Jerônimo Rodrigues volta a prometer fim da fila da regulação e anuncia novos hospitais na Bahia
Governador atribuiu parte do problema à falta de hospitais municipais e disse que pretende ampliar a rede de saúde nos próximos anos.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, afirmou que continuará investindo na ampliação da rede pública de saúde e na redução da fila da regulação no estado. Ele destacou a baixa oferta de atendimentos de menor complexidade nos municípios e citou a ausência de hospital municipal em Feira de Santana como exemplo. Além disso, ele mencionou a construção de hospitais municipais e a entrega de 15 hospitais e a ampliação de 6 mil leitos na rede estadual nos últimos três anos e meio.
- O governador também abordou a segurança pública, afirmando que a atuação do governo vai além do reforço policial. Ele citou o uso do sistema de reconhecimento facial para capturar pessoas procuradas pela Justiça e investimentos em viaturas, armamentos e equipamentos para as forças de segurança.
Foto: Divulgação
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT) afirmou, nesta quarta-feira (22), que continuará investindo na ampliação da rede pública de saúde e voltou a defender o compromisso de reduzir a fila da regulação no estado. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Resenha das 7, da rádio Bahia FM. Segundo Jerônimo, um dos principais desafios é a baixa oferta de atendimentos de menor complexidade nos municípios, o que acaba sobrecarregando hospitais estaduais e unidades de pronto atendimento. Como exemplo, ele citou a ausência de hospital municipal em Feira de Santana. O governador informou que tem dialogado com prefeitos para apoiar a construção de hospitais municipais e fortalecer a atenção básica. Ele também destacou que, nos últimos três anos e meio, o governo entregou 15 hospitais e ampliou em cerca de 6 mil o número de leitos na rede estadual. Na área da segurança pública, Jerônimo afirmou que a atuação do governo vai além do reforço policial. Segundo ele, aproximadamente 1,5 mil pessoas procuradas pela Justiça foram presas neste ano com o auxílio do sistema de reconhecimento facial, além de investimentos em viaturas, armamentos e equipamentos para as forças de segurança.























