94ª CIPM completa oito meses sem homicídios na região de Caetité
94ª CIPM completa oito meses sem homicídios na região de Caetité
Unidade encerrou agosto sem registros de crimes letais e destaca resultado como marca histórica
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A 94ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) de Caetité encerrou agosto de 2026 sem registro de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) nos sete municípios do sudoeste da Bahia que cobre, marcando o oitavo mês consecutivo sem homicídios. O tenente‑coronel Suárez atribuiu o resultado ao intenso patrulhamento, abordagens e operações realizadas pelas equipes, que reforçam a segurança local. A corporação também divulgou um levantamento dos municípios com períodos ainda mais extensos sem homicídios, destacando Lagoa Real (3.168 dias), Jacaraci (1.838 dias) e Licínio de Almeida (1.399 dias), entre outros, como indicadores do monitoramento interno e da eficácia das ações policiais.
Foto: Marcos Oliveira | Sudoeste Bahia
A 94ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), sediada em Caetité, encerrou agosto de 2026 sem registro de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) na área que abrange sete municípios do sudoeste da Bahia. Segundo o tenente‑coronel Suárez, comandante da unidade, o resultado marca o oitavo mês consecutivo sem homicídios. O comandante afirmou que o desempenho é reflexo das ações de patrulhamento, abordagens e operações realizadas pela companhia ao longo do período. Ele destacou que o trabalho diário das equipes tem contribuído para a manutenção dos índices. A 94ª CIPM também divulgou um levantamento com municípios que apresentam períodos ainda mais longos sem homicídios. Lagoa Real está há 3.168 dias sem registros, seguida por Jacaraci (1.838 dias), Licínio de Almeida (1.399 dias), Tanque Novo (604 dias), Ibiassucê (445 dias), Caetité (426 dias) e Caculé (259 dias). Segundo a corporação, os números integram o monitoramento interno da unidade sobre os municípios atendidos e refletem o trabalho das equipes de policiamento.
Oeste e sudoeste da Bahia têm cidades há anos sem homicídios
Oeste e sudoeste da Bahia têm cidades há anos sem homicídios
Redução da violência é atribuída à atuação integrada das forças de segurança e ao fortalecimento das ações de prevenção e investigação.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- Oito municípios localizados nas regiões oeste e sudoeste da Bahia celebraram a marca de mais de três anos sem registrar Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs), que abrangem homicídio doloso, latrocínio e lesão corporal seguida de morte. Os dados, atualizados até 27 de junho de 2026 pelo Instituto de Segurança Pública, Estatística e Pesquisa Criminal (Ispe), destacam cidades como Wagner, com 1.521 dias, e Rio do Pires, com 1.485 dias sem ocorrências, além de Abaíra, Gentio do Ouro, Érico Cardoso, Ibipitanga, Planaltino e Dom Basílio, que também superaram os três anos.
- Este resultado expressivo é atribuído pela Secretaria da Segurança Pública da Bahia ao trabalho integrado das forças policiais, que inclui reforço do policiamento ostensivo, investigações e combate a organizações criminosas. A queda nos CVLIs nestes municípios acompanha a tendência de redução da violência letal em todo o estado, que em 2026 registrou uma diminuição de 20,7% em comparação ao ano anterior. Além disso, os festejos juninos de 2026 foram marcados pela ausência de homicídios nos circuitos oficiais e pela redução de outros crimes.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
Oito municípios do oeste e do sudoeste da Bahia completaram mais de três anos sem registrar Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs), que incluem homicídio doloso, latrocínio e lesão corporal seguida de morte. Os dados são do Instituto de Segurança Pública, Estatística e Pesquisa Criminal (Ispe), atualizados até 27 de junho de 2026. As cidades de Wagner, Abaíra, Ibipitanga e Gentio do Ouro, no oeste baiano, além de Planaltino, Dom Basílio, Érico Cardoso e Rio do Pires, no sudoeste, figuram entre os municípios com os maiores períodos sem esse tipo de ocorrência. Os maiores intervalos são registrados em Wagner, com 1.521 dias sem CVLIs, e Rio do Pires, com 1.485 dias. Abaíra e Gentio do Ouro também se aproximam de quatro anos sem homicídios. Já Érico Cardoso, Ibipitanga, Planaltino e Dom Basílio ultrapassaram a marca de três anos. Segundo a Secretaria da Segurança Pública da Bahia, o resultado é atribuído ao trabalho integrado das forças policiais, com reforço do policiamento ostensivo, investigações, cumprimento de mandados judiciais e operações de combate às organizações criminosas. Os números acompanham a tendência de queda da violência letal no estado. Em 2026, a Bahia registrou redução de 20,7% nos Crimes Violentos Letais Intencionais em comparação com o mesmo período do ano passado. Durante os festejos juninos, entre 19 e 25 de junho, também não houve registro de homicídios consumados nos circuitos oficiais das festas, além da redução nos furtos de celulares e nos crimes relacionados à violência contra a mulher.
Bahia reduz homicídios em quase 10% , aponta Atlas da Violência
Bahia reduz homicídios em quase 10% , aponta Atlas da Violência
Estudo do Ipea e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra redução nas mortes violentas, mas Bahia ainda tem a terceira maior taxa de homicídios do país.
Por: Redação Sudoeste Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)Resumo
- A Bahia registrou uma queda de 9,8% no número de homicídios entre 2014 e 2024, totalizando 6.316 casos na última década, conforme dados do Atlas da Violência 2026, produzido pelo Ipea e Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Apesar da redução, o estado ainda figura entre os mais violentos do país, apresentando a terceira maior taxa de homicídios do Brasil em 2024, com 42,6 mortes para cada 100 mil habitantes, ficando atrás apenas do Amapá e do Ceará.
- O estudo utilizou dados oficiais do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, aplicando também correções para incluir os chamados "homicídios ocultos". A análise revela que, entre 2023 e 2024, houve uma redução de 6,5% nas mortes violentas, e uma queda acumulada de 8,8% em cinco anos. Adicionalmente, o Atlas da Violência destacou uma melhoria na qualidade dos registros oficiais, com as Mortes Violentas por Causa Indeterminada (MVCI) diminuindo 46% e os homicídios ocultos caindo 73,3% na última década.
Foto: Divulgação | Polícia Civil
A Bahia registrou queda de 9,8% no número de homicídios entre 2014 e 2024, segundo dados divulgados nesta terça-feira (26) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, responsáveis pelo Atlas da Violência 2026. Apesar da redução, o estado ainda aparece entre os mais violentos do país. De acordo com o levantamento, a Bahia contabilizou 7.006 homicídios em 2014. Dez anos depois, o número caiu para 6.316 casos. A taxa estimada de homicídios chegou a 42,6 mortes para cada 100 mil habitantes em 2024, a terceira maior do Brasil, atrás apenas do Amapá e do Ceará. O estudo considera dados oficiais do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), ambos ligados ao Ministério da Saúde. Os pesquisadores também aplicam correções metodológicas para incluir os chamados homicídios ocultos, casos em que a causa da morte não foi corretamente identificada. Na comparação mais recente, entre 2023 e 2024, a Bahia apresentou redução de 6,5% nas mortes violentas. Em cinco anos, a queda acumulada foi de 8,8%. Os dados também mostram avanço na qualidade dos registros oficiais. As Mortes Violentas por Causa Indeterminada (MVCI) tiveram redução de 46% na última década. Em 2014, o estado registrava 1.662 ocorrências sem definição da causa da morte. Em 2024, foram 898 casos. Já os homicídios ocultos tiveram queda ainda mais expressiva. O número estimado passou de 954 para 255 casos no período analisado, redução de 73,3%, segundo o Atlas da Violência.
























