Prefeitura de Riacho de Santana diz que já havia ajustado contratos antes de decisão do TCM
Em nota enviada ao Sudoeste Bahia, gestão afirma que nenhum pagamento foi feito aos escritórios contratados
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Prefeitura de Riacho de Santana emitiu uma nota para esclarecer a decisão liminar do Tribunal de Contas dos Municípios, que suspendeu os efeitos financeiros de contratos para a recuperação de recursos. A administração afirma que as medidas determinadas já vinham sendo adotadas antes da publicação da decisão e que nenhum valor foi pago até o momento. A prefeitura reforça que agiu de boa-fé e está à disposição para prestar esclarecimentos.
- A nota também menciona que a administração adotou providências em junho para suspender os percentuais originais de honorários e renegociar os contratos com honorários de 3% e 5%. Além disso, a prefeitura proibiu qualquer pagamento antes do recebimento efetivo dos recursos e do trânsito em julgado ou confirmação da decisão em segunda instância.
Foto: Reprodução
A Prefeitura de Riacho de Santana enviou uma nota oficial à redação do Sudoeste Bahia para esclarecer a decisão liminar do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM‑BA), que suspendeu os efeitos financeiros de contratos firmados para a recuperação de recursos do FPM e do VMAA. Segundo a administração, as medidas determinadas pelo órgão de controle já vinham sendo adotadas antes mesmo da publicação da decisão. De acordo com a gestão, os contratos foram celebrados por inexigibilidade de licitação para recuperar valores que, segundo o município, deixariam de ingressar nos cofres públicos sem atuação jurídica especializada. A prefeitura afirma que os honorários previstos são de êxito, ou seja, o escritório só receberia pagamento caso o município obtivesse resultado positivo nas ações. A nota reforça que nenhum valor foi pago até o momento. A administração informou ainda que, após receber um Termo de Ocorrência do TCM em setembro de 2025 recomendando a redução dos percentuais de honorários, adotou providências em junho deste ano. Entre elas, a suspensão dos percentuais originais de 15% e 20%, a determinação para renegociar os contratos com honorários de 3% e 5%, e a proibição de qualquer pagamento antes do recebimento efetivo dos recursos e do trânsito em julgado ou confirmação da decisão em segunda instância. Segundo a nota enviada ao Sudoeste Bahia, quando o TCM publicou a liminar em 20 de julho, todas essas medidas já estavam implementadas. A prefeitura afirma ter agido de boa‑fé, reconhece a legitimidade da fiscalização do tribunal e diz permanecer à disposição dos órgãos de controle para prestar esclarecimentos.
Prefeituras baianas recebem R$ 573,5 milhões do FPM
Prefeituras baianas recebem R$ 573,5 milhões do FPM
Repasse é visto como essencial para pequenas cidades, que dependem do fundo para custeio básico.
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Foto: Leonardo Sá | Agência Senado
As prefeituras baianas recebem nesta quarta-feira (10) o primeiro repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Considerada a principal fonte de receita para grande parte das cidades do estado, a transferência líquida prevista para a Bahia é de R$ 573,5 milhões. O valor integra o 1º decêndio do FPM, que totaliza R$ 6,3 bilhões líquidos em âmbito nacional, ou R$ 7,9 bilhões brutos, incluindo a parte destinada ao Fundeb. No estado, o cenário financeiro dos municípios reforça o peso do repasse.Dos 417 municípios baianos, 70 têm até 10,1 mil habitantes, como Catolândia, Lajedinho e Aiquara. Outros 281 possuem até 23,2 mil moradores, casos de Itaparica, Rafael Jambeiro e Canudos. Nessas localidades, o FPM responde pela maior parte do custeio da gestão municipal, incluindo manutenção de serviços e pagamento de servidores. Segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o FPM acumula em 2025 um crescimento nominal de 11,24% em relação ao mesmo período do ano passado. Em termos reais, descontada a inflação, o aumento é de 5,96%, levando em conta os repasses extras de 1% feitos em julho, setembro e dezembro
Governo Federal irá destinar na próxima quinta mais R$ 3 bilhões referentes ao FPM
Por: Tiago Rego | Jornalista
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Foto: Reprodução | Agência Senado
- Na próxima quinta-feira (30), o Governo Federal irá realizar uma transferência de recursos da ordem de R$ 3.361.483.980,94 (R$ 3,3 bilhões aproximadamente) referentes ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM), relativo à terceira parcela do pagamento. O montante será depositado na conta das prefeituras de todo país, porém, aquelas que possuírem alguma pendência de cunho burocrático não terão os valores repassados. O FPM é integrado pelo Imposto de Renda (IR) e pelo Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e pode ser usado para diversos fins, desde que atenda ao interesse coletivo.
Região: Vereador afirma que prefeitura pode parar caso não receba repasse do FPM
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A Prefeitura de Aracatu está com uma restrição junto à Receita Federal
Por: redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução
- A Prefeitura Municipal de Aracatu, no sudoeste da Bahia, está correndo o risco de ter suas atividades administrativas interrompidas, caso não receba o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A informação é do site Achei Sudoeste. De acordo o vereador Nivaldo Balbino (PSD), conhecido como Niva, até mesmo a folha de pagamento de funcionários poderá atrasar, o que pode comprometer todo o funcionamento do município, já que Aracatu, com receita própria mínima, depende quase que exclusivamente de repasse federal. Na oportunidade, Niva ainda fez duras críticas a gestão de Braulina Silva (Republicanos), e disse que “a prefeita estudou oito anos pra fazer política, mas não sabe administrar”. A gestão municipal está inapta a receber o FPM devido a uma dívida com a Receita Federal.
























