Manifesto na Câmara de Caetité pede revisão da Zona Azul para trabalhadores
Manifesto na Câmara de Caetité pede revisão da Zona Azul para trabalhadores
Grupo afirma não ser contra a Zona Azul, mas pede alternativas que preservem a renda dos trabalhadores do comércio.
Por: Redação Sudoeste Bahia
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Narração automática (IA)Resumo
- Comerciantes e trabalhadores do comércio de Caetité se reuniram na noite de segunda-feira (24) na Câmara de Vereadores para solicitar alterações na cobrança da Zona Azul, alegando que a tarifa diária impõe um ônus financeiro desproporcional às famílias que dependem de veículos próprios para chegar ao trabalho. O grupo, representado pela comerciária Marlene Rosa, pediu a criação de áreas específicas para trabalhadores, com cadastro e comprovação de vínculo empregatício, e destacou que a cobrança atual equipara injustamente os trabalhadores diários ao público em geral.
- Após a manifestação, os vereadores debateram o tema em plenário, reconhecendo a necessidade de uma solução rápida que preserve o funcionamento do estacionamento rotativo e atenda às demandas da categoria. Um abaixo-assinado com mais de 350 assinaturas já havia sido protocolado, e o presidente da Casa, Mário Rebouças, enfatizou a importância de conciliar o ordenamento do trânsito com a realidade dos trabalhadores que dependem da Zona Azul.
Foto: Sudoeste Bahia
Comerciantes e trabalhadores do comércio de Caetité participaram, na noite desta segunda-feira (24), da sessão ordinária da Câmara de Vereadores para pedir mudanças na cobrança da Zona Azul. De forma pacífica, o grupo utilizou a Tribuna Livre para apresentar um manifesto solicitando medidas que reduzam os impactos financeiros enfrentados por quem utiliza veículo próprio para trabalhar diariamente no centro da cidade. O documento foi lido pela comerciária Marlene Rosa, que destacou que o pagamento diário da tarifa durante todo o expediente representa um custo significativo para muitas famílias. Segundo ela, a cobrança, da forma como é aplicada aos trabalhadores do comércio, é considerada injusta e equipara os trabalhadores diários com o público em geral, que só vai ao comércio resolver questões pessoais e retornam para suas casas. Durante a manifestação, a representante do grupo deixou claro que os trabalhadores não defendem o fim da Zona Azul. O pedido é para que o poder público encontre uma alternativa que permita a continuidade do sistema sem prejudicar quem depende do veículo para chegar ao trabalho. Conforme o manifesto, muitos funcionários moram em bairros mais afastados e utilizam motocicletas como principal meio de transporte. Entre as propostas apresentadas está a criação de áreas específicas destinadas aos trabalhadores do comércio, mediante cadastro e comprovação de vínculo empregatício com empresas localizadas na área de abrangência da Zona Azul. O documento também alerta que a manutenção da cobrança diária pode comprometer o orçamento de diversas famílias e, ao longo do ano, representar um impacto financeiro equivalente ao valor do 13º salário de muitos trabalhadores. Após a manifestação, os vereadores debateram o assunto em plenário. Os parlamentares reconheceram a necessidade de discutir o tema e defenderam a construção de uma proposta em curto prazo que atenda às demandas da categoria sem comprometer o funcionamento do sistema de estacionamento rotativo. Na última sexta-feira (21), um abaixo-assinado com mais de 350 assinaturas já havia sido protocolado na Câmara, acompanhado de um ofício. O documento foi lido pelo presidente da Casa, vereador Mário Rebouças, durante a sessão. Os 15 vereadores manifestaram concordância quanto à importância da pauta e defenderam que uma solução seja construída com agilidade, buscando conciliar o ordenamento do trânsito com a realidade dos trabalhadores que dependem da Zona Azul para exercer suas atividades.























