Homem é multado por descarte irregular de entulho em Caetité
Homem é multado por descarte irregular de entulho em Caetité
Penalidade administrativa foi publicada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Limpeza Pública em razão do descarte de resíduos da construção civil em via pública.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Um homem foi multado em R$ 105 por descarte irregular de entulho em via pública em Caetité, Bahia, conforme Notificação nº 090/2026 da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Limpeza Pública (SeMMA) divulgada em 9 de outubro.
- A infração, enquadrada no artigo 245, inciso XI, da Lei Municipal nº 809/2016 e no Decreto Municipal nº 110/2021, destaca a proibição de resíduos de construção civil em locais não autorizados e reforça a atuação da SeMMA na fiscalização ambiental.
Foto: Prefeitura de Caetité - SEMMA
Um homem foi multado em R$ 105 por descarte irregular de entulho em via pública, em Caetité, no sudoeste da Bahia. A penalidade foi aplicada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Limpeza Pública (SeMMA), por meio da Notificação nº 090/2026, publicada em extrato datado de 9 de outubro. Conforme o documento, a infração envolve resíduos da construção civil depositados em local público sem autorização do poder municipal. A multa tem como fundamento o artigo 245, inciso XI, da Lei Municipal nº 809/2016, que institui o Código Municipal do Meio Ambiente, e o Decreto Municipal nº 110/2021, que proíbe o descarte de resíduos sólidos em vias públicas e locais não autorizados. O procedimento administrativo foi conduzido pela secretaria municipal, que aplicou a penalidade conforme os critérios legais previstos.
MP dá 30 dias para Guanambi combater queimadas e descarte de lixo
MP dá 30 dias para Guanambi combater queimadas e descarte de lixo
Recomendação cobra fiscalização, limpeza e plano preventivo contra incêndios no município.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia recomendou à Prefeitura de Guanambi e à Secretaria Municipal de Meio Ambiente a adoção de medidas urgentes para combater as queimadas recorrentes e o descarte irregular de resíduos, após denúncias de incêndios no Sítio São Pedro e no antigo lixão municipal. A 5ª Promotoria de Justiça, por meio do promotor Alex Bezerra Bacelar, constatou um ponto de descarte clandestino na Estrada Carnaíba de Dentro e focos frequentes de incêndio na zona rural.
- Entre as recomendações estão o reforço da fiscalização, a limpeza dos pontos de descarte, o controle de acesso às áreas vulneráveis, a elaboração de um plano preventivo de queimadas e a realização de vistorias contínuas em parceria com o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil. A prefeitura tem 30 dias para apresentar relatório das providências; o não cumprimento pode gerar ação civil pública e outras medidas judiciais.
Foto: Divulgação | MP/BA
O Ministério Público da Bahia recomendou à Prefeitura de Guanambi e à Secretaria Municipal de Meio Ambiente a adoção de medidas para combater queimadas recorrentes e o descarte irregular de resíduos no município. A recomendação foi expedida no sábado (3) pela 5ª Promotoria de Justiça de Guanambi, por meio do promotor Alex Bezerra Bacelar, após uma representação denunciar incêndios no Sítio São Pedro e nas proximidades do antigo lixão municipal. Segundo o Ministério Público, vistorias do Corpo de Bombeiros e informações da própria Secretaria de Meio Ambiente confirmaram a existência de um ponto de descarte clandestino na Estrada Carnaíba de Dentro, além de focos frequentes de incêndio na região. O MP recomendou ao Executivo municipal o reforço da fiscalização no entorno do antigo lixão, a limpeza dos pontos de descarte irregular, o controle de acesso às áreas consideradas vulneráveis e a elaboração de um plano preventivo para queimadas na zona rural. A Secretaria de Meio Ambiente também deverá realizar vistorias contínuas, produzir relatórios técnicos e trabalhar em conjunto com o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil. Em casos de suspeita de incêndio criminoso, a orientação é que os fatos sejam comunicados aos órgãos responsáveis pela investigação criminal. O Ministério Público também pediu a colaboração dos moradores para evitar queimadas sem autorização e o descarte de lixo em terrenos, estradas e áreas rurais. A Prefeitura e a Secretaria de Meio Ambiente terão 30 dias para apresentar um relatório com as providências adotadas. Caso as medidas não sejam cumpridas, o MP poderá adotar providências judiciais e extrajudiciais, incluindo o ajuizamento de uma Ação Civil Pública.
MPF abre fiscalização permanente de barragens de mineração em Guanambi
MPF abre fiscalização permanente de barragens de mineração em Guanambi
Procedimento foi instaurado para acompanhar estruturas cadastradas pela Agência Nacional de Mineração e monitorar barragens em situação de alerta ou emergência
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público Federal (MPF) instaurou, nesta terça‑feira (22), um procedimento administrativo para monitorar permanentemente as barragens de mineração da região de Guanambi, no sudoeste da Bahia, utilizando o Sistema de Gestão de Segurança de Barragens de Mineração (SIGBM) da Agência Nacional de Mineração (ANM). A medida, oficializada por portaria do procurador da República Anselmo Santos Cunha, visa acompanhar de perto as estruturas classificadas em níveis de alerta e emergência, reforçando a fiscalização contínua prevista nas normas constitucionais e nas diretrizes do CNMP.
- A iniciativa está vinculada à 4ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF, responsável por temas ambientais e de patrimônio cultural, e ampliará as diligências já iniciadas para garantir a prevenção de riscos e o cumprimento das exigências de segurança das barragens, com monitoramento indefinido e integração às ações dos órgãos competentes.
Foto: Divulgação
O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um procedimento administrativo para acompanhar e fiscalizar as barragens de mineração localizadas na área de atuação da Procuradoria da República em Guanambi, no sudoeste da Bahia. A medida foi oficializada nesta terça-feira (22) e tem como foco o monitoramento contínuo das estruturas cadastradas no Sistema de Gestão de Segurança de Barragens de Mineração (SIGBM), da Agência Nacional de Mineração (ANM).A iniciativa transforma uma Notícia de Fato já existente em um procedimento voltado à fiscalização permanente das barragens e ao acompanhamento do cumprimento das normas de segurança aplicáveis ao setor mineral.De acordo com a portaria assinada pelo procurador da República Anselmo Santos Cunha, o objetivo é acompanhar de perto a atuação da Agência Nacional de Mineração em relação às estruturas classificadas em níveis de alerta e emergência existentes na região.O procedimento também busca verificar as medidas preventivas e de mitigação adotadas pelos órgãos responsáveis pela fiscalização e gestão das barragens. A atuação do MPF está fundamentada em normas constitucionais relacionadas à proteção dos direitos coletivos e às diretrizes do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para fiscalização continuada de políticas públicas e órgãos reguladores.A portaria vincula o acompanhamento à 4ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF, responsável por temas ligados ao meio ambiente e ao patrimônio cultural. Com isso, as diligências já iniciadas serão ampliadas para permitir o monitoramento permanente das condições de segurança das estruturas de mineração localizadas na região de Guanambi.A fiscalização seguirá em andamento por tempo indeterminado e deverá acompanhar as ações executadas pelos órgãos competentes para prevenir riscos e garantir o cumprimento das exigências de segurança previstas para as barragens de mineração.
Inema destrói nove fornos clandestinos em área de desmatamento em Condeúba
Inema destrói nove fornos clandestinos em área de desmatamento em Condeúba
Fiscalização encontrou nove fornos usados na produção ilegal de carvão e embargou toda a propriedade rural.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma operação do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) resultou na descoberta de uma área de aproximadamente 30 hectares de vegetação nativa desmatada ilegalmente em uma propriedade rural em Condeúba, no sudoeste da Bahia. A fiscalização, motivada por uma denúncia anônima e confirmada por imagens de satélite, localizou nove fornos clandestinos utilizados para a produção ilegal de carvão, que foram prontamente destruídos pelos agentes.
- A propriedade foi totalmente embargada e o proprietário foi identificado e autuado pelo crime ambiental. Ele responderá a um processo administrativo, estará sujeito ao pagamento de multa proporcional ao dano causado e será obrigado a apresentar um plano de recuperação para a área degradada, cuja extensão equivale a cerca de 30 campos de futebol.
Foto: Divulgação - INEMA
Uma área de aproximadamente 30 hectares de vegetação nativa foi desmatada para a produção ilegal de carvão em uma propriedade rural de Condeúba, no sudoeste da Bahia. A irregularidade foi descoberta nesta sexta-feira (14) durante uma operação do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema). A fiscalização foi realizada após uma denúncia anônima. Antes da ação, técnicos do órgão confirmaram a ocorrência por meio de imagens de satélite, utilizadas no monitoramento da supressão de vegetação nativa no estado. No local, os agentes encontraram nove fornos clandestinos utilizados para a produção de carvão. A estrutura foi destruída e a propriedade rural foi totalmente embargada. A área devastada corresponde a cerca de 30 hectares, extensão equivalente a aproximadamente 30 campos de futebol. O proprietário do local foi identificado e autuado pelos órgãos ambientais. Ele deverá responder a um processo administrativo e será obrigado a apresentar um plano de recuperação da área degradada. Além da recuperação ambiental, o responsável estará sujeito ao pagamento de multa administrativa, cujo valor será calculado de acordo com a extensão do dano causado à vegetação nativa.
MP-BA apresenta mudanças da nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental em seminário em Caetité
Promotor detalhou impactos da legislação para municípios do Alto Sertão e reforçou papel do Ministério Público na fiscalização
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Ministério Público da Bahia (MP-BA) promoveu em Caetité o VI Seminário Gestão Ambiental Municipal, ocasião em que foram detalhadas as alterações da Lei Geral do Licenciamento Ambiental (Lei nº 15.190/2025). Conduzida pelo promotor Jaílson Trindade Neves, a apresentação abordou os pontos cruciais da nova legislação, incluindo os procedimentos de licenciamento, a distribuição de competências entre os órgãos públicos e os desafios para sua efetiva implementação. O promotor também enfatizou o papel fiscalizador do MP na defesa do meio ambiente.
- O evento, organizado pelo Consórcio Público de Desenvolvimento Sustentável Alto Sertão, reuniu gestores municipais, técnicos ambientais e representantes de diversas entidades para discutir a adequação dos municípios às novas diretrizes, especialmente no tocante à gestão de resíduos e erradicação de lixões. A iniciativa visa fortalecer a atuação conjunta entre municípios e órgãos ambientais, subsidiando novas estratégias e ampliando a capacidade de fiscalização na região do Alto Sertão, em alinhamento com as políticas públicas de preservação.
Foto: Divulgação | MP-BA
O Ministério Público da Bahia (MP‑BA) apresentou, em Caetité, as principais mudanças da Lei Geral do Licenciamento Ambiental (Lei nº 15.190/2025) durante o VI Seminário Gestão Ambiental Municipal: Resultados e Impactos no Alto Sertão, realizado no dia 26 de maio na sede da Uneb. A palestra foi conduzida pelo promotor de Justiça Jaílson Trindade Neves, titular da Promotoria Regional Especializada em Meio Ambiente, com sede em Guanambi. O promotor explicou os pontos centrais da nova legislação e os reflexos diretos para a gestão pública municipal. Entre os temas abordados, destacou os procedimentos de licenciamento, a divisão de competências entre os entes públicos e os desafios para implementação das mudanças previstas na norma. Ele também reforçou o papel do MP na fiscalização do cumprimento da lei e na defesa do meio ambiente como direito fundamental. O seminário foi promovido pelo Consórcio Público de Desenvolvimento Sustentável Alto Sertão e reuniu gestores municipais, técnicos ambientais e representantes de órgãos estaduais, como a Sema e o Inema, além de prefeitos e equipes das prefeituras da região. A iniciativa busca orientar os municípios sobre a adequação às novas regras, especialmente no que diz respeito à gestão de resíduos e à eliminação de lixões, alinhando as ações locais às políticas públicas de preservação ambiental. As discussões devem subsidiar novas estratégias de atuação conjunta entre municípios e órgãos ambientais, fortalecendo a implementação da legislação e ampliando a capacidade de fiscalização no Alto Sertão.
Proprietários são notificados para limpar terrenos em Caetité
Proprietários são notificados para limpar terrenos em Caetité
Publicações no Diário Oficial estabelecem multas, prazos para limpeza de imóveis e sanções para casos de descumprimento das determinações municipais.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Prefeitura de Caetité intensificou as ações de fiscalização ambiental e urbana, aplicando notificações administrativas e multas relacionadas a queimadas e à falta de manutenção de terrenos. As medidas foram divulgadas no Diário Oficial do Município e visam combater práticas prejudiciais à saúde pública, ao meio ambiente e ao bem-estar coletivo. Um dos casos envolveu a Secretaria Municipal de Meio Ambiente multando um proprietário por queimada em lote urbano, prática estritamente proibida pela legislação local e passível de penalidades financeiras.
- Além das autuações por queimadas, a administração municipal também notificou proprietários de imóveis para que realizem a limpeza e manutenção de terrenos com mato, lixo e entulhos, que podem favorecer a proliferação de pragas e doenças. Caso a determinação não seja cumprida dentro do prazo, o município poderá executar o serviço e cobrar os custos do proprietário, além da aplicação de multas que variam conforme a área e gravidade da infração. A Prefeitura reforça que estas ações preventivas são cruciais para manter a cidade limpa, segura e ambientalmente equilibrada, especialmente durante o período de estiagem.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A Prefeitura de Caetité intensificou as ações de fiscalização ambiental e urbana com a publicação de notificações administrativas e aplicação de penalidades relacionadas a queimadas e à falta de manutenção de terrenos na cidade. Os atos foram divulgados na edição mais recente do Diário Oficial do Município e fazem parte das medidas adotadas para combater práticas consideradas prejudiciais à saúde pública, ao meio ambiente e ao bem-estar coletivo. Em um dos casos, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Limpeza Pública aplicou multa após constatar a realização de queimada em um lote urbano, localizado no bairro São Vicente. Segundo o documento, a prática é proibida pela legislação municipal e pode resultar em penalidades financeiras, além da obrigação de reparar eventuais danos causados à coletividade. A administração municipal destacou que o uso do fogo para limpeza de terrenos, vegetação, lixo ou qualquer outro tipo de resíduo é vedado e configura infração ambiental. A medida busca reduzir riscos de incêndios, poluição atmosférica e problemas respiratórios provocados pela fumaça. Além das autuações, a prefeitura também notificou proprietários de imóveis urbanos para que realizem a limpeza e manutenção de terrenos localizados em diferentes regiões da cidade, que foram alvos de denúncia por parte da população. As notificações determinam a remoção de mato, lixo, entulhos e demais materiais que possam favorecer a proliferação de insetos, animais peçonhentos e doenças. Conforme o decreto municipal em vigor, os responsáveis pelos imóveis possuem prazo para regularizar a situação. Caso a determinação não seja cumprida, o município poderá executar o serviço de limpeza de forma direta e posteriormente cobrar os custos do proprietário, além da aplicação de multas previstas em lei. Os valores das penalidades variam de acordo com a área do imóvel e a gravidade da infração. Em casos de reincidência, as sanções podem ser ampliadas. A Prefeitura reforçou que as medidas têm caráter preventivo e visam manter a cidade limpa, segura e ambientalmente equilibrada, especialmente durante o período de estiagem, quando o risco de queimadas aumenta significativamente.
























