Datafolha aponta empate técnico entre Lula e Flavio Bolsonaro no segundo turno
Datafolha aponta empate técnico entre Lula e Flavio Bolsonaro no segundo turno
O Datafolha entrevistou presencialmente 2.002 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 22 de 24 de setembro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) permanecem empatados tecnicamente para um eventual segundo turno, com 47% e 45% das intenções de voto, respectivamente, segundo a pesquisa Datafolha divulgada em 24 de setembro. A margem de erro de dois pontos percentuais coloca a disputa no limite da confiança, enquanto no primeiro turno os números são 40% para Lula e 36% para Flávio, também dentro da margem de erro.
- A pesquisa, realizada presencialmente com 2.002 eleitores entre 22 e 24 de setembro, foi contratada pelo jornal Folha de S. Paulo e pelo Grupo Globo, e registrada no TSE (protocolo BR-00304/2026). Além dos principais candidatos, o levantamento aponta apoio a Cury (5%), Caiado (4%), Renan (3%) e Zema (1%), com brancos e nulos somando 5% e indecisos 2%.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) continuam empatados tecnicamente em um eventual segundo turno na disputa pela Presidência da República. Conforme pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 24, o petista tem 47% das intenções de voto contra 45% do candidato do PL. Brancos e nulos são 7% e indecisos, 1%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Na pesquisa divulgada há uma semana, em 17 de setembro, Lula marcou 46% e Flávio, 44%. Lula tem 46% a 44% contra o ex-governador de Goiás, enquanto brancos e nulos são 9% e indecisos, 1%. O petista tem 46% contra 43% das intenções de voto de Cury. Brancos e nulos são 9% e indecisos, 1%. Lula venceria (Novo) e (Missão) pelo mesmo placar: 48% a 39%. Primeiro turno - Lula e Flávio também estão empatados tecnicamente no primeiro turno, neste caso no limite da margem de erro. O presidente tem 40% (eram 39%) das intenções de voto, e o candidato do PL, 36%, mesmo porcentual da rodada anterior. No segundo pelotão, Cury tem 5% (eram 6%), Caiado continua com 4%, Renan segue com 3% e Zema oscilou de 2% para 1%, mesmo porcentual de Samara Martins (UP). Edmilson Costa (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO), Veterinário Wilson Grassi (Democrata), Leonardo Avalanche (PRTB), Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) não pontuaram. Brancos e nulos somam 5% e indecisos, 2%. O Datafolha entrevistou presencialmente 2.002 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 22 de 24 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento, contratado pelo jornal Folha de S. Paulo e pelo Grupo Globo, foi registrado no TSE sob o protocolo BR-00304/2026.
Datafolha: Lula e Flávio Bolsonaro têm 47% de rejeição
Datafolha: Lula e Flávio Bolsonaro têm 47% de rejeição
Pesquisa ouviu 2.002 eleitores e mostra empate no índice de rejeição
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Datafolha divulgada em 17 de setembro mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) empataram em rejeição, com 47% dos entrevistados afirmando que não votariam em nenhum dos dois. O levantamento, realizado entre 15 e 17 de setembro com 2.002 eleitores em 125 municípios, indica ainda que a intenção de voto para o primeiro turno coloca Lula à frente com 39% e Flávio Bolsonaro com 36%, diferença dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
- Além dos principais candidatos, a pesquisa registra rejeição a Renan Santos (15%), Romeu Zema (14%), Ronaldo Caiado (13%) e Rui Costa Pimenta (11%), entre outros. O estudo foi contratado pela Folha de S.Paulo e TV Globo, com registro no TSE (BR-04029/2026) e nível de confiança de 95%.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem empatados, com 47% de rejeição, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (17). O levantamento aponta que os dois candidatos oscilaram um ponto percentual para cima em relação à rodada anterior, variação que está dentro da margem de erro. Na pesquisa, 47% dos entrevistados afirmaram que não votariam de jeito nenhum em Lula, enquanto o mesmo percentual declarou rejeição a Flávio Bolsonaro. Entre os demais nomes testados, Renan Santos (Missão) aparece com 15%, Romeu Zema (Novo) com 14%, Ronaldo Caiado (PSD) com 13% e Rui Costa Pimenta (PCO) com 11%. Também foram registrados índices de 10% para Samara Martins (UP) e Edmilson Costa (PCB), 9% para Augusto Cury (Avante), 7% para Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU), e 6% para Wilson Grassi (Democrata). Segundo o Datafolha, 2% dos entrevistados disseram rejeitar todos os candidatos, enquanto outros 2% afirmaram não rejeitar nenhum deles. O mesmo percentual não soube ou não respondeu. O levantamento foi realizado entre 15 e 17 de setembro, com 2.002 eleitores de 16 anos ou mais, em 125 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04029/2026. No cenário de intenção de voto para o primeiro turno divulgado pelo mesmo levantamento, Lula aparece com 39%, enquanto Flávio Bolsonaro registra 36%. A diferença está dentro da margem de erro, configurando empate técnico.
Lula pediu argumentos ao STF para defender a Corte durante crise
Lula pediu argumentos ao STF para defender a Corte durante crise
Caso ocorre em meio aos desdobramentos do embate entre Alexandre de Moraes e André Mendonça.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) solicitou aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) argumentos para defender a Corte, surpreendendo-os ao enfatizar que a instituição, com mais de 130 anos de história, tem capacidade de enfrentar crises institucionais sem apoio externo. Os magistrados alertaram Lula sobre a necessidade de cautela nas críticas ao Supremo, destacando a dependência do governo nas decisões da Corte, inclusive em questões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
- Preocupado com a associação de sua imagem ao ministro Alexandre de Moraes, o presidente encomendou pesquisas qualitativas para medir o impacto político da crise. O episódio ocorre em meio ao acirramento da disputa entre Moraes e o ministro André Mendonça, e após o presidente do STF, Edson Fachin, determinar a separação das investigações de fake news envolvendo os dois ministros, prometendo levar as acusações ao plenário da Corte.
Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) argumentos para defender a Corte durante o pronunciamento divulgado na última sexta-feira (4), em meio à crise envolvendo integrantes do Judiciário. A informação foi publicada pela coluna da jornalista Andreza Matais, do portal Metrópoles. Segundo a reportagem, o pedido surpreendeu ministros do STF, que afirmaram ao presidente que a Corte possui mais de 130 anos de história e tem capacidade de enfrentar crises institucionais sem depender de apoio externo. Ainda de acordo com a coluna, os magistrados alertaram Lula para ter cautela em declarações críticas ao Supremo, destacando que o governo depende da atuação da Corte em temas de interesse institucional, inclusive em questões relacionadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A publicação também afirma que uma das principais preocupações de Lula é a associação de sua imagem ao ministro Alexandre de Moraes. Por esse motivo, a campanha do presidente teria encomendado pesquisas qualitativas para medir o impacto político da crise junto ao eleitorado. O episódio ocorre após o acirramento da disputa entre Alexandre de Moraes e André Mendonça. Na sexta-feira (4), o presidente do STF, Edson Fachin, determinou que as investigações solicitadas por Moraes contra Mendonça fossem retiradas do inquérito das fake news e conduzidas em procedimento separado. Segundo a Folha de S.Paulo, Fachin também informou a Lula que pretende levar ao plenário da Corte as acusações envolvendo os dois ministros.
Caso Lulinha reduz vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro em pesquisas internas do PT
Levantamentos apontam impacto do escândalo envolvendo o filho do presidente
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Pesquisas internas do PT revelam que a vantagem de Lula em cenários eleitorais contra Flávio Bolsonaro caiu de sete a dez pontos para apenas dois a três, após a repercussão do caso envolvendo Fábio Lula Luís da Silva, conhecido como Lulinha. A informação, divulgada pela coluna de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo, destaca que o episódio já se tornou pauta de preocupação entre eleitores, influenciando as pesquisas qualitativas.
- O inquérito aponta que a lobista Roberta Luchsinger teria usado o nome de Lulinha para tentar intermediar a venda de canabidiol ao governo federal, além de ter pago R$ 217 mil em despesas de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, e de auxiliar na compra de joias para a esposa de Lula. Marcola afirma que os valores correspondem a um empréstimo já devolvido, mas a divulgação do caso continua a impactar a percepção pública e a estratégia de comunicação do partido.
Foto: Reprodução | Folha Press
Pesquisas internas realizadas pelo PT registraram uma redução na vantagem do presidente Lula em cenários eleitorais contra Flávio Bolsonaro após a repercussão do caso envolvendo Fábio Lula Luís da Silva, o Lulinha. Segundo dirigentes do partido, a diferença que antes variava entre sete e dez pontos caiu, nesta semana, para dois a três pontos. As informações foram divulgadas pela coluna de Mônica Bergamo, no jornal Folha de S.Paulo. De acordo com a publicação, levantamentos qualitativos — em que grupos de eleitores discutem temas com mediadores — mostram que o episódio já entrou na pauta de preocupações de parte do eleitorado. O caso, antes restrito ao noticiário, passou a ser citado espontaneamente por entrevistados que demonstram familiaridade com o assunto e mencionam críticas ao comportamento atribuído ao filho do presidente. As investigações que envolvem Lulinha apontam que a lobista Roberta Luchsinger teria usado o nome dele para tentar intermediar a venda de canabidiol ao governo federal. O inquérito também indica que ela pagou R$ 217 mil em despesas do ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, que teria recebido ajuda da empresária para marcar reuniões com autoridades. Luchsinger também o auxiliou na compra de joias destinadas à esposa no Dia das Mães. Marcola afirma que os valores se referem a um empréstimo já devolvido. Segundo a coluna da Folha, a entrada do tema nas conversas qualitativas é apontada como um dos fatores que explicam a redução da vantagem de Lula nos levantamentos internos. As informações têm sido usadas para orientar estratégias de comunicação e monitorar o impacto do caso no cenário político.
Trailer de filme sobre Bolsonaro vaza nas redes
Trailer de filme sobre Bolsonaro vaza nas redes
Longa estrelado por Jim Caviezel retrata campanha de 2018, facada e supostas perseguições ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O trailer do filme 'Dark Horse', uma cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, vazou nas redes sociais. O vídeo mostrou cenas em inglês, incluindo referências ao slogan 'Brasil acima de tudo, Deus acima de todos'. A produção retrata episódios da trajetória política de Bolsonaro, com destaque para a campanha presidencial de 2018 e o atentado a faca sofrido pelo então candidato em Juiz de Fora.
- O ex-presidente é interpretado pelo ator americano Jim Caviezel, enquanto a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro é interpretada pela atriz Camille Guaty. O vazamento do trailer ocorreu dias após uma reportagem revelar que Flávio Bolsonaro teria solicitado apoio financeiro para financiar o filme.
Foto: Reprodução
O trailer de “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, vazou nas redes sociais e mostra cenas do filme em inglês, incluindo referências ao slogan “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”. O vídeo foi divulgado pelo apresentador Paulo Figueiredo, que afirmou ter recebido o material antes do vazamento público. A produção retrata episódios da trajetória política de Bolsonaro, com destaque para a campanha presidencial de 2018 e o atentado a faca sofrido pelo então candidato durante ato eleitoral em Juiz de Fora. O ex-presidente é interpretado pelo ator americano Jim Caviezel, conhecido pelo filme O Som da Liberdade. Já a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro é interpretada pela atriz Camille Guaty. Nas cenas divulgadas, personagens mencionam uma suposta conspiração contra Bolsonaro e reforçam elementos religiosos ao longo da narrativa. Em uma das falas do trailer, Michelle afirma a um médico: “Doutor, Deus está com ele”. O roteiro do longa também apresenta a recuperação do ex-presidente após a facada como um episódio de caráter “milagroso”, além de incluir os personagens inspirados nos filhos do político: Flávio Bolsonaro, Carlos Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro. O vazamento do trailer ocorre dias após reportagem do The Intercept Brasil revelar que Flávio Bolsonaro teria solicitado apoio financeiro ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme. Segundo a publicação, Vorcaro teria destinado cerca de R$ 61 milhões para a produção cinematográfica. A autenticidade das mensagens atribuídas aos envolvidos foi confirmada pela Folha de S.Paulo, de acordo com fontes ligadas à investigação.
























