Ricardo Salles desiste do Senado após receber R$ 4,5 milhões
Ricardo Salles desiste do Senado após receber R$ 4,5 milhões
Do total recebido pela campanha, R$ 3,6 milhões foram repassados pelo Novo, sendo R$ 3,1 milhões provenientes de recursos públicos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O deputado federal Ricardo Salles (Novo‑SP) desistiu da candidatura ao Senado por São Paulo nesta segunda‑feira (28), após sua campanha receber R$ 4,5 mi em doações, das quais R$ 3,6 mi vieram dos diretórios nacional e paulista do Novo, incluindo R$ 3,1 mi de recursos públicos. Antes da renúncia, a campanha já havia gasto cerca de R$ 1,76 mi, restando aproximadamente R$ 1,3 mi em caixa que deverão ser devolvidos ao Tesouro.
Foto: Reprodução
O deputado federal Ricardo Salles (Novo-SP) desistiu, nesta segunda-feira (28), da candidatura ao Senado por São Paulo, após sua campanha receber R$ 4,5 milhões em doações. Do total, R$ 3,6 milhões foram repassados pelos diretórios nacional e paulista do Novo, sendo R$ 3,1 milhões provenientes de recursos públicos. Antes da desistência, a campanha havia utilizado cerca de R$ 1,76 milhão. Aproximadamente R$ 1,3 milhão em recursos públicos permanecia no caixa e, segundo as informações divulgadas, deverá ser devolvido aos cofres públicos. O anúncio da retirada da disputa foi feito ao lado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e dos candidatos ao Senado Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL). Após desistir, Salles declarou apoio aos dois candidatos. Mesmo fora da disputa, o nome do deputado continuará aparecendo nas urnas eletrônicas, porque a preparação dos equipamentos ocorreu antes da renúncia. Eventuais votos destinados a Salles serão considerados nulos. Entre as principais despesas da campanha estavam serviços gráficos, que consumiram cerca de R$ 894 mil, além de gastos com impulsionamento de conteúdo na internet e serviços advocatícios. Salles afirmou que decidiu deixar a disputa para evitar a divisão de votos entre candidatos politicamente alinhados.
Raissa Soares acusa direção do PL de não cumprir promessa e pede doações para campanha
Com R$ 500 mil recebidos, candidata diz ter reduzido a equipe e pede contribuições de apoiadores.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Raissa Soares, candidata a deputada federal pelo PL na Bahia, denunciou nas redes sociais que a direção nacional do partido entregou apenas 18% dos recursos prometidos para sua campanha, totalizando R$ 500 mil. Enquanto concorrentes como Leandro de Jesus, Capitão Alden e Roberta Roma receberam entre R$ 3 e 3,1 milhões, a candidata afirma que a falta de verba a obrigou a reduzir a equipe, contando agora apenas com o filho como motorista e o videomaker como segurança.
- Mesmo com a redução de equipe, Raissa mantém a agenda de eventos em 20 municípios, já percorreu 66 cidades e planeja visitar mais 20, pedindo apoio financeiro ao público por meio de financiamento coletivo. A situação evidencia divergências internas no PL e levanta questões sobre a distribuição desigual de recursos entre candidatos nas eleições federais da Bahia.
Foto: Reprodução
A candidata a deputada federal pelo PL, Raissa Soares, foi às redes sociais reclamar que a direção nacional do partido não repassou integralmente os recursos que, segundo ela, haviam sido prometidos para financiar sua campanha. Com apenas R$ 500 mil recebidos até o momento, a bolsonarista afirma que o valor representa 18% do montante acertado e que precisou reorganizar a estrutura eleitoral para seguir na disputa. “Organizei minha agenda, minha campanha, assumi compromissos com base no valor que foi prometido pela nacional. O dinheiro não foi transferido para mim. Aliás, eles mandaram. Mandaram 18% do valor prometido”, afirmou. Raissa também levantou a possibilidade de resistência dentro da própria legenda à sua candidatura. “Sei que tenho alguns perseguidores aí que não querem minha vitória, querem que eu pare minha campanha. Mas ainda bem que gastei menos da metade do que me prometeram”, declarou. A distribuição de recursos do PL na Bahia mostra diferenças entre os valores destinados aos candidatos. Enquanto Raissa recebeu R$ 500 mil, o deputado estadual Leandro de Jesus, que também disputa uma vaga na Câmara dos Deputados, recebeu R$ 3 milhões. Capitão Alden, candidato à reeleição, e Roberta Roma receberam R$ 3,1 milhões cada. Entre os candidatos à Assembleia Legislativa, Diego Castro e Jânio Júnior receberam R$ 300 mil cada. A médica, que disputou o Senado pela Bahia em 2022, afirmou já ter percorrido 66 municípios e aberto 11 comitês nesta campanha. Segundo ela, outras 20 cidades estão previstas no roteiro até a eleição. Diante da falta dos recursos esperados, Raissa disse ter reduzido a equipe e relatou que passou a contar apenas com o filho e um profissional que, segundo ela, acumulou funções. “Hoje, meu filho virou meu motorista. Meu videomaker virou meu segurança. E eu só tenho eles agora. Então, eu peço uma ajuda de 1 real, 2 reais, 10 reais, o que você puder, o que tocar seu coração”, pediu. A candidata afirmou que mantém eventos programados em 20 municípios e garantiu que seguirá na disputa, mas voltou a solicitar apoio financeiro aos seguidores. “Eu não vou recuar, mas preciso da sua ajuda”, declarou, ao divulgar o financiamento coletivo em seu perfil.
Vorcaro afirma em delação que R$ 5 milhões em doações a Bolsonaro e Tarcísio eram propina
Ex-banqueiro afirmou que valores seriam contrapartida para manter contrato do Credcesta em São Paulo.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O ex‑banqueiro Daniel Vorcaro afirmou, em proposta de delação premiada, que R$ 5 milhões doados às campanhas de Jair Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos) nas eleições de 2022 fariam parte de um suposto esquema de propina ligado ao programa Credcesta e a negociações envolvendo o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. Segundo Vorcaro, parte dos recursos teria sido paga em dinheiro e outra parte encaminhada como doações oficiais às campanhas e partidos aliados.
- A colaboração premiada foi rejeitada pela Polícia Federal e pela Procuradoria‑Geral da República. Gilberto Kassab e a defesa de Tarcísio de Freitas negaram qualquer participação nas tratativas, ressaltando que a campanha de 2022 recebeu mais de 600 doadores, cumpriu a legislação eleitoral e teve as contas aprovadas pela Justiça Eleitoral.
Foto: Reprodução
O ex-banqueiro Daniel Vorcaro afirmou, em proposta de delação premiada, que R$ 5 milhões doados às campanhas de Jair Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos), nas eleições de 2022, fariam parte de um suposto esquema de propina. As informações foram divulgadas pelo UOL nesta quinta-feira (3). Segundo o relato, R$ 3 milhões teriam sido destinados à campanha de Bolsonaro e R$ 2 milhões à de Tarcísio. Vorcaro alegou que os repasses seriam uma contrapartida para garantir a permanência do programa Credcesta no Governo de São Paulo, em uma suposta negociação envolvendo o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. O ex-banqueiro afirmou ainda que o pagamento seria feito inicialmente em dinheiro, mas que interlocutores ligados a Kassab teriam solicitado que parte dos valores fosse repassada por meio de doações oficiais às campanhas e partidos aliados. A proposta de colaboração premiada, no entanto, foi rejeitada pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Em nota, Gilberto Kassab negou qualquer participação nas tratativas e afirmou que nunca discutiu doações com Daniel Vorcaro ou Augusto Lima. A defesa do governador Tarcísio de Freitas também negou qualquer vínculo com o ex-banqueiro e informou que a campanha de 2022 recebeu mais de 600 doadores, cumpriu a legislação eleitoral e teve as contas aprovadas pela Justiça Eleitoral.
Flávio Bolsonaro aciona STF para tirar Moraes de análise sobre caso que envolve Master
Senador argumenta que ministro não deveria atuar em apuração relacionada a Daniel Vorcaro e pede redistribuição do caso para André Mendonça
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para que o ministro Alexandre de Moraes seja afastado de qualquer decisão relacionada a fatos envolvendo o empresário Daniel Vorcaro e o Banco Master. Além disso, a defesa de Flávio Bolsonaro quer que a análise do caso seja transferida para o ministro André Mendonça, argumentando que ele já conduz processos relacionados ao Banco Master.
- Flávio Bolsonaro protocolou o pedido após a divulgação de mensagens atribuídas a ele e a Daniel Vorcaro, nas quais o senador apareceria tratando da obtenção de recursos para a produção do filme Dark Horse, um projeto audiovisual inspirado na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Foto: Rosinei Coutinho | SCO/STF
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para que o ministro Alexandre de Moraes seja afastado de qualquer decisão relacionada a fatos envolvendo o empresário Daniel Vorcaro e o Banco Master. A iniciativa foi tomada depois que Moraes enviou à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma representação apresentada pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ). O parlamentar pede a apuração de possíveis vínculos entre Flávio e Vorcaro no contexto do financiamento do filme Dark Horse, produção inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Defesa aponta possível conflito - Na petição, os advogados do senador sustentam que Moraes não deveria conduzir procedimentos ligados ao banqueiro. Como argumento, citam informações da Receita Federal segundo as quais o Banco Master teria repassado R$ 80 milhões ao escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, por serviços prestados. A defesa afirma que não questiona a legalidade da relação comercial nem faz acusações contra Moraes ou sua esposa. O objetivo, segundo os advogados, seria preservar a imparcialidade exigida pelas normas processuais. Origem do pedido - O requerimento de Lindbergh Farias chegou ao Supremo após a divulgação de mensagens atribuídas a Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. Nas conversas, o senador apareceria tratando da obtenção de recursos para a produção de Dark Horse. Com base nesse material, o deputado do PT solicitou a abertura de apurações sobre a participação do banqueiro no financiamento do projeto audiovisual. Mudança de relatoria - Além de pedir o reconhecimento da suspeição de Moraes, a defesa de Flávio Bolsonaro quer que a análise do caso seja transferida para o ministro André Mendonça. Os advogados argumentam que Mendonça já conduz processos relacionados ao Banco Master e, por isso, seria o responsável adequado para examinar a representação apresentada por Lindbergh. Até o momento, o STF ainda não se pronunciou sobre o pedido feito pelo senador do PL.
























