Operação Sem Desconto da PF indicia 48 e o "Careca do INSS"
Operação Sem Desconto da PF indicia 48 e o "Careca do INSS"
Entre os indiciados estão o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanuto e o empresário conhecido como "Careca do INSS"
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal concluiu a primeira investigação da Operação Sem Desconto, que apura um esquema de descontos ilegais em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. Ao todo, 48 pessoas foram indiciadas, incluindo o ex-presidente do INSS e o empresário conhecido como 'Careca do INSS'.A investigação foi deflagrada em abril de 2025 e apurou a possível perda de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024. O indiciamento representa o encerramento da fase de investigação e caberá agora ao Ministério Público analisar o material reunido e decidir se oferece denúncia à Justiça.
Foto: Reprodução
A Polícia Federal concluiu nesta terça-feira (14) a primeira investigação da Operação Sem Desconto, que apura um esquema de descontos ilegais em benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ao todo, 48 pessoas foram indiciadas. Entre os investigados estão o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanuto, e o empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS". Ambos são apontados pela Polícia Federal como integrantes do esquema investigado. De acordo com as apurações, o inquérito teve como foco descontos considerados irregulares em benefícios de segurados vinculados à Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer). O relatório final da investigação foi encaminhado ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pela relatoria do caso. Como o processo tramita sob segredo de Justiça, a Polícia Federal não divulgou os detalhes das conclusões nem os fundamentos dos indiciamentos. A Operação Sem Desconto foi deflagrada em abril de 2025 para investigar cobranças de mensalidades associativas supostamente realizadas sem autorização de aposentados e pensionistas. As investigações apontam que, entre 2019 e 2024, cerca de R$ 6,3 bilhões podem ter sido descontados dos benefícios previdenciários. O indiciamento representa o encerramento da fase de investigação desse inquérito específico e não significa condenação dos envolvidos. A partir de agora, caberá ao Ministério Público analisar o material reunido pela Polícia Federal e decidir se oferece denúncia à Justiça.
PGR quer ouvir Flávio Bolsonaro por suposta calúnia a Lula
PGR quer ouvir Flávio Bolsonaro por suposta calúnia a Lula
Investigação apura suposto crime de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após publicação nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu que o senador Flávio Bolsonaro seja ouvido pela Polícia Federal no inquérito que apura a suposta prática de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O parecer foi enviado ao relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Alexandre de Moraes, argumentando que a oitiva do parlamentar é uma etapa processual necessária e possibilita uma eventual retratação jurídica por parte do investigado.
- A investigação decorre de uma publicação do senador na rede social X, onde associou o presidente Lula a crimes como tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e apoio a ditaduras. Apesar de a Polícia Federal já ter concluído o inquérito e apontado a prática do crime de calúnia, caberá agora ao ministro Alexandre de Moraes decidir sobre a realização do depoimento de Flávio Bolsonaro solicitado pela PGR.
Foto: Reprodução
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu nesta segunda-feira (6) que o senador Flávio Bolsonaro seja ouvido no inquérito que investiga a suposta prática do crime de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O parecer foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). No documento, Paulo Gonet afirma que a oitiva do parlamentar é uma etapa necessária da investigação, principalmente em razão da possibilidade prevista na legislação penal de apresentação de retratação, medida que pode afastar eventual responsabilização criminal. Segundo o procurador-geral, o procedimento deve retornar à Polícia Federal para que o senador seja formalmente ouvido antes do prosseguimento da apuração. A investigação tem como base uma publicação feita por Flávio Bolsonaro na rede social X, em 3 de janeiro deste ano, após a captura do ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, por autoridades dos Estados Unidos. Na postagem, o senador afirmou que "Lula será delatado" e associou o presidente da República ao Foro de São Paulo, fazendo referências a supostos crimes como tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, apoio a grupos terroristas, ditaduras e eleições fraudadas. No mês passado, a Polícia Federal concluiu o inquérito e entendeu que houve a prática do crime de calúnia contra o presidente da República. O relatório final foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal para análise das próximas providências. Após a divulgação da conclusão da investigação, a assessoria de Flávio Bolsonaro foi procurada para comentar o caso, mas não se manifestou. O espaço permanece aberto para eventual posicionamento da defesa do parlamentar. Agora, caberá ao ministro Alexandre de Moraes analisar o parecer da Procuradoria-Geral da República e decidir sobre os próximos passos da investigação no âmbito do Supremo Tribunal Federal.
Corpo em decomposição é encontrado dentro de comércio em Tanhaçu
Corpo em decomposição é encontrado dentro de comércio em Tanhaçu
Polícia Militar isolou a área e a Polícia Civil investigará as circunstâncias do caso.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um corpo em avançado estado de decomposição foi descoberto na manhã desta quarta-feira (1º) dentro de um estabelecimento comercial em Tanhaçu, sudoeste da Bahia. A Polícia Militar foi acionada por volta das 10h15, após solicitação de apoio de um escrivão da Polícia Civil, confirmando a presença do cadáver. Moradores locais sugerem que a vítima seria um homem conhecido na cidade, mas sua identidade oficial ainda não foi revelada pelas autoridades.
- A área foi isolada e o Departamento de Polícia Técnica (DPT) acionado para perícia e remoção do corpo ao Instituto Médico Legal (IML), onde exames determinarão a causa da morte e auxiliarão na identificação. A Polícia Civil iniciou um inquérito para investigar as circunstâncias do ocorrido. Até o momento, não há indícios de crime ou informações sobre o tempo em que o corpo permaneceu no local, com as investigações em andamento aguardando a conclusão dos trabalhos periciais.
Foto: Reprodução
Um corpo em avançado estado de decomposição foi encontrado na manhã desta quarta-feira (1º) dentro de um estabelecimento comercial no município de Tanhaçu, no sudoeste da Bahia. De acordo com informações, a Polícia Militar foi acionada por volta das 10h15, após um escrivão da Polícia Civil solicitar apoio para averiguar a ocorrência. No local, uma equipe do 24º Batalhão da Polícia Militar (BPM) confirmou a presença do corpo no interior do imóvel. Moradores e pessoas que acompanharam a movimentação informaram que a vítima seria um homem conhecido na cidade. No entanto, a identidade oficial ainda não foi divulgada pelas autoridades. Após isolar a área, os policiais acionaram o Centro Integrado de Comunicação (Cicom) e o Departamento de Polícia Técnica (DPT), responsável pela realização da perícia e pela remoção do corpo para o Instituto Médico Legal (IML). No IML, o cadáver passará por exames periciais que deverão apontar a causa da morte e auxiliar na identificação oficial da vítima, caso necessário. A Polícia Civil informou que o caso será investigado por meio de inquérito para esclarecer as circunstâncias da morte. Até o momento, não há informações sobre indícios de crime ou sobre o tempo em que o corpo permaneceu no local. As investigações seguem em andamento e novas informações poderão ser divulgadas após a conclusão dos trabalhos periciais.
Região: Homem é morto a facadas em Poções
Região: Homem é morto a facadas em Poções
Vítima chegou a ser socorrida por moradores, mas não resistiu
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem foi assassinado a facadas na madrugada desta quarta-feira (24) em uma rua de Poções, no sudoeste da Bahia. A vítima, que ainda não foi identificada, chegou a ser socorrida por moradores, mas morreu antes de receber atendimento médico devido aos ferimentos.
- Guarnições da Polícia Militar isolaram a área do crime para a chegada do Departamento de Polícia Técnica, que realizou a perícia e a remoção do corpo para o IML de Vitória da Conquista. A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar o caso e trabalha para identificar a autoria e a motivação do homicídio, que seguem desconhecidas.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Um homem foi morto a facadas na madrugada desta quarta‑feira (24) em uma rua de Poções, no sudoeste da Bahia. Segundo informações iniciais, ele chegou a ser socorrido por moradores após ser atingido, mas morreu antes de receber atendimento médico. A vítima ainda não foi identificada. A motivação e a autoria do crime seguem desconhecidas. Guarnições da Polícia Militar isolaram a área até a chegada do Departamento de Polícia Técnica, responsável pela perícia e remoção do corpo para o IML de Vitória da Conquista. A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso e identificar o autor do homicídio.
Flávio Bolsonaro pede à PF apuração sobre reunião de Lula
Flávio Bolsonaro pede à PF apuração sobre reunião de Lula
Solicitação foi apresentada ao ministro Alexandre de Moraes no âmbito de investigação sobre publicação feita pelo senador nas redes sociais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que a Polícia Federal investigue uma suposta reunião envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ocorrida após a prisão de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos em janeiro. O requerimento foi apresentado no contexto de um inquérito que apura uma publicação do parlamentar nas redes sociais, onde ele associava Lula a crimes como tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro, insinuando que seria "delatado" após compartilhar uma reportagem sobre o encontro.
- A defesa de Flávio Bolsonaro argumenta que as novas diligências podem ajudar a demonstrar que o senador não teve a intenção de caluniar o chefe do Executivo. Para tal, os advogados também pediram a Moraes autorização para ouvir importantes figuras como a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador norte-americano Walter Clayton III e o colaborador Euzenando Prazeres de Azevedo, além de solicitar o compartilhamento de documentos de investigações americanas contra Maduro. O pedido aguarda decisão do ministro.
Foto: Waldemir Barreto | Agência Senado
O senador Flávio Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes autorização para que a Polícia Federal apure uma suposta reunião realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, em janeiro deste ano. O requerimento foi apresentado nesta quinta-feira (11) no âmbito do inquérito que investiga uma publicação feita pelo parlamentar nas redes sociais. A investigação foi aberta após uma postagem em que Flávio compartilhou uma reportagem sobre a suposta reunião e afirmou que Lula seria "delatado", associando o presidente a crimes como tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e apoio a ditaduras. Segundo a defesa, a realização de novas diligências pode ajudar a demonstrar que o senador não teve a intenção de caluniar o chefe do Executivo. Os advogados também solicitaram autorização para ouvir a líder da oposição venezuelana María Corina Machado, o procurador norte-americano Walter Clayton III e o colaborador Euzenando Prazeres de Azevedo. Além disso, pediram o compartilhamento de documentos relacionados a investigações e ações penais abertas nos Estados Unidos contra Maduro. O pedido ainda aguarda decisão de Moraes.
PF decide não validar proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro
PF decide não validar proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro
Investigação apura supostas fraudes contra o Sistema Financeiro Nacional envolvendo o Banco Master
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Federal recusou a proposta de colaboração premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, devido a inconsistências nas informações fornecidas. A decisão foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que é o responsável pelo inquérito. A investigação, iniciada em 2024, apura a emissão de títulos financeiros sem cobertura adequada, um esquema que teria gerado prejuízos bilionários ao Sistema Financeiro Nacional.
- Apesar da recusa inicial, a PF não descarta a possibilidade de novas negociações caso Vorcaro apresente dados mais relevantes, enquanto a Procuradoria-Geral da República segue avaliando a proposta de delação. Vorcaro foi preso preventivamente em novembro de 2025 durante a Operação Compliance Zero e novamente em março deste ano. O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 2025, e a homologação ou rejeição do acordo de delação caberá, em última instância, ao ministro André Mendonça.
Foto: Divulgação | Banco Master
A Polícia Federal decidiu não validar a proposta de colaboração premiada negociada com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Segundo informações da investigação, os agentes responsáveis consideraram inconsistentes as informações apresentadas pelo empresário durante as negociações do acordo. A apuração foi iniciada em 2024, após solicitação do Ministério Público Federal, e investiga a emissão de títulos financeiros sem cobertura adequada, em um esquema que pode ter causado prejuízos bilionários ao Sistema Financeiro Nacional. De acordo com fontes ligadas ao caso, a decisão da PF já foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, responsável pelo inquérito. Apesar da recusa, a polícia não descarta novas negociações caso Vorcaro apresente informações consideradas relevantes. A Procuradoria-Geral da República segue analisando a proposta de delação apresentada pela defesa do banqueiro. Vorcaro foi preso preventivamente durante a primeira fase da Operação Compliance Zero, em novembro de 2025. Ele chegou a ser liberado por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, mas voltou a ser preso em março deste ano, durante a terceira fase da operação. Segundo a investigação, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 2025. A decisão final sobre um eventual acordo de delação caberá ao ministro André Mendonça, responsável por homologar ou rejeitar a colaboração premiada.
Operação prende casal suspeito de abusar de adolescente em Bom Jesus da Lapa
Operação prende casal suspeito de abusar de adolescente em Bom Jesus da Lapa
Ação ocorreu no bairro Morrão e investiga crimes contra a dignidade sexual
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia prendeu um casal suspeito de abusar de uma adolescente de 13 anos em Bom Jesus da Lapa, no oeste do estado.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Um casal foi preso durante uma operação da Polícia Civil suspeito de abusar de uma adolescente de 13 anos em Bom Jesus da Lapa, no oeste da Bahia. A ação ocorreu na quarta‑feira (29), no bairro Morrão. De acordo com a Polícia Civil, a mulher, de 29 anos, e o companheiro dela, de 35, são investigados por participação nos abusos. As apurações indicam que o padrasto teria cometido os crimes com o consentimento da mãe da vítima. O caso foi denunciado após a adolescente relatar os abusos ao pai, que procurou a delegacia. Exames periciais foram realizados e reforçaram os elementos que embasaram o pedido de prisão. Durante a operação, os policiais apreenderam um celular que será analisado para auxiliar na investigação. A ação foi conduzida pela 24ª Coorpin, com apoio de equipes da Delegacia Territorial de Bom Jesus da Lapa, do GATTI e da Delegacia Territorial de Ibotirama. O casal permanece preso e à disposição da Justiça, enquanto o inquérito segue em andamento.
Bolsonaro ameaça agir fora da Constituição após ser incluído em inquérito das fake news
Por: Juliana Rodrigues
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Foto: Reprodução | Reuters
- Após ser incluído pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no inquérito das fake news, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ameaçou agir "fora das quatro linhas" da Constituição. A declaração foi dada na última quarta-feira (4) em uma entrevista transmitida pela rádio Jovem Pan em redes sociais, em que ele voltou a atacar o sistema de votação brasileiro. "Sou presidente 24 horas por dia. O meu jogo é dentro das quatro linhas, mas se sair das quatro linhas, sou obrigado a sair das quatro linhas. É como o inquérito do Alexandre de Moraes: ele investiga, ele pune e ele prende. Se eu perder [as eleições] vou recorrer ao próprio TSE? Não tem cabimento isso", declarou Bolsonaro. Durante a entrevista, o presidente distorceu o conteúdo de um inquérito da Polícia Federal, de 2018. Bolsonaro e o deputado Filipe Barros (PSL-PR), relator da comissão especial do voto impresso na Câmara, afirmaram que o inquérito revelava a invasão por um hacker aos sistemas do TSE em 2018 e que o invasor teve acesso ao código-fonte das urnas, sem revelar, contudo, que o acesso ao código-fonte não permite a alteração da votação. Em nota divulgada no fim da noite desta quarta-feira, o TSE fez esclarecimentos em referência a esse inquérito da Polícia Federal, que apura o ataque ao seu sistema interno. O texto afirma que o episódio foi divulgado à época em veículos de comunicação diversos e que embora ele seja objeto de inquérito sigiloso, não se trata de informação nova. Além disso, o TSE diz que o acesso indevido, objeto de investigação, não representou qualquer risco à integridade das eleições de 2018.























