendo setores do governo federal. Na mesma decisão, Dino também determinou a abertura de um quarto procedimento para apurar o vazamento de informações sigilosas relacionadas ao caso.
- Esta nova frente de investigação se soma a outros dois inquéritos autorizados recentemente pelo ministro André Mendonça, também no STF. As investigações anteriores de Mendonça buscam apurar supostos crimes de corrupção e tráfico de influência em contratos públicos envolvendo o Ministério da Saúde, a Dataprev e outras repartições federais, elevando para quatro o total de inquéritos abertos contra Lulinha em menos de uma semana.
Foto: Gustavo Moreno | STF
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (4) a abertura de um terceiro inquérito envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A investigação foi solicitada pela Polícia Federal (PF) e tem como objetivo apurar a suspeita de atuação de um grupo que teria realizado negócios ilícitos envolvendo setores do governo federal. Lulinha já é investigado em outros dois procedimentos que tramitam no Supremo a partir de apurações conduzidas pela PF. Na mesma decisão, Dino também autorizou a abertura de um quarto inquérito, igualmente solicitado pela Polícia Federal, para investigar o suposto vazamento de informações sigilosas relacionadas ao caso. Esta é a terceira solicitação de investigação da PF contra Lulinha autorizada em menos de uma semana. Em 30 de julho, o ministro André Mendonça determinou a abertura de um inquérito para apurar suspeitas de tráfico de influência e corrupção em negociações envolvendo o Ministério da Saúde. De acordo com a Polícia Federal, o filho do presidente Lula teria atuado em benefício de interesses ligados ao lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS". No dia seguinte, Mendonça autorizou uma segunda investigação para apurar se Lulinha teria favorecido empresários interessados em contratos com a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev) e outros órgãos federais.
Caso Banco Master: PGR discordou da apreensão de dinheiro e bens de Jaques Wagner
Paulo Gonet apoiou buscas contra o senador, mas considerou prematura a apreensão de bens e valores em espécie.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O procurador-geral da República, Paulo Gonet, manifestou-se favoravelmente a uma operação de busca e apreensão contra o senador Jaques Wagner, mas se opôs à apreensão de dinheiro em espécie e de bens de alto valor. Em documentos públicos, Gonet avaliou que a apreensão desses itens era uma medida prematura e excessivamente invasiva.
- A investigação faz parte do caso Banco Master e apura suspeitas envolvendo Jaques Wagner e o banqueiro Daniel Vorcaro. Foram apreendidos 13 relógios de luxo e cerca de R$ 479 mil em espécie, e o senador nega qualquer irregularidade, confiante de que conseguirá comprovar sua inocência durante o andamento do processo.
Foto: Reprodução
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, manifestou-se favoravelmente à operação de busca e apreensão realizada contra o senador Jaques Wagner, mas foi contrário à apreensão de dinheiro em espécie e de bens de alto valor encontrados durante a ação. A informação consta em documentos tornados públicos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça. Nos documentos, Paulo Gonet avaliou que a apreensão dos valores e dos objetos era uma medida prematura e excessivamente invasiva. Segundo o procurador-geral, a simples posse de dinheiro em espécie ou de bens de luxo não caracteriza, por si só, a prática de crime. Apesar da manifestação da Procuradoria-Geral da República, André Mendonça acolheu o pedido da Polícia Federal e autorizou a apreensão dos itens. Durante a operação, foram recolhidos 13 relógios de luxo e cerca de R$ 479 mil em espécie, entre reais, dólares e euros, localizados em um hotel de Brasília e em um apartamento do senador, em Salvador. A investigação faz parte do chamado caso Banco Master e apura suspeitas envolvendo Jaques Wagner e o banqueiro Daniel Vorcaro. Entre os fatos investigados também está a negociação de um apartamento de luxo avaliado em R$ 2,5 milhões. Por meio da defesa, o senador nega qualquer irregularidade. Os advogados afirmam que parte dos relógios apreendidos são réplicas e sustentam que Jaques Wagner está tranquilo em relação às investigações, confiante de que conseguirá comprovar sua inocência durante o andamento do processo.
PF marca depoimento de Jaques Wagner para 7 de agosto em investigação sobre o Master
Senador baiano será ouvido sobre suspeitas de recebimento de vantagens indevidas; parlamentar nega irregularidades
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Jaques Wagner (PT-BA) foi intimado pela Polícia Federal (PF) para prestar depoimento sobre supostas vantagens indevidas ligadas ao Banco Master. A PF investiga um esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras envolvendo o banco e seu controlador, Daniel Vorcaro.
- A investigação indica que Wagner pode ter recebido benefícios por intermédio de familiares, pessoas de confiança e empresas ligadas ao grupo econômico investigado. O senador nega qualquer irregularidade e afirma que pretendia presentear a filha com um apartamento de R$ 2,45 milhões, que teria sido custeado pelo empresário Augusto Ferreira Lima.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Polícia Federal (PF) intimou o senador Jaques Wagner (PT-BA) para prestar depoimento no próximo 7 de agosto no inquérito que investiga o suposto recebimento de vantagens indevidas ligadas ao Banco Master. O parlamentar nega qualquer irregularidade. O depoimento faz parte da investigação conduzida pela PF sobre um possível esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras envolvendo o banco e seu controlador, Daniel Vorcaro. Segundo os investigadores, há indícios de que Wagner teria recebido benefícios por intermédio de familiares, pessoas de confiança e empresas ligadas ao grupo econômico investigado. No dia 18 de junho, o senador foi alvo de mandados de busca e apreensão durante uma fase da Operação Compliance Zero, autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Além das buscas, a decisão impôs uma restrição às atividades econômicas do parlamentar. A PF apura um possível vínculo entre o entorno familiar de Jaques Wagner e empresas relacionadas ao Banco Master. De acordo com a investigação, o empresário Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do banco, seria responsável por operacionalizar benefícios destinados ao senador. Entre os fatos investigados está a negociação de um apartamento de R$ 2,45 milhões, em Salvador. Segundo a PF, Wagner encaminhou a Augusto o contato do gerente da construtora, informando a unidade e o valor do imóvel: "A unidade é a 1702 e o preço é 2,45 mi". Os investigadores suspeitam que a compra tenha sido custeada pelo empresário. Em entrevista à BandNews, Jaques Wagner afirmou que pretendia presentear a filha com o apartamento e explicou que, como não tinha recursos suficientes no momento, faria posteriormente a recompra do imóvel enquanto ele ainda estava em construção. Além da negociação do apartamento, a Polícia Federal aponta pagamentos a uma empresa pertencente à nora do senador e a compra de ingressos para um show no exterior como possíveis contrapartidas pelos supostos favorecimentos ao grupo econômico investigado. Na decisão que autorizou a operação, André Mendonça afirmou que a PF identificou elementos que indicam o "recebimento de vantagens econômicas indevidas pelo parlamentar, direta ou indiretamente", por meio de familiares, pessoas de confiança e estruturas societárias vinculadas ao Banco Master. Após a deflagração da operação, o petista deixou a liderança do governo Lula no Senado. Segundo aliados, a decisão teve como objetivo permitir que o parlamentar concentrasse esforços em sua defesa e evitar desgaste político ao Palácio do Planalto durante o período pré-eleitoral.
Homem morre após confronto com policiais da Cipe Sudoeste em Tanque Novo
Homem morre após confronto com policiais da Cipe Sudoeste em Tanque Novo
Suspeito foi atingido após atirar contra equipe durante ação na entrada da cidade
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem morreu após um confronto com policiais na região sudoeste da Bahia durante uma tentativa de roubo de motocicleta em Tanque Novo. De acordo com a Polícia Militar, a vítima efetuou disparos contra os policiais e foi morto após a troca de tiros. O segundo suspeito fugiu do local e não foi localizado.
- A Polícia Civil investigará a tentativa de roubo e buscará informações sobre o segundo suspeito. O material apreendido, incluindo um revólver e porções de maconha, foi apresentado na Delegacia Territorial de Tanque Novo.
Foto: Divulgação | Cipe/Sudoeste
Um homem morreu na tarde desta segunda‑feira (20) após um confronto com policiais da Cipe Sudoeste durante uma ocorrência de tentativa de roubo de motocicleta em Tanque Novo, no sudoeste da Bahia. Segundo a Polícia Militar, um casal procurou a equipe enquanto ela fazia patrulhamento na região e relatou que dois homens armados haviam tentado roubar a moto em que estavam. Com base nas informações, os policiais seguiram para a área indicada. Na chegada ao local, em uma área de vegetação, os agentes encontraram dois suspeitos próximos a uma motocicleta. Conforme a PM, um deles atirou contra a guarnição, que revidou. O segundo homem fugiu por uma estrada vicinal e não foi localizado. Após cessarem os disparos, os policiais encontraram o suspeito ferido ao lado de um revólver calibre .32. Ele foi socorrido e levado ao Hospital Municipal de Tanque Novo, mas não resistiu. Equipes do Departamento de Polícia Técnica realizaram a perícia no local e removeram o corpo para o Instituto Médico Legal de Vitória da Conquista. Na ação, foram apreendidos um revólver calibre .32, dois cartuchos intactos, quatro cápsulas deflagradas e três porções de maconha. O material foi apresentado na Delegacia Territorial de Tanque Novo. A Polícia Civil vai investigar a tentativa de roubo e buscar informações sobre o segundo suspeito.
Operação Sem Desconto da PF indicia 48 e o "Careca do INSS"
Operação Sem Desconto da PF indicia 48 e o "Careca do INSS"
Entre os indiciados estão o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanuto e o empresário conhecido como "Careca do INSS"
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal concluiu a primeira investigação da Operação Sem Desconto, que apura um esquema de descontos ilegais em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. Ao todo, 48 pessoas foram indiciadas, incluindo o ex-presidente do INSS e o empresário conhecido como 'Careca do INSS'.A investigação foi deflagrada em abril de 2025 e apurou a possível perda de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024. O indiciamento representa o encerramento da fase de investigação e caberá agora ao Ministério Público analisar o material reunido e decidir se oferece denúncia à Justiça.
Foto: Reprodução
A Polícia Federal concluiu nesta terça-feira (14) a primeira investigação da Operação Sem Desconto, que apura um esquema de descontos ilegais em benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ao todo, 48 pessoas foram indiciadas. Entre os investigados estão o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanuto, e o empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS". Ambos são apontados pela Polícia Federal como integrantes do esquema investigado. De acordo com as apurações, o inquérito teve como foco descontos considerados irregulares em benefícios de segurados vinculados à Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer). O relatório final da investigação foi encaminhado ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pela relatoria do caso. Como o processo tramita sob segredo de Justiça, a Polícia Federal não divulgou os detalhes das conclusões nem os fundamentos dos indiciamentos. A Operação Sem Desconto foi deflagrada em abril de 2025 para investigar cobranças de mensalidades associativas supostamente realizadas sem autorização de aposentados e pensionistas. As investigações apontam que, entre 2019 e 2024, cerca de R$ 6,3 bilhões podem ter sido descontados dos benefícios previdenciários. O indiciamento representa o encerramento da fase de investigação desse inquérito específico e não significa condenação dos envolvidos. A partir de agora, caberá ao Ministério Público analisar o material reunido pela Polícia Federal e decidir se oferece denúncia à Justiça.
PGR quer ouvir Flávio Bolsonaro por suposta calúnia a Lula
PGR quer ouvir Flávio Bolsonaro por suposta calúnia a Lula
Investigação apura suposto crime de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após publicação nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu que o senador Flávio Bolsonaro seja ouvido pela Polícia Federal no inquérito que apura a suposta prática de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O parecer foi enviado ao relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Alexandre de Moraes, argumentando que a oitiva do parlamentar é uma etapa processual necessária e possibilita uma eventual retratação jurídica por parte do investigado.
- A investigação decorre de uma publicação do senador na rede social X, onde associou o presidente Lula a crimes como tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e apoio a ditaduras. Apesar de a Polícia Federal já ter concluído o inquérito e apontado a prática do crime de calúnia, caberá agora ao ministro Alexandre de Moraes decidir sobre a realização do depoimento de Flávio Bolsonaro solicitado pela PGR.
Foto: Reprodução
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu nesta segunda-feira (6) que o senador Flávio Bolsonaro seja ouvido no inquérito que investiga a suposta prática do crime de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O parecer foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). No documento, Paulo Gonet afirma que a oitiva do parlamentar é uma etapa necessária da investigação, principalmente em razão da possibilidade prevista na legislação penal de apresentação de retratação, medida que pode afastar eventual responsabilização criminal. Segundo o procurador-geral, o procedimento deve retornar à Polícia Federal para que o senador seja formalmente ouvido antes do prosseguimento da apuração. A investigação tem como base uma publicação feita por Flávio Bolsonaro na rede social X, em 3 de janeiro deste ano, após a captura do ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, por autoridades dos Estados Unidos. Na postagem, o senador afirmou que "Lula será delatado" e associou o presidente da República ao Foro de São Paulo, fazendo referências a supostos crimes como tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, apoio a grupos terroristas, ditaduras e eleições fraudadas. No mês passado, a Polícia Federal concluiu o inquérito e entendeu que houve a prática do crime de calúnia contra o presidente da República. O relatório final foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal para análise das próximas providências. Após a divulgação da conclusão da investigação, a assessoria de Flávio Bolsonaro foi procurada para comentar o caso, mas não se manifestou. O espaço permanece aberto para eventual posicionamento da defesa do parlamentar. Agora, caberá ao ministro Alexandre de Moraes analisar o parecer da Procuradoria-Geral da República e decidir sobre os próximos passos da investigação no âmbito do Supremo Tribunal Federal.
Corpo em decomposição é encontrado dentro de comércio em Tanhaçu
Corpo em decomposição é encontrado dentro de comércio em Tanhaçu
Polícia Militar isolou a área e a Polícia Civil investigará as circunstâncias do caso.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Um corpo em avançado estado de decomposição foi descoberto na manhã desta quarta-feira (1º) dentro de um estabelecimento comercial em Tanhaçu, sudoeste da Bahia. A Polícia Militar foi acionada por volta das 10h15, após solicitação de apoio de um escrivão da Polícia Civil, confirmando a presença do cadáver. Moradores locais sugerem que a vítima seria um homem conhecido na cidade, mas sua identidade oficial ainda não foi revelada pelas autoridades.
- A área foi isolada e o Departamento de Polícia Técnica (DPT) acionado para perícia e remoção do corpo ao Instituto Médico Legal (IML), onde exames determinarão a causa da morte e auxiliarão na identificação. A Polícia Civil iniciou um inquérito para investigar as circunstâncias do ocorrido. Até o momento, não há indícios de crime ou informações sobre o tempo em que o corpo permaneceu no local, com as investigações em andamento aguardando a conclusão dos trabalhos periciais.
Foto: Reprodução
Um corpo em avançado estado de decomposição foi encontrado na manhã desta quarta-feira (1º) dentro de um estabelecimento comercial no município de Tanhaçu, no sudoeste da Bahia. De acordo com informações, a Polícia Militar foi acionada por volta das 10h15, após um escrivão da Polícia Civil solicitar apoio para averiguar a ocorrência. No local, uma equipe do 24º Batalhão da Polícia Militar (BPM) confirmou a presença do corpo no interior do imóvel. Moradores e pessoas que acompanharam a movimentação informaram que a vítima seria um homem conhecido na cidade. No entanto, a identidade oficial ainda não foi divulgada pelas autoridades. Após isolar a área, os policiais acionaram o Centro Integrado de Comunicação (Cicom) e o Departamento de Polícia Técnica (DPT), responsável pela realização da perícia e pela remoção do corpo para o Instituto Médico Legal (IML). No IML, o cadáver passará por exames periciais que deverão apontar a causa da morte e auxiliar na identificação oficial da vítima, caso necessário. A Polícia Civil informou que o caso será investigado por meio de inquérito para esclarecer as circunstâncias da morte. Até o momento, não há informações sobre indícios de crime ou sobre o tempo em que o corpo permaneceu no local. As investigações seguem em andamento e novas informações poderão ser divulgadas após a conclusão dos trabalhos periciais.
Região: Homem é morto a facadas em Poções
Região: Homem é morto a facadas em Poções
Vítima chegou a ser socorrida por moradores, mas não resistiu
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem foi assassinado a facadas na madrugada desta quarta-feira (24) em uma rua de Poções, no sudoeste da Bahia. A vítima, que ainda não foi identificada, chegou a ser socorrida por moradores, mas morreu antes de receber atendimento médico devido aos ferimentos.
- Guarnições da Polícia Militar isolaram a área do crime para a chegada do Departamento de Polícia Técnica, que realizou a perícia e a remoção do corpo para o IML de Vitória da Conquista. A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar o caso e trabalha para identificar a autoria e a motivação do homicídio, que seguem desconhecidas.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Um homem foi morto a facadas na madrugada desta quarta‑feira (24) em uma rua de Poções, no sudoeste da Bahia. Segundo informações iniciais, ele chegou a ser socorrido por moradores após ser atingido, mas morreu antes de receber atendimento médico. A vítima ainda não foi identificada. A motivação e a autoria do crime seguem desconhecidas. Guarnições da Polícia Militar isolaram a área até a chegada do Departamento de Polícia Técnica, responsável pela perícia e remoção do corpo para o IML de Vitória da Conquista. A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso e identificar o autor do homicídio.
Flávio Bolsonaro pede à PF apuração sobre reunião de Lula
Flávio Bolsonaro pede à PF apuração sobre reunião de Lula
Solicitação foi apresentada ao ministro Alexandre de Moraes no âmbito de investigação sobre publicação feita pelo senador nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que a Polícia Federal investigue uma suposta reunião envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ocorrida após a prisão de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos em janeiro. O requerimento foi apresentado no contexto de um inquérito que apura uma publicação do parlamentar nas redes sociais, onde ele associava Lula a crimes como tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro, insinuando que seria "delatado" após compartilhar uma reportagem sobre o encontro.
- A defesa de Flávio Bolsonaro argumenta que as novas diligências podem ajudar a demonstrar que o senador não teve a intenção de caluniar o chefe do Executivo. Para tal, os advogados também pediram a Moraes autorização para ouvir importantes figuras como a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador norte-americano Walter Clayton III e o colaborador Euzenando Prazeres de Azevedo, além de solicitar o compartilhamento de documentos de investigações americanas contra Maduro. O pedido aguarda decisão do ministro.
Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
O senador Flávio Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que a Polícia Federal apure uma suposta reunião realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, em janeiro deste ano. O requerimento foi apresentado nesta quinta-feira (11) no âmbito do inquérito que investiga uma publicação feita pelo parlamentar nas redes sociais. A investigação foi aberta após uma postagem em que Flávio compartilhou uma reportagem sobre a suposta reunião e afirmou que Lula seria "delatado", associando o presidente a crimes como tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e apoio a ditaduras. Segundo a defesa, a realização de novas diligências pode ajudar a demonstrar que o senador não teve a intenção de caluniar o chefe do Executivo. Os advogados também solicitaram autorização para ouvir a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador norte-americano Walter Clayton III e o colaborador Euzenando Prazeres de Azevedo. Além disso, pediram o compartilhamento de documentos relacionados a investigações e ações penais abertas nos Estados Unidos contra Maduro. O pedido ainda aguarda decisão de Moraes.
PF decide não validar proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro
PF decide não validar proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro
Investigação apura supostas fraudes contra o Sistema Financeiro Nacional envolvendo o Banco Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal recusou a proposta de colaboração premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, devido a inconsistências nas informações fornecidas. A decisão foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que é o responsável pelo inquérito. A investigação, iniciada em 2024, apura a emissão de títulos financeiros sem cobertura adequada, um esquema que teria gerado prejuízos bilionários ao Sistema Financeiro Nacional.
- Apesar da recusa inicial, a PF não descarta a possibilidade de novas negociações caso Vorcaro apresente dados mais relevantes, enquanto a Procuradoria-Geral da República segue avaliando a proposta de delação. Vorcaro foi preso preventivamente em novembro de 2025 durante a Operação Compliance Zero e novamente em março deste ano. O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 2025, e a homologação ou rejeição do acordo de delação caberá, em última instância, ao ministro André Mendonça.
Foto: Divulgação | Banco Master
A Polícia Federal decidiu não validar a proposta de colaboração premiada negociada com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Segundo informações da investigação, os agentes responsáveis consideraram inconsistentes as informações apresentadas pelo empresário durante as negociações do acordo. A apuração foi iniciada em 2024, após solicitação do Ministério Público Federal, e investiga a emissão de títulos financeiros sem cobertura adequada, em um esquema que pode ter causado prejuízos bilionários ao Sistema Financeiro Nacional. De acordo com fontes ligadas ao caso, a decisão da PF já foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, responsável pelo inquérito. Apesar da recusa, a polícia não descarta novas negociações caso Vorcaro apresente informações consideradas relevantes. A Procuradoria-Geral da República segue analisando a proposta de delação apresentada pela defesa do banqueiro. Vorcaro foi preso preventivamente durante a primeira fase da Operação Compliance Zero, em novembro de 2025. Ele chegou a ser liberado por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, mas voltou a ser preso em março deste ano, durante a terceira fase da operação. Segundo a investigação, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 2025. A decisão final sobre um eventual acordo de delação caberá ao ministro André Mendonça, responsável por homologar ou rejeitar a colaboração premiada.
Operação prende casal suspeito de abusar de adolescente em Bom Jesus da Lapa
Operação prende casal suspeito de abusar de adolescente em Bom Jesus da Lapa
Ação ocorreu no bairro Morrão e investiga crimes contra a dignidade sexual
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia prendeu um casal suspeito de abusar de uma adolescente de 13 anos em Bom Jesus da Lapa, no oeste do estado.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Um casal foi preso durante uma operação da Polícia Civil suspeito de abusar de uma adolescente de 13 anos em Bom Jesus da Lapa, no oeste da Bahia. A ação ocorreu na quarta‑feira (29), no bairro Morrão. De acordo com a Polícia Civil, a mulher, de 29 anos, e o companheiro dela, de 35, são investigados por participação nos abusos. As apurações indicam que o padrasto teria cometido os crimes com o consentimento da mãe da vítima. O caso foi denunciado após a adolescente relatar os abusos ao pai, que procurou a delegacia. Exames periciais foram realizados e reforçaram os elementos que embasaram o pedido de prisão. Durante a operação, os policiais apreenderam um celular que será analisado para auxiliar na investigação. A ação foi conduzida pela 24ª Coorpin, com apoio de equipes da Delegacia Territorial de Bom Jesus da Lapa, do GATTI e da Delegacia Territorial de Ibotirama. O casal permanece preso e à disposição da Justiça, enquanto o inquérito segue em andamento.
Bolsonaro ameaça agir fora da Constituição após ser incluído em inquérito das fake news
Por: Juliana Rodrigues
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Foto: Reprodução | Reuters
- Após ser incluído pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no inquérito das fake news, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ameaçou agir "fora das quatro linhas" da Constituição. A declaração foi dada na última quarta-feira (4) em uma entrevista transmitida pela rádio Jovem Pan em redes sociais, em que ele voltou a atacar o sistema de votação brasileiro. "Sou presidente 24 horas por dia. O meu jogo é dentro das quatro linhas, mas se sair das quatro linhas, sou obrigado a sair das quatro linhas. É como o inquérito do Alexandre de Moraes: ele investiga, ele pune e ele prende. Se eu perder [as eleições] vou recorrer ao próprio TSE? Não tem cabimento isso", declarou Bolsonaro. Durante a entrevista, o presidente distorceu o conteúdo de um inquérito da Polícia Federal, de 2018. Bolsonaro e o deputado Filipe Barros (PSL-PR), relator da comissão especial do voto impresso na Câmara, afirmaram que o inquérito revelava a invasão por um hacker aos sistemas do TSE em 2018 e que o invasor teve acesso ao código-fonte das urnas, sem revelar, contudo, que o acesso ao código-fonte não permite a alteração da votação. Em nota divulgada no fim da noite desta quarta-feira, o TSE fez esclarecimentos em referência a esse inquérito da Polícia Federal, que apura o ataque ao seu sistema interno. O texto afirma que o episódio foi divulgado à época em veículos de comunicação diversos e que embora ele seja objeto de inquérito sigiloso, não se trata de informação nova. Além disso, o TSE diz que o acesso indevido, objeto de investigação, não representou qualquer risco à integridade das eleições de 2018.
























