Polícia cumpre mandados contra suspeita de stalking em Conquista
Mulher é investigada por ameaças, falsa identidade e ofensas raciais
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Foto: Polícia Civil da Bahia
A Polícia Civil da Bahia realizou, nesta quarta-feira (4), a Operação Persona, em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado, no âmbito de uma investigação sobre crimes de stalking, falsa identidade, ameaça e injúria racial. Dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos em residências localizadas no bairro Boa Vista. A ação foi conduzida pela Delegacia Territorial do município, com apoio do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Sudoeste).Conforme a polícia, as investigações tiveram início após vítimas relatarem uma sequência de ataques virtuais iniciados em 2025. A principal suspeita, uma mulher de 40 anos, é apontada como responsável por criar perfis falsos para enviar ameaças de morte e mensagens com conteúdo racista. A apuração indica ainda que a investigada utilizava dezenas de números telefônicos para importunar as vítimas e realizava transferências bancárias simbólicas, no valor de R$ 0,01 via Pix, acompanhadas de mensagens ofensivas.Segundo a Polícia Civil, a mulher também teria criado um grupo em aplicativo de mensagens utilizando o nome e a imagem de uma das vítimas, além de manter perfil falso em aplicativo de relacionamentos. Durante o cumprimento dos mandados, três aparelhos celulares foram apreendidos. Um dos dispositivos, de acordo com os investigadores, era utilizado diretamente na prática dos crimes.A suspeita já é investigada em pelo menos 13 boletins de ocorrência por crimes como estelionato, extorsão e lesão corporal. O material apreendido será periciado, e o inquérito segue em andamento.
Após chamar segurança de 'macaco', médica é presa em Vitória da Conquista
Caso aconteceu no sábado (4)
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Foto: Reprodução
- Uma mulher foi presa acusada de injúria racial suspeita de chamar o funcionário de um bar de "macaco", na cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. O caso aconteceu na noite de sábado (4), no bairro Candeias. De acordo com informações da Polícia Civil, a mulher tentou entrar no estacionamento do bar, mas foi informada, pelo segurança, que não seria possível porque o local estava completamente cheio. Com a negativa, a suspeita ficou bastante exaltada, apontou o dedo para o rosto do funcionário e o chamou de "macaco". Ela teria dito ainda que era uma médica e que entraria no local na hora que bem entendesse. A polícia informou que o momento foi testemunhado por várias pessoas. A mulher, que é natural de Minas Gerais, foi presa em flagrante por injúria racial. O caso aconteceu por volta das 22h. A suspeita foi liberada ainda no domingo (5), antes de passar por audiência de custódia, que estava prevista para ocorrer nesta segunda-feira (6). Não foram divulgadas informações sobre o que teria motivado a soltura, nem mesmo a identidade da suspeita.























