Maior assaltante de bancos do Brasil é preso em ação com participação da FICCO Bahia
Criminoso foi localizado em Osasco (SP); Bahia completa 605 dias sem explosões de agências bancárias.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma operação integrada entre a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) Bahia, a FICCO São Paulo e a Polícia Militar de São Paulo (PMSP) resultou na prisão de um dos principais assaltantes de instituições financeiras do país, localizado em Osasco (SP). A captura ocorre no momento em que o estado alcança a marca de 605 dias sem registros de explosões a agências bancárias, atribuído à implantação da doutrina do Policiamento Orientado pela Inteligência (POI).
- O secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner, relembrou que o suspeito já havia sido preso em 2014, durante uma operação da Polícia Federal e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da Polícia Militar da Bahia, em Rafael Jambeiro, onde foram apreendidos fuzis e submetralhadoras. A ocorrência reforça a atuação conjunta entre órgãos estaduais e federais no enfrentamento ao crime organizado e aos ataques contra instituições financeiras.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Uma operação integrada entre a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) Bahia, a FICCO São Paulo e a Polícia Militar de São Paulo (PMSP) resultou na prisão de um dos principais assaltantes de instituições financeiras do país. O criminoso foi localizado na cidade de Osasco (SP). Segundo a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), a captura ocorre no momento em que o estado alcança a marca de 605 dias sem registros de explosões a agências bancárias, resultado atribuído à implantação da doutrina do Policiamento Orientado pela Inteligência (POI). O secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner, lembrou que o suspeito já havia sido preso em 2014, durante uma operação da Polícia Federal e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da Polícia Militar da Bahia, no município de Rafael Jambeiro. Na ocasião, foram apreendidos fuzis e submetralhadoras. Ainda conforme o secretário, o combate às organizações criminosas tem sido baseado na integração entre as agências de inteligência e no compartilhamento de informações entre as forças de segurança. A ocorrência reforça a atuação conjunta entre órgãos estaduais e federais no enfrentamento ao crime organizado e aos ataques contra instituições financeiras.
FICCO captura 406 foragidos e bloqueia R$ 102 milhões
FICCO captura 406 foragidos e bloqueia R$ 102 milhões
Desde a criação da força-tarefa, ações integradas já resultaram na captura de foragidos em diversos estados e no exterior, além do bloqueio de recursos ligados às facções.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) da Bahia alcançou o marco de 406 criminosos foragidos capturados desde sua criação em 2023, além de bloquear aproximadamente R$ 102 milhões vinculados a esquemas de lavagem de dinheiro associados a organizações criminosas.
- A FICCO, uma força-tarefa que reúne diferentes órgãos de segurança, realizou operações em várias regiões do país, incluindo a captura de líderes de grupos criminosos no exterior. O secretário da Segurança Pública da Bahia destaca a importância da integração entre as instituições envolvidas no enfrentamento ao crime organizado.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) da Bahia alcançou a marca de 406 criminosos foragidos da Justiça capturados desde sua implantação, em 2023. No mesmo período, as ações da força-tarefa também resultaram no bloqueio de aproximadamente R$ 102 milhões vinculados a esquemas de lavagem de dinheiro associados a organizações criminosas. Os resultados refletem o fortalecimento das estratégias de inteligência e integração entre as forças de segurança que atuam no combate às facções criminosas dentro e fora do estado. Entre os presos estão líderes de grupos criminosos localizados em diferentes regiões do país e até mesmo no exterior. Segundo dados divulgados pela força integrada, somente em 2026 seis alvos considerados prioritários foram localizados e capturados na Bolívia. Também houve prisões realizadas nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina, ampliando o alcance das investigações conduzidas pela equipe baiana. O secretário da Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner, destacou que os resultados são fruto da atuação conjunta das instituições envolvidas no enfrentamento ao crime organizado. De acordo com ele, a integração entre policiais militares, civis, federais, penais, policiais rodoviários federais e peritos tem sido fundamental para agilizar o compartilhamento de informações estratégicas e a tomada de decisões operacionais. O coordenador da FICCO Bahia, Eduardo Badaró, ressaltou que as ações da força não se concentram apenas no combate às facções. Segundo ele, operações permanentes também priorizam a localização de autores de crimes graves contra a vida, como homicídios, feminicídios e latrocínios. Como exemplo, o delegado citou a prisão de um homem procurado por assassinato que foi localizado na última quarta-feira enquanto tentava deixar a Bahia. O suspeito acabou capturado na rodoviária de Salvador antes de conseguir fugir. Criada para fortalecer o enfrentamento às organizações criminosas, a FICCO reúne diferentes órgãos de segurança em um mesmo ambiente operacional, permitindo uma atuação coordenada em investigações, prisões e bloqueios patrimoniais. A expectativa é que novas operações sejam realizadas ao longo do ano para ampliar a descapitalização das facções e reduzir a atuação desses grupos em território baiano.
























