CDL de Caetité discute impactos da Zona Azul no comércio local
CDL de Caetité discute impactos da Zona Azul no comércio local
Entidade ouviu reivindicações do setor e pretende levar propostas ao Executivo Municipal.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Caetité realizou, nesta segunda‑feira (28), uma reunião com associados e representantes do comércio local para debater a implementação e os impactos do sistema de estacionamento rotativo Zona Azul, buscando alinhar as demandas da categoria diante das mudanças no trânsito e no fluxo de consumidores na região central.
- Durante o encontro, os comerciantes apresentaram suas principais preocupações sobre como as novas regras podem afetar o movimento nas lojas. A diretoria da CDL anunciou a abertura de um canal de diálogo direto com o Poder Executivo Municipal, com o objetivo de encaminhar propostas do setor e encontrar soluções que conciliem a organização urbana com o fortalecimento do comércio local, reforçando seu papel institucional de representatividade e desenvolvimento econômico em Caetité.
Foto: CDL Caetité
A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Caetité realizou, nesta segunda-feira (28), uma reunião com associados e representantes do comércio local para debater a implementação e os impactos do sistema de estacionamento rotativo Zona Azul na cidade. O encontro teve como objetivo principal alinhar as demandas da categoria diante das mudanças no trânsito e no fluxo de consumidores na região central. Durante a reunião, os comerciantes apresentaram suas principais reivindicações e preocupações sobre como as novas regras podem afetar o movimento nas lojas e a rotina dos clientes. Diante dos pontos levantados, a diretoria da CDL informou que buscará a abertura de um canal de diálogo direto com o Poder Executivo Municipal. A meta é encaminhar as propostas do setor e encontrar soluções que conciliem a organização urbana com o fortalecimento do comércio local. Em nota divulgada em suas redes sociais, a entidade reforçou seu papel institucional de representatividade, destacando o compromisso em buscar melhorias e parcerias que contribuam para o desenvolvimento econômico de Caetité.
Manifesto na Câmara de Caetité pede revisão da Zona Azul para trabalhadores
Manifesto na Câmara de Caetité pede revisão da Zona Azul para trabalhadores
Grupo afirma não ser contra a Zona Azul, mas pede alternativas que preservem a renda dos trabalhadores do comércio.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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- Comerciantes e trabalhadores do comércio de Caetité se reuniram na noite de segunda-feira (24) na Câmara de Vereadores para solicitar alterações na cobrança da Zona Azul, alegando que a tarifa diária impõe um ônus financeiro desproporcional às famílias que dependem de veículos próprios para chegar ao trabalho. O grupo, representado pela comerciária Marlene Rosa, pediu a criação de áreas específicas para trabalhadores, com cadastro e comprovação de vínculo empregatício, e destacou que a cobrança atual equipara injustamente os trabalhadores diários ao público em geral.
- Após a manifestação, os vereadores debateram o tema em plenário, reconhecendo a necessidade de uma solução rápida que preserve o funcionamento do estacionamento rotativo e atenda às demandas da categoria. Um abaixo-assinado com mais de 350 assinaturas já havia sido protocolado, e o presidente da Casa, Mário Rebouças, enfatizou a importância de conciliar o ordenamento do trânsito com a realidade dos trabalhadores que dependem da Zona Azul.
Foto: Sudoeste Bahia
Comerciantes e trabalhadores do comércio de Caetité participaram, na noite desta segunda-feira (24), da sessão ordinária da Câmara de Vereadores para pedir mudanças na cobrança da Zona Azul. De forma pacífica, o grupo utilizou a Tribuna Livre para apresentar um manifesto solicitando medidas que reduzam os impactos financeiros enfrentados por quem utiliza veículo próprio para trabalhar diariamente no centro da cidade. O documento foi lido pela comerciária Marlene Rosa, que destacou que o pagamento diário da tarifa durante todo o expediente representa um custo significativo para muitas famílias. Segundo ela, a cobrança, da forma como é aplicada aos trabalhadores do comércio, é considerada injusta e equipara os trabalhadores diários com o público em geral, que só vai ao comércio resolver questões pessoais e retornam para suas casas. Durante a manifestação, a representante do grupo deixou claro que os trabalhadores não defendem o fim da Zona Azul. O pedido é para que o poder público encontre uma alternativa que permita a continuidade do sistema sem prejudicar quem depende do veículo para chegar ao trabalho. Conforme o manifesto, muitos funcionários moram em bairros mais afastados e utilizam motocicletas como principal meio de transporte. Entre as propostas apresentadas está a criação de áreas específicas destinadas aos trabalhadores do comércio, mediante cadastro e comprovação de vínculo empregatício com empresas localizadas na área de abrangência da Zona Azul. O documento também alerta que a manutenção da cobrança diária pode comprometer o orçamento de diversas famílias e, ao longo do ano, representar um impacto financeiro equivalente ao valor do 13º salário de muitos trabalhadores. Após a manifestação, os vereadores debateram o assunto em plenário. Os parlamentares reconheceram a necessidade de discutir o tema e defenderam a construção de uma proposta em curto prazo que atenda às demandas da categoria sem comprometer o funcionamento do sistema de estacionamento rotativo. Na última sexta-feira (21), um abaixo-assinado com mais de 350 assinaturas já havia sido protocolado na Câmara, acompanhado de um ofício. O documento foi lido pelo presidente da Casa, vereador Mário Rebouças, durante a sessão. Os 15 vereadores manifestaram concordância quanto à importância da pauta e defenderam que uma solução seja construída com agilidade, buscando conciliar o ordenamento do trânsito com a realidade dos trabalhadores que dependem da Zona Azul para exercer suas atividades.
























