Argentina perde 32 mil empregadores desde a posse de Milei
Argentina perde 32 mil empregadores desde a posse de Milei
Cadastro passou de 512.357 empregadores, em novembro de 2023, para 480.067, em julho de 2026.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Argentina registrou uma queda de 6,3% no número de empregadores entre novembro de 2023 e julho de 2026, com a perda de 32.290 empresas, segundo dados da Superintendência de Riscos do Trabalho (SRT) divulgados pelo G1. O cadastro de empregadores diminuiu de 512.357 para 480.067, marcando 18 meses consecutivos de retração, embora nem todas as empresas tenham encerrado suas atividades de forma definitiva.
- Em julho de 2026, foram contabilizados 948 empregadores a menos em relação ao mês anterior, e o país também perdeu 3.485 postos de trabalho formais no mesmo período, evidenciando um cenário de enfraquecimento no mercado laboral argentino.
Foto: Reprodução | X
A Argentina perdeu 32.290 empregadores entre novembro de 2023 e julho de 2026, uma redução de 6,3%. Os dados são da Superintendência de Riscos do Trabalho (SRT), órgão do governo argentino, e foram divulgados pelo G1. O número de empregadores cadastrados caiu de 512.357 para 480.067 no período. A sequência representa 18 meses consecutivos de retração, mas não significa que todas as empresas que deixaram o cadastro tenham encerrado definitivamente as atividades. Somente em julho, foram registrados 948 empregadores a menos em relação ao mês anterior. No mesmo período, o país teve redução de 3.485 postos de trabalho formais.
Pelo quarto ano, Bahia lidera ranking de mortes violentas no país
Pelo quarto ano, Bahia lidera ranking de mortes violentas no país
Dados são do Monitor da Violência do portal g1
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Foto: Reprodução
- Pelo quarto ano seguido, a Bahia foi o estado recorde nacional de mortes violentas em 2022, segundo dados do Monitor da Violência do g1, divulgados nesta quarta-feira (1º). Ao todo, foram 5.124 casos no estado. As mortes violentas levam em consideração feminicídios, homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. Com isso, a Bahia reúne 12,5% de todos os casos registrados no Brasil: 40.804. Em comparação com 2021, quando 5.099 mortes violentas foram registradas no estado, houve um aumento de 0,5%.
Bahia registra maior número de mortes violentas pelo 3º ano, aponta levantamento
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Dados coletados pelo portal g1 apontam que, em números absolutos, estado contabilizou 5,9 mil mortes no ano passado
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Foto: Reprodução | Polícia Civil
- Pelo terceiro ano consecutivo, a Bahia é o estado onde mais pessoas morreram em circunstâncias violentas em 2021. De acordo com um levantamento nacional de homicídios, promovido pelo portal g1, é o terceiro ano consecutivo que o estado ocupa a primeira posição no ranking, com base em dados oficiais de 26 estados e Distrito Federal. O estudo aponta que, em números absolutos, o estado contabilizou no ano passado 5.099 mortes violentas [homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte]. Conforme publicado nesta segunda-feira (21), destas mortes, 4.931 foram enquadradas como homicídio doloso, 122 como latrocínio e 46 como lesão corporal seguida de morte. O Monitor da Violência aponta ainda que abril foi o mês mais violento, com 532 crimes, seguido de março, que registrou outros 510 assassinatos. No ranking da violência de 2021, a Bahia é seguida pelo Rio de Janeiro, com 3.394 casos, Perambuco (3.370) e Ceará (3.300). Em 2020 e 2019, a Bahia também registrou a maior quantidade de mortes violentas.
























