Jovem é morto a tiros por falsos policiais em Brumado
O jovem morto em sua residência, na frente da mãe
Por: redação do Sudoeste Bahia
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Foto: Reprodução | Redes Sociais
- Um homem de 21 anos foi morto a tiros, na madrugada desta terça-feira (21), na comunidade de Espinheiro, zona rural de Brumado. Segundo informações da Polícia Militar (PM), Henrique Eli Alves dos Santos foi na frente da própria mãe, por homens que estavam disfarçados de policiais, que invadiram a residência da vítima. Ainda de acordo com a PM, o corpo do jovem foi jogado em um matagal próximo da casa em que Henrique estava no momento em que foi morto. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizou a perícia no local, e o corpo de Henrique foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), em Brumado. Não há detalhes sobre o que possa ter motivado o homicídio, nem muito menos sobre a autoria do crime. O caso será investigado pela Polícia Civil de Brumado.
Advogado é investigado por uso de documentos falsos em ao menos 217 processos judiciais na Bahia
Na ação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão
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Foto: Reprodução | MP-BA
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) deflagrou, nesta quarta-feira (25), uma operação para investigar um advogado suspeito de um esquema criminoso que envolve falsificação e uso de documento falso. Segundo o órgão, o homem teria agido em, pelo menos, 217 processos judiciais. Na ação, batizada de “Operação Fatura”, foi cumprido um mandado de busca e apreensão expedido pela 2ª Vara Criminal Especializada da Comarca de Salvador. Conforme as investigações do MP, o advogado falsificava a própria fatura de consumo de serviço de televisão a cabo para utilizá-la em processos judiciais. Até o momento, foi apurado que, desde 2018, 217 ações judiciais foram propostas com a utilização de documentos falsos, sendo que 36 foram contra uma única empresa de telefonia. Através de decisões judiciais ou expedição de alvarás, o integrante da Ordem dos Advogados secção Bahia (OAB-BA), teria chegado a receber R$ 304.846,96, dos quais R$ 58.264,84 referentes a ações que envolvem a mesma empresa de telefonia. Há ainda indícios de que algumas ações foram ajuizadas sem o conhecimento dos supostos beneficiários A operação é realizada com o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e a 19ª Promotoria de Justiça Criminal de Salvador (1º promotor de Justiça), em conjunto com a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão ao Estelionato e Outras Fraudes (Dreof).























