Justiça Eleitoral desmonta urna eletrônica para mostrar funcionamento e segurança
Tribunal afirma que sistema é auditável, não tem conexão com a internet e passa por diversas etapas de fiscalização.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) realizou uma apresentação pública da urna eletrônica para jornalistas e entidades fiscalizadoras, demonstrando o funcionamento dos componentes internos do equipamento e os mecanismos de segurança do sistema de votação. A iniciativa, que integra a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, visa ampliar a transparência e consolidar a confiança pública no processo eleitoral por meio de auditorias realizadas por diversos órgãos parceiros.
- Durante o evento, especialistas detalharam o uso de lacres, assinaturas digitais, biometria e o fato de o aparelho não possuir conexão com a internet, reduzindo significativamente os riscos de invasões externas. O tribunal também enfatizou a eficácia do voto eletrônico em relação ao antigo sistema em papel, destacando que a informatização do processo trouxe maior agilidade, segurança e confiabilidade para a apuração dos resultados das eleições brasileiras.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) promoveu, nesta segunda-feira (3), uma apresentação pública da urna eletrônica para jornalistas e entidades responsáveis pela fiscalização das eleições. Durante o evento, o equipamento foi desmontado para demonstrar o funcionamento dos componentes internos e explicar os mecanismos de segurança utilizados no sistema de votação. A iniciativa integra a programação da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação e tem como objetivo ampliar a transparência do processo eleitoral e fortalecer a confiança da população nas eleições brasileiras. Segundo o presidente do TRE-RJ, Claudio de Mello Tavares, a urna eletrônica passa por diversas etapas de auditoria e fiscalização realizadas por partidos políticos, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil, universidades e outros órgãos. O secretário de Tecnologia da Informação do tribunal, Michel Kovacs, explicou que as urnas contam com lacres de segurança, assinaturas digitais, biometria e sistemas de auditoria que dificultam qualquer tentativa de fraude. Ele destacou ainda que o equipamento não possui conexão com a internet durante a votação, reduzindo riscos de ataques externos. Durante a apresentação, também foi explicado que os votos são armazenados em mais de um dispositivo e que, caso uma urna apresente falha, as informações podem ser transferidas para um equipamento de reserva sem perda dos votos registrados. Ao comentar a possibilidade de retorno do voto em papel, Kovacs afirmou que a adoção da urna eletrônica contribuiu para reduzir fraudes registradas antes da informatização das eleições e defendeu que o sistema eletrônico oferece maior rapidez, segurança e confiabilidade na apuração dos resultados.
























