Homem invade celular da ex, faz ameaças e acaba preso em Poções
Homem invade celular da ex, faz ameaças e acaba preso em Poções
Mulher denunciou ameaças, ofensas e a subtração do celular; prisão ocorreu após diligências realizadas pela Polícia Civil.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Um homem de 37 anos foi preso em flagrante na terça-feira (2) em Poções, sudoeste da Bahia, sob suspeita de crimes no contexto de violência doméstica contra sua ex-companheira. A prisão foi efetuada pela Polícia Civil após a mulher, de 30 anos, denunciar uma série de episódios, incluindo a retirada de seu celular para acesso a informações, ameaças e ofensas verbais contínuas desde o fim do relacionamento. O suspeito é investigado por invasão de dispositivo informático, violência psicológica contra a mulher, injúria e ameaça.
- As denúncias da vítima apontaram que as agressões verbais ocorreram nos últimos três meses, causando abalo emocional e sensação de insegurança. Após a formalização do flagrante, o homem permaneceu custodiado à disposição do Poder Judiciário. As autoridades reforçam a importância de denunciar casos de violência doméstica, que podem incluir diversas formas de agressão, para garantir proteção e acompanhamento às vítimas, enquanto a Polícia Civil continua as investigações.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Um homem de 37 anos foi preso em flagrante na terça-feira (2), em Poções, no sudoeste da Bahia, suspeito de cometer crimes no contexto de violência doméstica contra a ex-companheira. A prisão foi realizada por equipes da Polícia Civil após denúncias feitas pela vítima. Segundo informações da investigação, a mulher, de 30 anos, procurou a Delegacia Territorial do município para relatar uma série de episódios que vinham ocorrendo nos últimos meses. Entre as denúncias apresentadas, ela afirmou que teve o aparelho celular retirado pelo ex-companheiro durante uma discussão. De acordo com o relato, a intenção do suspeito seria acessar informações armazenadas no dispositivo. A vítima também informou aos policiais que vinha sofrendo ameaças e ofensas verbais frequentes desde o fim do relacionamento. Ainda conforme a denúncia, as agressões verbais teriam ocorrido de forma contínua nos últimos três meses, causando abalo emocional e sensação de insegurança. Diante das informações apresentadas, a Polícia Civil iniciou diligências para localizar o investigado. Após buscas realizadas na cidade, os agentes encontraram o suspeito e efetuaram a prisão. Ele foi conduzido para a unidade policial, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis. A Polícia Civil informou que o homem é investigado pelos crimes de invasão de dispositivo informático, violência psicológica contra a mulher, injúria e ameaça. Após a formalização do flagrante, ele permaneceu custodiado e à disposição do Poder Judiciário. Casos de violência doméstica podem envolver agressões físicas, psicológicas, morais, patrimoniais e verbais. As autoridades reforçam a importância de denunciar situações de ameaça ou violência para que as vítimas possam receber proteção e acompanhamento adequado. O caso seguirá sendo apurado pela Polícia Civil, que dará continuidade às investigações para esclarecer todas as circunstâncias relatadas pela vítima.
Polícia cumpre mandados contra suspeita de stalking em Conquista
Polícia cumpre mandados contra suspeita de stalking em Conquista
Mulher é investigada por ameaças, falsa identidade e ofensas raciais
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Foto: Polícia Civil da Bahia
A Polícia Civil da Bahia realizou, nesta quarta-feira (4), a Operação Persona, em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado, no âmbito de uma investigação sobre crimes de stalking, falsa identidade, ameaça e injúria racial. Dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos em residências localizadas no bairro Boa Vista. A ação foi conduzida pela Delegacia Territorial do município, com apoio do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Sudoeste).Conforme a polícia, as investigações tiveram início após vítimas relatarem uma sequência de ataques virtuais iniciados em 2025. A principal suspeita, uma mulher de 40 anos, é apontada como responsável por criar perfis falsos para enviar ameaças de morte e mensagens com conteúdo racista. A apuração indica ainda que a investigada utilizava dezenas de números telefônicos para importunar as vítimas e realizava transferências bancárias simbólicas, no valor de R$ 0,01 via Pix, acompanhadas de mensagens ofensivas.Segundo a Polícia Civil, a mulher também teria criado um grupo em aplicativo de mensagens utilizando o nome e a imagem de uma das vítimas, além de manter perfil falso em aplicativo de relacionamentos. Durante o cumprimento dos mandados, três aparelhos celulares foram apreendidos. Um dos dispositivos, de acordo com os investigadores, era utilizado diretamente na prática dos crimes.A suspeita já é investigada em pelo menos 13 boletins de ocorrência por crimes como estelionato, extorsão e lesão corporal. O material apreendido será periciado, e o inquérito segue em andamento.
Após chamar segurança de 'macaco', médica é presa em Vitória da Conquista
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Caso aconteceu no sábado (4)
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Foto: Reprodução
- Uma mulher foi presa acusada de injúria racial suspeita de chamar o funcionário de um bar de "macaco", na cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. O caso aconteceu na noite de sábado (4), no bairro Candeias. De acordo com informações da Polícia Civil, a mulher tentou entrar no estacionamento do bar, mas foi informada, pelo segurança, que não seria possível porque o local estava completamente cheio. Com a negativa, a suspeita ficou bastante exaltada, apontou o dedo para o rosto do funcionário e o chamou de "macaco". Ela teria dito ainda que era uma médica e que entraria no local na hora que bem entendesse. A polícia informou que o momento foi testemunhado por várias pessoas. A mulher, que é natural de Minas Gerais, foi presa em flagrante por injúria racial. O caso aconteceu por volta das 22h. A suspeita foi liberada ainda no domingo (5), antes de passar por audiência de custódia, que estava prevista para ocorrer nesta segunda-feira (6). Não foram divulgadas informações sobre o que teria motivado a soltura, nem mesmo a identidade da suspeita.























