ACM Neto mantém liderança, e Jerônimo reduz distância, aponta Paraná Pesquisas
ACM Neto mantém liderança, e Jerônimo reduz distância, aponta Paraná Pesquisas
Levantamento mostra queda na diferença entre os dois principais candidatos; cenário segue estável dentro da margem de erro
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A nova pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Notícias, indica que o ex-prefeito ACM Neto (União Brasil) segue na frente na disputa pelo governo da Bahia. De acordo com o levantamento, ACM Neto aparece com 48,9% das intenções de voto, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues (PT) registra 38,7%. A diferença entre os dois caiu de 11,7 para 10,2 pontos em comparação com a pesquisa divulgada em julho.
- No cenário estimulado, ACM Neto aparece com 50,9% das intenções de voto em um eventual segundo turno, enquanto Jerônimo atinge 40%. O ex-governador Rui Costa (PT) aparece com 0,8%, e Aroldo Félix, com 0,1%. O levantamento ouviu 1.400 eleitores presencialmente em 60 municípios baianos entre os dias 31 de julho e 2 de agosto.
Foto: Reprodução
A nova pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Notícias, indica que o ex‑prefeito ACM Neto (União Brasil) segue na frente na disputa pelo governo da Bahia, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues (PT) diminui a distância em relação ao levantamento anterior. As variações ocorreram dentro da margem de erro de 2,7 pontos percentuais, mantendo o cenário estável. No cenário estimulado, ACM Neto aparece com 48,9% das intenções de voto, e Jerônimo registra 38,7%. A diferença entre os dois caiu de 11,7 para 10,2 pontos em comparação com a pesquisa divulgada em julho. O levantamento também incluiu os nomes de Aroldo Félix (UP) e José Estêvão (DC), que pontuaram 0,1% cada. Ronaldo Mansur (PSOL) marcou 0,7%. Brancos e nulos somam 7%, e 4,4% dos entrevistados não souberam ou não responderam. Em uma simulação de segundo turno, ACM Neto aparece com 50,9%, enquanto Jerônimo atinge 40%. Nesse cenário, 6,1% dos eleitores declararam voto branco ou nulo, e 2,9% permanecem indecisos. Na pesquisa espontânea, quando os nomes não são apresentados aos entrevistados, ACM Neto foi lembrado por 31,2% dos eleitores, e Jerônimo por 22,9%. O ex‑governador Rui Costa (PT) aparece com 0,8%, e Aroldo Félix, com 0,1%. O grupo que não soube ou não quis responder chega a 39,1%. O levantamento ouviu 1.400 eleitores presencialmente em 60 municípios baianos entre os dias 31 de julho e 2 de agosto. A pesquisa tem 95% de confiança e está registrada no TSE sob o número BA‑03043/2026.
Pesquisa Quaest: 57% aprovam governo Jerônimo Rodrigues na Bahia, aponta levantamento
Maioria dos eleitores também afirma que o governador merece um novo mandato, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A pesquisa Genial/Quaest, divulgada na quarta-feira (29), mostra que o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), tem aprovação de 57% entre os eleitores do estado. A pesquisa também perguntou sobre a reeleição de Jerônimo e 52% dos entrevistados disseram que ele deve ser reeleito. O levantamento também revelou que Jerônimo é o pré-candidato ao governo com o maior índice de rejeição na disputa eleitoral de 2026.A pesquisa ouviu 1.200 eleitores e a margem de erro é de três pontos percentuais. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e tem nível de confiança de 95%. A pesquisa também mostra que 41% dos entrevistados acham que Jerônimo não merece continuar no cargo.
Foto: Amanda Ercilia GOVBA
A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (29) mostra que o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), tem aprovação de 57% entre os eleitores do estado. Outros 34% disseram desaprovar a atual gestão, enquanto 9% não souberam ou preferiram não responder. O levantamento também perguntou se o governador merece ser reeleito. Para 52% dos entrevistados, Jerônimo Rodrigues deve ganhar um novo mandato. Já 41% afirmaram que ele não merece a reeleição. Outros 7% não responderam. Os números chamam atenção porque, na mesma pesquisa, Jerônimo também aparece como o pré-candidato ao governo com o maior índice de rejeição entre os nomes avaliados para a disputa eleitoral de 2026. A pesquisa Genial/Quaest ouviu 1.200 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 23 e 27 de julho, em diferentes municípios da Bahia. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números BR-05856/2026 e BA-02331/2026.
Quaest: ACM Neto e Jerônimo empatam tecnicamente no 1º e no 2º turno
Quaest: ACM Neto e Jerônimo empatam tecnicamente no 1º e no 2º turno
No voto espontâneo, Jerônimo Rodrigues aparece numericamente à frente de ACM Neto por um ponto percentual, mas a diferença está dentro da margem de erro da pesquisa, o que caracteriza empate técnico
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Uma pesquisa realizada pela Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (29) mostrou que a disputa pelo Governo da Bahia segue indefinida. O ex-prefeito ACM Neto (União Brasil) aparece com 39% das intenções de voto, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues (PT) registra 38%, caracterizando um empate técnico.
- A pesquisa avaliou a rejeição dos candidatos e a percepção sobre o governo estadual, com 57% aprovando a gestão e 34% desaprovando. Além disso, a segurança pública é citada como o principal problema do estado por 47% dos baianos.
Foto: Reprodução
A disputa pelo Governo da Bahia segue indefinida, segundo a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta‑feira (29). No cenário principal de primeiro turno, o ex‑prefeito ACM Neto (União Brasil) aparece com 39% das intenções de voto, enquanto o governador Jerônimo Rodrigues (PT) registra 38%. A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro, o que caracteriza empate técnico. O levantamento também simulou um segundo turno entre os dois principais pré‑candidatos e, novamente, o equilíbrio se repete: ACM Neto soma 43%, Jerônimo aparece com 39%, e a diferença permanece dentro da margem de erro. Entre os entrevistados, 11% estão indecisos e 7% afirmam que votariam em branco, anulariam ou não compareceriam. A pesquisa avaliou ainda o grau de definição do voto. Para 54% dos entrevistados, a escolha para governador já está consolidada, enquanto 44% dizem que ainda podem mudar de candidato até a eleição. O dado reforça que a disputa permanece aberta e sujeita a oscilações ao longo da campanha. Nos cenários testados, ACM Neto e Jerônimo mantêm praticamente os mesmos percentuais: 39% para o ex‑prefeito e 38% para o atual governador, enquanto os demais nomes aparecem com 1% ou menos. A taxa de indecisos varia entre 13% e 14%, e os votos brancos e nulos oscilam entre 7% e 8%. O levantamento também mediu a rejeição dos candidatos. Jerônimo Rodrigues lidera com 40%, seguido por ACM Neto, com 30%. Ronaldo Mansur tem 17%, José Estevão aparece com 13%, e Aroldo Felix registra 9%. A pesquisa avaliou ainda a percepção sobre o governo estadual: 57% aprovam a gestão, 34% desaprovam e 9% não souberam responder. Na avaliação geral, 37% classificam o governo como positivo, 23% como negativo e 5% não opinaram. Questionados sobre a possibilidade de reeleição, 52% afirmam que Jerônimo merece continuar no cargo, enquanto 41% discordam. Os entrevistados também apontaram os principais problemas do estado. A segurança pública lidera a lista, citada por 47% dos baianos. Em seguida aparecem saúde (39%), emprego e renda (34%), transporte público (33%), políticas sociais (28%), educação (27%), atração de empresas (26%), infraestrutura e mobilidade (25%) e habitação (23%). O conjunto de dados reforça que o eleitorado baiano segue dividido e atento aos temas que mais impactam o cotidiano. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 1.200 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 23 e 27 de julho. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BA‑02331/2026.
IBGE abre seleção com mais de 9 mil vagas temporárias e salários de até R$ 5,2 mil
Processos seletivos são voltados ao Censo Agropecuário e ao Censo da População em Situação de Rua; inscrições seguem até julho
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu inscrições para dois processos seletivos simplificados que oferecem 9.652 vagas temporárias em todo o país. Os salários chegam a R$ 5.255,40 e as inscrições podem ser feitas até 1º de julho e 15 de julho, respectivamente.
- As vagas são destinadas ao 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola e ao 1º Censo Nacional da População em Situação de Rua, com oportunidades para cargos como Agente Censitário Supervisor, Analista Censitário e outros, contemplando áreas como Jornalismo, Tecnologia da Informação e mais.
Foto: Divulgação | IBGE
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu inscrições para dois processos seletivos simplificados que somam 9.652 vagas temporárias em todo o país. As oportunidades são destinadas ao 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola e ao 1º Censo Nacional da População em Situação de Rua, com salários que chegam a R$ 5.255,40. O primeiro edital oferece 8.238 vagas para candidatos com ensino médio completo. Há oportunidades para os cargos de Agente Censitário Supervisor, Agente Censitário Regional, Agente Operacional Regional, Agente de Informática Censitária e Agente Administrativo Censitário, com salários entre R$ 2.128 e R$ 4.008, além de benefícios. As inscrições podem ser feitas até 1º de julho, e as provas objetivas estão previstas para 27 de setembro. Já o segundo edital reúne 1.414 vagas para candidatos de níveis médio e superior. São 394 oportunidades para Agente Censitário de Qualidade, com salário de R$ 2.932, e 1.020 para Analista Censitário, com remuneração de R$ 5.255,40. As vagas para analista contemplam áreas como Jornalismo, Tecnologia da Informação, Estatística, Economia, Agronomia, Ciências Sociais e Engenharia. As inscrições seguem até 15 de julho, e as provas serão aplicadas em 30 de agosto. Os editais também preveem reserva de vagas para pessoas pretas e pardas, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência, conforme os percentuais estabelecidos pelo IBGE.























