Greve dos bancários deve fechar agências no sudoeste da Bahia a partir do dia 10
Greve dos bancários deve fechar agências no sudoeste da Bahia a partir do dia 10
Além do reajuste salarial, trabalhadores cobram melhores condições de trabalho e o fim do fechamento de agências no interior.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Bancários de Vitória da Conquista e região decidiram entrar em greve a partir de quinta‑feira (10), após a assembleia sindical rejeitar a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que oferecia reposição da inflação mais 0,6% de reajuste salarial – considerado insuficiente pela categoria. O sindicato dos bancários no Sudoeste da Bahia, liderado por Paulo Barrocas, informou que a paralisação será efetivada caso não haja avanço nas negociações com os bancos privados, previstas para a última avaliação nesta quarta‑feira (9).
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Os bancários de Vitória da Conquista e região decidiram entrar em greve e devem paralisar as atividades a partir desta quinta-feira (10). A decisão foi tomada em assembleia realizada pelo sindicato da categoria após a rejeição da proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários no Sudoeste da Bahia, Paulo Barrocas, a proposta foi recusada pela maioria dos trabalhadores. A Fenaban ofereceu reposição da inflação mais 0,6% de reajuste salarial, índice considerado insuficiente pela categoria. Além do aumento nos salários, os bancários reivindicam melhores condições de trabalho, mais investimentos na saúde dos funcionários e a manutenção das agências bancárias no interior. Antes do início da paralisação, o sindicato ainda fará uma última avaliação das negociações com os bancos privados nesta quarta-feira (9). Caso não haja avanço nas tratativas, a greve será iniciada no dia seguinte.
Bancários aprovam greve nacional de 24 horas na quinta-feira
Bancários aprovam greve nacional de 24 horas na quinta-feira
Categoria rejeitou proposta da Fenaban e cobra avanços em salários, PLR, benefícios, empregos e condições de trabalho
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Acordo entre bancários e bancos não foi alcançado, levando à aprovação de uma paralisação nacional de 24 horas marcada para quinta-feira (20). A decisão segue a rejeição da proposta da Fenaban na Campanha Nacional Unificada de 2026, enquanto negociações continuam com o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES.
- Os trabalhadores exigem aumento real de salários, valorização da PLR, manutenção de empregos e agências, além de condições de trabalho mais seguras e igualdade de oportunidades. A paralisação foi motivada pela falta de índice de reajuste salarial e pela discussão sobre congelamento do piso de entrada para novos bancários, com propostas de reajustes diferenciados para três faixas salariais sem critérios definidos.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
Bancários aprovaram, em assembleias realizadas na segunda-feira (17) em diferentes regiões do país, uma paralisação nacional de 24 horas para esta quinta-feira (20). A decisão ocorreu após a categoria rejeitar a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) durante as negociações da Campanha Nacional Unificada de 2026. As negociações entre representantes dos trabalhadores e dos bancos continuam nesta terça-feira (18). A categoria também tem reuniões previstas com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal na quarta-feira (19), e com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na sexta-feira (21). Entre as reivindicações dos bancários estão aumento real dos salários, valorização da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e dos tíquetes, manutenção dos empregos e das agências, além do combate às metas consideradas abusivas e às condições de trabalho que podem contribuir para o adoecimento dos empregados. A categoria também cobra melhores condições de trabalho e saúde e igualdade de oportunidades. As entidades sindicais afirmam que não devem aceitar uma proposta sem avanços considerados concretos nos principais pontos da negociação. A paralisação foi definida após a Fenaban não apresentar um índice de reajuste salarial na última rodada e colocar em discussão o congelamento do piso de entrada para novos bancários. Também foram discutidos reajustes diferentes para três faixas salariais, sem definição de percentuais ou critérios.
























