Operação Falsa Ordem prende suspeitos de golpes virtuais na Bahia
Operação Falsa Ordem prende suspeitos de golpes virtuais na Bahia
Investigação da Polícia Civil da Bahia aponta atuação de organização criminosa em vários estados e uso de dados judiciais para aplicar golpes.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Falsa Ordem, resultando na prisão de quatro suspeitos de integrar uma organização criminosa especializada em fraudes eletrônicas, estelionatos virtuais e lavagem de dinheiro. As prisões ocorreram em São Paulo, e foram cumpridos 32 mandados de busca e apreensão em cidades de São Paulo e do Rio Grande do Norte.
- A investigação apontou que o grupo utilizava dados reais de processos judiciais para aplicar golpes, movimentando mais de R$ 4,2 milhões em operações financeiras ligadas às fraudes.
Foto: Divulgação | Policia Civil
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quarta-feira (27), a Operação Falsa Ordem, que resultou na prisão de quatro suspeitos de integrar uma organização criminosa especializada em fraudes eletrônicas, estelionatos virtuais e lavagem de dinheiro. As prisões ocorreram no estado de São Paulo, sendo três na capital paulista e uma em Jaguariúna. Além das prisões, foram cumpridos 32 mandados de busca e apreensão em cidades de São Paulo e do Rio Grande do Norte. Durante as diligências, a polícia apreendeu celulares, documentos, equipamentos eletrônicos e uma workstation de alta performance, que, segundo os investigadores, pode ter sido utilizada para auxiliar nas práticas criminosas. As investigações começaram há cerca de um ano, conduzidas pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), por meio da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC). Segundo a polícia, o grupo utilizava dados reais de processos judiciais para aplicar o chamado golpe do “falso advogado”. De acordo com as apurações, os criminosos entravam em contato com vítimas se passando por advogados ou representantes de escritórios jurídicos. Utilizando informações verdadeiras sobre ações judiciais, eles convenciam as vítimas a realizar transferências bancárias sob a justificativa de liberação de valores, pagamento de custas ou desbloqueio de alvarás. A investigação também apontou que integrantes da quadrilha atuavam em furtos de cartões bancários durante grandes eventos, se passando por ambulantes para trocar cartões das vítimas durante pagamentos em maquinetas. Segundo a Polícia Civil, o grupo movimentou mais de R$ 4,2 milhões em operações financeiras ligadas às fraudes e possuía ramificações em estados como Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraná e Rio Grande do Norte.
Grupo investigado por estelionato causou prejuízo milionário na Bahia
Grupo investigado por estelionato causou prejuízo milionário na Bahia
Grupo é suspeito de usar documentos falsos e identidade empresarial para aplicar golpes em fornecedores de vários estados.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- A Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Columbia, que investiga um esquema de estelionato, falsificação de documentos e fraudes eletrônicas com prejuízo superior a R$ 1,5 milhão.
- Dois suspeitos foram presos e oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos estados da Bahia, Minas Gerais e Santa Catarina.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Polícia Civil da Bahia deflagrou nesta quinta-feira (7) a Operação Columbia, que investiga um esquema de estelionato, falsificação de documentos e fraudes eletrônicas com prejuízo superior a R$ 1,5 milhão. Durante a operação, foram cumpridos dois mandados de prisão temporária e oito mandados de busca e apreensão nos estados da Bahia, Minas Gerais e Santa Catarina. Dois suspeitos, de 45 e 59 anos, acabaram presos nas cidades de Ilhéus e Ibirité. Um terceiro investigado segue foragido. As investigações começaram após uma empresa do setor mineral denunciar cobranças relacionadas a negociações comerciais que nunca foram realizadas oficialmente. Segundo a polícia, criminosos utilizavam indevidamente a identidade da empresa para fechar compras fraudulentas com fornecedores de diferentes regiões do país. De acordo com a apuração, o grupo usava documentos falsificados, ordens de compra adulteradas e assinaturas fraudulentas para obter mercadorias de alto valor. Após concluir as negociações, os suspeitos indicavam transportadoras específicas para retirar os produtos, desviando as cargas para endereços diferentes dos informados nas transações. Entre os materiais adquiridos ilegalmente estão cabos elétricos, fibras ópticas, pneus e equipamentos técnicos industriais. A operação foi coordenada pela Delegacia Territorial de Itagimirim, com apoio das coordenadorias regionais da Polícia Civil da Bahia e das polícias civis de Minas Gerais e Santa Catarina. Durante o cumprimento dos mandados, os investigadores apreenderam celulares, computadores e diversos documentos que devem auxiliar no aprofundamento das investigações. A polícia tenta agora identificar outros envolvidos no esquema e ampliar o rastreamento das fraudes.























